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	<title>Blog Guia Quatro Rodas</title>
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	<description>Todo ano, o Guia Quatro Rodas percorre milhares de quilômetros para avaliar hotéis, restaurantes, atrações e rodovias. Neste blog, a equipe que melhor conhece o Brasil divide novidades e bastidores desse trabalho com você</description>
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		<title>Novo hostel do Rio evoca design nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 15:41:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[hostel]]></category>
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		<description><![CDATA[Novo hostel no Rio de Janeiro, o Contemporâneo Hostel aposta em diárias baratas, design e móveis bacanas perto do metrô Botafogo <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2013/04/10/contemporaneo-hostel-rio-de-janeiro/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229930" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229930" title="Hostel1" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/04/Hostel11-620x417.jpg" alt="" width="620" height="417" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Cozinha do Contemporâneo Hostel. Crédito: Carmen Fukunari</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Com as diárias dos hotéis nas alturas, os novos hostels cariocas tornam-se cada vez mais a grande atração na relação custo-benefício para uma viagem econômica ao <strong>Rio de Janeiro</strong>. Depois do .oztel e do Bossa in Rio, inaugurados em meados de 2012, a novidade agora é o <strong>Contemporâneo Hostel</strong>, aberto a pouco mais de três meses, e a menos de uma quadra do metrô de Botafogo. De preço camarada (a partir de R$ 50 o quarto coletivo, entre maio e junho), o local investe no design nacional para atrair os clientes.</p>
<div id="attachment_229931" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229931" title="Contemporâneo Hostel" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/04/Hostel3-620x463.jpg" alt="" width="620" height="463" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>A escada de acesso às suítes. Crédito: Carmen Fukunari</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>A começar pelo edifício: um casarão de 1904, totalmente restaurado. O projeto do hostel, de autoria do arquiteto e artista plástico Alessandro Sartore, incorpora na recepção duas grandes poltronas da badalada loja carioca Latoog Design. A sala de café da manhã funciona dentro de um container. Ali, os hóspedes provam pães, bolos, frios, frutas, café, leite e suco de fruta<em>,</em> sentados em coloridas cadeiras Rio e Astúrias, feitas por Carlos Motta, um dos ícones do mobiliário sustentável e contemporâneo nacional. O desjejum também é aberto ao público. Ainda no térreo, ficam a sala de estar, com diversos livros de fotografia, e a cozinha, com vista para o pequeno jardim externo.</p>
<p>São 9 quartos coletivos ao todo: três unidades comportam quatro pessoas, cinco quartos têm capacidade para até seis hóspedes e um último está preparado para nove viajantes. Todos os coletivos dispõem de ar-condicionado, boa roupa de cama, armário metálico e varal. Uma larga escada vermelha leva às seis suítes para casal. Além de mais privacidade, têm ar-condicionado e canais por assinatura.</p>
<p><em>Por Carmen Fukunari</em></p>
<p><em>Serviço: Diárias entre abril e junho, R$ 50 para quartos coletivos e R$ 250 para suítes. CC: Visa e Mastercard. Rua Bambina nº 158, Botafogo, 21-3495-1027, <a href="http://www.contemporaneohostel.com.br" target="_blank">www.contemporaneohostel.com.br</a>.</em></p>
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		<title>Natal ou Caribe, pra mim tanto faz</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 19:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dunas]]></category>
		<category><![CDATA[Genipabu]]></category>
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		<category><![CDATA[Praia da Pipa]]></category>
