Achados
Ruínas maias (e astecas, toltecas…) do México: manual de sobrevivência
Visitar as ruínas das civilizações pré-hispânicas do México é algo que você tem que fazer antes de morrer. Os conjuntos arqueológicos de Monte Albán (no estado de Oaxaca), Palenque (no estado de Chiapas), Teotihuacan (perto da Cidade do México) Chichén Itzá, Cobá, Ek Balam e Tulum (esses últimos na Península de Yucatán) estão entre as atrações mais incríveis do país. Consequentemente, também estão entre os lugares mais disputados e muvucados. Para que o passeio não se transforme em martírio, vale adotar algumas medidas de sobrevivência.
REGRA DE OURO: MADRUGUE
Os complexos arqueológicos abrem às 8 da manhã. Como os passeios das excursões vindas das cidades dos arredores saem por volta das 9, quem chega logo cedo encontra o lugar quase exclusivamente para si. Com isso, dribla-se os grupos multitudinários na hora de eventualmente subir nas pirâmides ou entrar em tumbas e corredores estreitos. Para quem vai de carro, estar entre os primeiros também é importante para garantir uma vaga no estacionamento.
DRIBLE O CALOR
Mais uma vantagem de chegar cedo. Principalmente na Península de Yucatan, faz muito calor até mesmo no inverno. Fazer o passeio por volta do meio dia pode ser extremamente exaustivo. Se você realmente não conseguir madrugar, faça o passeio depois das duas da tarde (as ruínas em geral fecham às 5 da tarde).
VÁ DE TÊNIS
Os complexos arqueológicos costumam ser grandes e, com exceção de Cobá, onde é possível alugar uma bike, as visitas são feitas a pé. Também vale lembrar que algumas pirâmides podem ser escaladas e que as pedras são irregulares e escorregadias.
NÃO ESQUEÇA PROTETOR, REPELENTE, BONÉ E ROUPA IMPERMEÁVEL SE FOR O CASO
Complexo arqueológico não é museu. As antigas cidades estão cercadas de natureza e algumas delas (Palenque e Cobá, por exemplo) estão praticamente no meio da selva. Ou seja, você estará exposto ao sol, à chuva, aos mosquitos, ao vento…
GUIAS: USE COM MODERAÇÃO
Em todos os complexos arqueológicos, há guias oferecendo seus serviços na porta. Antes de mais nada, verifique com a administração do parque quais são os oficiais, para não cair na mão de charlatães. Depois, negocie o preço (alguns oferecem tarifas absurdas num primeiro contato). Caso vá visitar vários complexos, lembre-se que uma visita guiada acaba sendo muito mais demorada e cansativa do que uma “passadinha” por sua conta. Depois de duas ou três, o negócio pode ficar repetitivo e chato pra caramba. O que eu recomendo? Pegue um guia uma vez ou outra, para entender melhor a história dos maias, astecas, toltecas e etc. Mas também faça algumas visitas por sua conta, curtindo, contemplando e fazendo o que dá na telha.
FUJA DAS EXCURSÕES
Ok, tem gente que prefere pagar um passeio, entrar num ônibus com um grupo e pronto – tudo para não complicar. Mas tenha em mente que isso significa, necessariamente, estar junto com uma multidão. Por exemplo: todos os ônibus que saem de Cancún para Chichen Itzá diariamente partem na mesma hora e chegam ao complexo na mesma hora. Ou seja, haverá fila na porta, suas fotos estarão cheias de cabecinhas alheias e, nos espaços mais estreitos, a situação pode ficar ainda mais crítica. Alugar um carro no México é barato e, principalmente na península de Yucatán, as estradas são boas e bem sinalizadas.
Comentários (2)
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- Por: Jussara
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- 2 de março de 2012 at 21:32
Essa foto de Chichén Itzá sem ninguém parece surreal. rs
Amarelei ao subir a pirâmide em Cobá. Tenho medo de altura, e lá pela metade comecei a imaginar coisas e desisti. Mas não me arrependi pq lá de cima só se vê a mata mesmo. ![]()
Acho que ir por conta é melhor. À Chichén fomos com guia ( e excursão, aff), e é muito rápido e sacal. Tem algumas coisas interessantes, mas e o sol, o calor, o tempo cronometrado? Ninguém merece. Sem falar que a muvuca tira um pouco da magia, vc não consegue ficar só com seus botões, não dá tempo para contemplar nem nada do tipo. Ótimas dicas para eu colocar em prática na próxima.






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