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A polêmica ponte que liga Ibó a Ibó

Praticamente concluída, a tão sonhada ponte sobre o Rio São Francisco, na BR-116, ligando Ibó, no município de Belém do São Francisco (PE), a homônima Ibó, no município de Abaré (BA), representa rapidez nos deslocamentos e mais segurança para os motoristas. Porém, para a população local a obra parece não ser a solução para os problemas sócio-econômicos de uma região que compreende dezenas de municípios e que carrega a alcunha de “polígono da maconha”. Se por décadas o desvio do tráfego para Petrolina (PE), além de aumentar consideravelmente a distância de ligação entre as regiões norte da Bahia e o sul do Ceará, contribuiu para frear o desenvolvimento da região, a construção da ponte parece que está gerando um problema de igual efeito: o desemprego gerado com a suspensão do transporte fluvial por balsas.

Visando minimizar os “prejuízos”, os moradores reivindicam junto ao Dnit uma série de obras de infra-estrutura nos arredores dos trechos afetados pela obra e, enquanto aguardam uma resposta do órgão, mantêm obstruído o acesso de máquinas e operários para a conclusão da ponte.
Até que o imbróglio seja resolvido (o contrato com a construtora prevê que a obra seja concluída até outubro deste ano), a ponte permanece como um adorno, orçado em 21 milhões de reais, sobre o leito do Velho Chico. Por enquanto, os motoristas que cruzam a divisa devem se contentar apenas com a vista da ponte, de aproximadamente 300 metros de extensão, enquanto realizam a travessia do rio pela balsa. A dúvida que fica é: será que um investimento vultoso como este trará os benefícios esperados para a sociedade ou será mais um exemplo de dinheiro público jogado no ralo, neste caso, no rio??

Luiz Giannoni é geógrafo e ficou fulo quando descobriu que não seria o primeiro paulistano a atravessar a ponte
Comentários (125)
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- Por: Josilene
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- 4 de fevereiro de 2012 at 23:17
Tmb acho q a obra n é ruim, meu esposo é caminhoneiro e sempre viajo c ele e a obra ajudo muito… acho q o q falta agora é atemcao redobrada para os altos indices de assaltos q tem nessa regiao, eu msm sou baiana mas morro d medo de passar por esse trecho isso é uma vergonha p o nosso estado!!!

QUE SAUDADES DOS ANOS 68/70; A GENTE ERA FELIZ E NÃO SABIA