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Vinícola Villa Francioni, em São Joaquim: vinhos e obras de arte na serra catarinense

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Mosaico feito em homenagem aos trabalhadores que participam da colheita na Villa Francioni - Foto: Paula Dourado

Mosaico feito em homenagem aos trabalhadores que participam da colheita na Villa Francioni - Foto: Paula Dourado

Apesar de ter sido fundada há apenas seis anos, a vinícola Villa Francioni, na serra catarinense, já recebeu alguns prêmios importantes. Em 2007, o Villa Francioni Tinto 2004 foi eleito o melhor tinto nacional pela Confraria de Sommeliers de São Paulo e do Rio de Janeiro. No mesmo ano, o Villa Francioni Chardonnay 2006 levou o prêmio de melhor Chardonnay na Expovinis, uma das maiores feiras do ramo no país.

As garrafas premiadas, no entanto, não são as únicas preciosidades da vinícola, que fica em São Joaquim (a 240 km de Florianópolis). No hall de entrada, onde começam as visitas guiadas, funciona uma pequena galeria de arte, com mostras temporárias. O espaço já recebeu exposições de peso, como as 16 peças dos escultores franceses Auguste Rodin e Camille Claudel exibidas ali em 2007 (elas vieram do acervo de Reine-Marie Paris de La Chapelle, sobrinha-neta de Camille).

Além da galeria, outras peças de valor artístico podem ser vistas na estrutura e na decoração do prédio de 4 mil m². A porta de entrada é, na verdade, uma enorme janela de um templo da Tailândia. Mais adiante está um belo lustre que pertenceu à família real portuguesa. Os corrimões das escadas são portões artesanais de casas demolidas em Criciúma. Há ainda luminárias trazidas de Marrocos e coloridos vitrais pintados à mão no Uruguai.

A Villa Francioni tem alguns vitrais pintados à mão; este veio do Uruguai - Foto: Paula Dourado

A Villa Francioni tem alguns vitrais pintados à mão; este veio do Uruguai - Foto: Paula Dourado

Os objetos, em sua maioria, foram comprados pelo fundador da vinícola, o empresário italiano Manoel Dilor de Freitas. Apaixonado por vinhos e por arte, ele deixou o controle de sua empresa de cerâmica na mão dos filhos e se dedicou à construção da Villa Francioni, visitando vinícolas ao redor do mundo para buscar referências e aprimorar seu projeto. Dilor, porém, não chegou a ver a obra concluída – vítima de um infarto fulminante em 2004, morreu antes que a primeira safra pudesse ser degustada.

A visita guiada à vinícola deve ser agendada e custa R$ 30. O melhor: no final do passeio, esse valor pode ser abatido na compra de vinhos.

Por Paula Dourado

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  • Por: rodrigo marcon
  • -
  • 31 de janeiro de 2012 at 10:23

eu queria saber se tem algum representante no rio de janeiro, pretendo trabalhar com os vinhos de vcs, mas antes preciso falar com alguem, e se posivel provar alguma coisa.
obrigado, e epero resposta ou alguma confirmação.
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