		<category><![CDATA[RioGrande do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[A linda paisagem dos arredores de Natal, com o mar mais azul que o céu e suas impressionantes dunas, não deve nada à beleza das praias da América Central <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2013/03/18/natal-ou-caribe-pra-mim-tanto-faz/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229919" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229919" title="A lagoa e a praia de Genipabu, vistas do alto das dunas" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/GB-2013-203-620x413.jpg" alt="A lagoa e a praia de Genipabu" width="620" height="413" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>A lagoa e a praia de Genipabu, vistas do alto das dunas - Foto: Luiz Felipe Silva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>O <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/continentes/caribe" target="_blank">Caribe</a> é Aqui: este foi o primeiro nome que Walter Negrão deu à atual novela das seis da TV Globo, <em>Flor do Caribe</em>. Nada mais justo, afinal a linda paisagem dos arredores de <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-rn-natal" target="_blank">Natal</a>, com o mar mais azul que o céu e suas impressionantes dunas, não deve nada à beleza das praias da <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/continentes/america-central" target="_blank">América Central</a>. E, se você quer conhecer in loco tudo aquilo que se vê na televisão, uma atração é imperdível: o tradicional <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-genipabu-atracao-passeio-de-bugue" target="_blank">passeio de bugue pelas Dunas de Genipabu</a>.</p>
<p>A primeira parada é exatamente nas Dunas de Genipabu. Do alto, dá pra ver as lagoas naturais, de um lado, e a cidade de Natal, do outro. Na descida começa a ação, e é aqui que você entende o lance do “com emoção”: no começo do passeio, o bugueiro pergunta se você quer uma viagem com ou sem emoção. Se você optar pela primeira alternativa, prepare-se para a aventura. Os motoristas fazem manobras entre os montes de areia, aceleram e freiam forte e até realizam curvas quase que na vertical – não precisa se preocupar com a segurança, eles só podem exercer a profissão após rígido processo seletivo e treinamento.</p>
<div id="attachment_229920" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229920" title="De lá se vê também, para lá da ponte estaiada Newton Navarro, a cidade de Natal" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/GB-2013-209-620x413.jpg" alt="Cidade de Natal, RN" width="620" height="413" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>De lá se vê também, para lá da ponte estaiada Newton Navarro, a cidade de Natal - Foto: Luiz Felipe Silva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Meu grupo fez o passeio em dois bugues, um comandado por Michel e outro, por João Carlos. Ambos foram aprovados no último concurso para dirigir pelas dunas. “Você está na mão do cara certo, ele foi o primeiro na prova”, revelou Michel sobre o parceiro – entre mais de mil candidatos a bugueiro, apenas 50 foram selecionados.</p>
<p>Na sequência do passeio, chegamos à <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-genipabu-atracao-praia-genipabu" target="_blank">Praia de Genipabu</a>, onde os barquinhos coloridos e o sol refletido no mar são ainda mais bonitos que nas cenas com Henri Castelli e Grazi Massafera. Mais adiante, dromedários vagam por entre as dunas (uma voltinha neles, “sem emoção”, é oferecida aos turistas por R$ 40).</p>
<p>O passeio completo pelas Dunas de Genipabu cruza um rio (a travessia é feita por balsa) e passa por nove praias, quatro parques de dunas e três lagoas (na de <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-genipabu-atracao-praia-jacuma" target="_blank">Jacumã</a>, você pode praticar o esquibunda, o aerobunda ou o kamikaze; e na parada em <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-genipabu-atracao-praia-pitangui" target="_blank">Pitangui</a>, a pedida é petiscar e beber com os pés na água). Custa R$ 150 por pessoa, mais R$ 5 para realizar a travessia de balsa, nas agências Marazul <a href="tel:%2884%2F3219-2221" target="_blank">(</a>84/3219-2221) e NatalVans <a href="tel:%2884%2F3642-1883" target="_blank">(</a>84/3642-1883).</p>
<div id="attachment_229921" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229921" title="Vista superior sobre a Praia de Pitangui" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/GB-2013-219-620x443.jpg" alt="Praia de Pitangui" width="620" height="443" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Vista da Praia de Genipabu - Foto: Luiz Felipe Silva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Se você já é fã da novela Flor do Caribe e quer conhecer a fundo suas locações, é preciso um pouquinho mais de tempo – o ideal são, pelo menos, quatro dias no <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estados/br-rio-grande-do-norte" target="_blank">Rio Grande do Norte</a>. As lista de lugares inclui a praia e as dunas de Pitangui (que fazem parte do passeio em Genipabu), <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-praia-da-pipa-atracao-praia-do-amor-dos-afogados" target="_blank">Praia do Amor</a> (em <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-rn-praia-da-pipa" target="_blank">Pipa</a>), <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-barra-do-cunhau-atracao-praia-da-barra-do-cunhau" target="_blank">Barra do Cunhaú</a>, <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-baia-formosa-atracao-praia-baia-formosa" target="_blank">Baía Formosa</a> e <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rn-tibau-do-sul-atracao-praia-malembar-guarairas" target="_blank">Malembar</a>.</p>
