Direto de Buenos Aires
As boas compras em Buenos Aires

Rebajas! Aproveite as liquidações para encher as sacolas - Foto: Xavier Martin
Não adianta chorar. Ela não é mais a barbada de outros tempos. Simples assim. Mas o câmbio permanece favorável – apesar da desvalorizada dos últimos tempos – , os vinhos, artigos de couro e as grifes continuam por ali. Se os preços não estão convidativos como antes, aproveite do jeito que dá. Ainda é possível, sim, fazer compras e encher as sacolas em Buenos Aires. Conto como agora.
OS OUTLETS
Os outlets da Avenida Córdoba (entre a Calle Lavalleja e a Avenida Juan B. Justo) são tiro certo para garimpar descontos, mas vale ficar atento. Os pontos manjados pegam os desavisados: as araras costumam esconder artigos com pequenos defeitos, sujos e até de origem duvidosa (certifique-se de que a camiseta não está descosturada e que os zíperes da bolsa abrem e fecham normalmente antes de passar no caixa, ok?). Os preços não pareceram tão legais? É bem possível que você encontre um pacote de meias Nike pelo mesmo valor na loja do shopping. Gaste onde for mais conveniente.
Onde ir: Avenidas Córdoba (entre a Calle Lavalleja e a Avenida Juan B. Justo, no Centro), Francisco de Aguirre e Gurruchaga (em Villa Crespo)
OS SHOPPINGS

Palermo é o bairro das fofurices - Foto: Xavier Martin
A época da viagem determina a quantidade de promoções nas vitrines. Funciona mais ou menos como no Brasil: fim de coleção, estoques ainda cheios, liquidação. Janeiro e julho (oba!) são meses de começo de rebajas, com maiores chances de fazer bons negócios. Fora da temporada de descontos, foque nas lojas que não existem nos shoppings brasileiros.
Onde ir: se o tempo for curto, escolha entre o Abasto (Av. Corrientes, 3247, Abasto), Dot Baires (mais afastado, fica em Saavedra, a 30 minutos de táxi do Centro de Buenos Aires) ou o Unicenter (também mais longinho, em San Isidro). Eles têm mais lojas e praças de alimentação amplas
AS LOJAS

Meias-calças com estampas inspiradas em filmes da Nolineal - Foto: divulgação
Entre um ponto turístico e outro, lojinhas incríveis, que valem uma visita em qualquer época do ano, aparecem pelo caminho. Aproveite para conhecer as marcas locais, que têm preços mais camaradas.
Onde elas devem ir: Isadora (de acessórios fofos e baratinhos), L’ago (de objetos de decoração diferentes), Nolineal (de roupas íntimas estampadas), Cuesta Blanca (roupas moderninhas e descoladas)
Onde eles devem ir: Kevingston (camisetas de polo e rúgbi), Winery (vinhos com boa relação custo-benefício)
APOSTE EM:
1. Cartão de débito internacional ou cartão pré-pago de viagem. O crédito virou inimigo dos shopaholics de plantão desde que a taxa do IOF subiu para 6,38%.
2. Tax free. O Global Blue é um programa internacional que devolve ao turista o imposto pago. Peça restituição das taxas embutidas no que você comprar em lojas credenciadas. Saiba mais aqui: global-blue.com.
3. Free shop. O Duty Free do Aeroporto Internacional de Ezeiza é bem mais completo do que os similares brasileiros, além de ter preços mais amigáveis. Reserve um dinheirinho para ele
- Por: Maria Cecilia Arra
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- 2 de outubro de 2012 at 11:57
Acho que é uma época boa por conta das liquidações de fim de ano, Thais. A chance de você topar com bons achados é maior pós Natal. Mas não espere a temporada de compras da sua vida porque você pode se decepcionar – a inflação ainda está bombando.
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- Por: Maria Cecilia Arra
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- 16 de julho de 2012 at 19:37
Você está coberto de razão, Eduardo! Os turistas que lembram de incluí-los no roteiro de compras se dão bem! O brechó da Gil (Gil Antiguedades), em San Telmo, é um dos meus favoritos
- Por: Maria Cecilia Arra
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- 11 de julho de 2012 at 13:42
Oi, Alessa! Faz um tempinho que os casos de gripe na Argentina não são noticiados. Mas o melhor mesmo é você conversar com o seu médico infectologista e saber a opinião dele sobre o assunto (ou até pedir um aconselhamento num centro de medicina diagnóstica)

Esqueçam Buenos Aires. Uma garrafinha d’agua tá custando 15 pesos num terminal portuario (7 reais). Um sanduiche (McChiken) tá custando 46 pesos (23 reais). Taxistas querem te dar tombo o tempo inteiro. É o pior lugar do mundo pra ferias. Saiam fora de irem pra lá. Estive agora lá (dezembro/2012) e nao consigo entender como um país quebrado como a Argentina quer cobrar preços astronomicos por qualquer artigo de consumo. Eles estão literalmente viajando na maionese.