<p><em>Por Luiz Felipe Silva, repórter do GUIA QUATRO RODAS</em></p>
<div id="attachment_229922" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229922" title="Nas dunas, uma voltinha nos dromedários é oferecida por R$ 40" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/GB-2013-222-620x413.jpg" alt="Passeio nos dromedários em Natal" width="620" height="413" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Nas dunas, uma voltinha nos dromedários é oferecida por R$ 40 - Foto: Luiz Felipe Silva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_229923" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229923" title="Balsas improvisadas fazem a travessia do bugues sobre o Rio Pitangui" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/GB-2013-233-620x413.jpg" alt="Balsas sobre o Rio Pitangui" width="620" height="413" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Balsas improvisadas fazem a travessia do bugues sobre o Rio Pitangui - Foto: Luiz Felipe Silva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
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		<title>Bonecas de pano em Santo Antônio do Pinhal</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 20:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artesanato]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um mundo onde as bonecas de pano perdem cada vez mais espaço para bonecas com recursos eletrônicos, há quem mantenha viva a beleza artesanal dessas peças inseparáveis das meninas. Apaixonada pelo brinquedo que permeou sua infância, a publicitária mineira &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2013/03/05/bonecas-villa-mantiqueira/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229912" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229912" title="Boneca-de-pano-4-Sara-Campo" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/Boneca-de-pano-4-Sara-Campo1-620x410.jpg" alt="" width="620" height="410" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Hobby de Nilma, proprietária da pousada Villa Mantiqueira, tornou-se renda complementar em períodos de baixa temporada/Foto: Sara Campos</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Em um mundo onde as bonecas de pano perdem cada vez mais espaço para bonecas com recursos eletrônicos, há quem mantenha viva a beleza artesanal dessas peças inseparáveis das meninas.</p>
<p>Apaixonada pelo brinquedo que permeou sua infância, a publicitária mineira Nilma Vilela produz as bonecas paralelamente ao trabalho na <a title="Pousada Villa Mantiqueira" href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-sp-santo-antonio-do-pinhal-hospedagem-pousada-villa-mantiqueira" target="_blank">Pousada Villa Mantiqueira</a>, em <a title="Santo Antônio do Pinhal" href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-sp-santo-antonio-do-pinhal" target="_blank">Santo Antônio do Pinhal</a>, na Serra da Mantiqueira, São Paulo.</p>
<p>De formato longilíneo ou arredondado, o traçado leve que compõe as feições do rosto e as roupas delicadamente recortadas em tecidos de múltiplas estampas dão vida às bonecas de ar aristocrático expostas na recepção da pousada.  Os panos escolhidos vêm de países como <a title="Estados Unidos" href="http://viajeaqui.abril.com.br/paises/estados-unidos" target="_blank">Estados Unidos</a>, <a title="Itália" href="http://viajeaqui.abril.com.br/paises/italia" target="_blank">Itália </a>e <a title="Japão" href="http://viajeaqui.abril.com.br/paises/japao" target="_blank">Japão</a>, lugares que também influenciam os figurinos costurados por Nilma. O valor das bonecas varia entre R$60 e R$130.</p>
<p>“Não é difícil receber hóspedes que gastam mais em bonecas do que nas próprias diárias”, revela a artesã com um sorriso de satisfação.  A inclinação de Nilma para a produção aconteceu há cinco anos, após períodos ociosos em épocas de baixa temporada. “Como sou muito inquieta, esse trabalho era uma forma de me tranquilizar. É mágico acompanhar a transformação de um pedaço de tecido em uma peça tão delicada”, revela.</p>
<p>Para a produção de quatro bonecas, passando pela costura da base, o crochê e a pintura do rosto, a artesão gasta cerca de seis horas de trabalho. O sucesso foi tão grande que Nilma construiu um ateliê como base de trabalho e dedica em média três horas por dia para o ofício. Qual garota não sonharia em ter uma companhia dessas a tiracolo?</p>
<p><em>Por Sara Campos, repórter do GUIA QUATRO RODAS<br />
</em></p>
<div id="attachment_229913" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229913" title="Boneca-pano-1-Sara-Campos" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/03/Boneca-pano-1-Sara-Campos1-620x410.jpg" alt="" width="620" height="410" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>As bonecas de pano são inspiradas em modelos estrangeiros/Foto: Sara Campos</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
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		<title>Guia Quatro Rodas: mais um ano de estrada</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 20:02:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Francisco Xavier]]></category>

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		<description><![CDATA[O ritual se repete há quase meio século: este é o 49º ano consecutivo em que a equipe de repórteres do GUIA QUATRO RODAS arruma as malas e cai na estrada. Nosso descanso acabou, em nome da busca dos melhores &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2013/01/24/guia-quatro-rodas-mais-um-ano-de-estrada/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229852" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-229852" title="post-g4r" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2013/01/post-g4r-620x465.jpg" alt="" width="620" height="465" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Deque-mirante na pousada A Rosa e o Rei, em Sao Francisco Xavier (SP) - Foto: Luiz Giannoni</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>O ritual se repete há quase meio século: este é o 49º ano consecutivo em que a equipe de repórteres do GUIA QUATRO RODAS arruma as malas e cai na estrada. Nosso descanso acabou, em nome da busca dos melhores lugares para você aproveitar o seu. Neste exato momento, estamos avaliando hotéis, restaurantes e atrações em diversas partes do Brasil, na nossa primeira viagem de 2013. Como diz nosso lema: a gente vai antes para você ir melhor. E é um prazer fazer isso por você, caro leitor (tá aí a foto que não me deixa mentir).</p>
<p><em>Por Luiz Giannoni</em></p>
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		<title>Sandálias artesanais em São Miguel dos Milagres: trabalho em extinção</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Sep 2012 02:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[São Miguel dos Milagres]]></category>
		<category><![CDATA[artesão]]></category>
		<category><![CDATA[sandálias artesanais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu sou um animal em extinção.” É assim que Marcos Lima, mais conhecido em São Miguel dos Milagres como seu Lima, define seu ofício, a produção de suas famosas sandálias artesanais. Ele sabe que já não é fácil encontrar alguém que &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/09/07/sandalias-feitas-a-mao-sao-miguel-dos-milagres-al/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu sou um animal em extinção.” É assim que Marcos Lima, mais conhecido em <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-al-sao-miguel-dos-milagres">São Miguel dos Milagres</a> como seu Lima, define seu ofício, a produção de suas famosas <strong>sandálias artesanais</strong>. Ele sabe que já não é fácil encontrar alguém que consiga entregar um produto feito totalmente à mão, sem passar por fábrica ou indústria, e viver bem disso. “Se me colocarem dentro de uma fábrica de calçados, não entenderia nada. Meu negócio é aqui, fazendo na mão o que aprendi sozinho”, conta o artesão, que tem entre seus clientes diversos artistas globais, como Zé Mayer, a cantora Simone, Viviane Pasmanter, Renata Sorrah e Djavan.</p>
<div id="attachment_229762" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><span><img class="size-full wp-image-229762" title="Par de sandálias produzido pelo artesão Marcos Lima" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/09/nova.jpg" alt="" width="600" height="450" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Par de sandálias produzido pelo artesão Marcos Lima</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Aí vem a curiosidade: como você começou a fazer os sapatos? “Observando”, respondeu. “Quando era mais novo, percebi que o pessoal andava com os calçados tudo descolando a sola, que nem boca de jacaré, fazendo ‘plec’, ‘plec, ‘plec’. Daí me interessei, quis saber como fazer para ajustar aquilo lá”. Mas, antes de entender a solução do problema, seu Lima lembra que aprendeu primeiro como era a estrutura do sapato.</p>
<p>Foi uma espécie de engenharia reversa: o jovem Lima ficava atento aos lixos da região, onde procurava por pares já descartados pelos donos insatisfeitos. Cada vez que avistava um novo velho calçado, a missão era certa: desmontar para aprender a montar. Aos poucos a arte foi se aperfeiçoando, descobriu como era feita a costura do solado, aprendeu a diferenciar a qualidade dos materiais e ganhou confiança para dar início ao seu próprio negócio, que usa somente o solado Amazonas e tipos diferentes de couro.</p>
<div id="attachment_229722" class="wp-caption aligncenter" style="width: 597px"><span><img class="size-full wp-image-229722" title="Seu Lima, artesão de sandálias em São Miguel dos Milagres" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/09/Lima1.jpg" alt="" width="597" height="393" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Seu Lima na oficina onde faz suas sandálias artesanais, em São Miguel dos Milagres, Alagoas</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p><strong>Alternativas às grifes</strong></p>
<p>Hoje, a fabricação acontece na sua residência, na estrada que corta São Miguel dos Milagres, a AL-101 Norte. Quando ele não se encontra no local, a filha, a mulher, ou qualquer conhecido, assume a bancada de atendimento aos clientes. O cheiro de couro domina a pequena sala com uma estreita bancada central onde as diferentes cores são expostas. Os pares de sandálias já prontos ficam à mostra em prateleiras nas paredes, mas o cliente tem total liberdade para decidir se quer um daqueles ou encomendar uma nova criação.</p>
<div id="attachment_229752" class="wp-caption aligncenter" style="width: 607px"><span><img class="size-full wp-image-229752" title="Sandálias do seu Lima, artesão de São Miguel dos Milagres (AL)" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/09/Lima2.jpg" alt="" width="607" height="389" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>O cliente pode levar uma das sandálias do seu Lima já prontas ou encomendar sob medida</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>A partir das opções de cores disponíveis no momento, o cliente é quem decide qual vai ser a “cara” da sandália. Com relação aos modelos, seu Lima aceita até fazer cópias de grifes, como Arezzo e Richards. Ele conta que não é raro ter cliente que já chega com um catálogo em mãos, querendo garantir uma versão mais acessível de algum item e, dependendo do caso, até com melhor qualidade.</p>
<div id="attachment_229772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 508px"><span><img class="size-full wp-image-229772" title="Na oficina do seu Lima, as opções de cores" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/09/cores.jpg" alt="" width="508" height="368" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>As opções de cores que podem ser escolhidas para encomendar as sandálias do seu Lima</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p><strong>Catálogo digital</strong></p>
<p>Ao decidir comprar um par, a primeira pergunta não é muito diferente daquela feita em lojas tradicionais: qual a numeração? A forma do seu Lima, normalmente, é menor que as tradicionais, mas isso não importa se o modelo for confeccionado exclusivamente e especialmente para o seu pé (existe a numeração 37 e meio, por exemplo). Caso alguma faixa de couro que prenda o calcanhar ou contorne o peito do pé esteja frouxa (ou apertada demais), o problema é ajustado no mesmo momento.</p>
<p>Contudo, não alimente expectativas com relação ao preço, pois a simplicidade do conceito engana. Atualmente, um par de sandálias abertas, no estilo rasteirinha, tanto feminino quanto masculino, custa R$70. Quando o modelo pede uma fivela para fechar no calcanhar, o preço sobe a R$80. Ficou com vontade de conferir o catálogo de modelos? Ele é digital, mas não está na internet. Fica na câmera digital da família que armazena todos os registros das sandálias já vendidas.</p>
<p><em>Por <strong>Jennifer Ann Thomas</strong>, repórter do <strong>GUIA QUATRO RODAS</strong></em></p>
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		<title>O bumba meu boi de São Luís 400 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 00:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[400 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[O Bumba-Meu-Boi, uma das festas mais tradicionais do Nordeste, em São Luís, capital do Maranhão que completa 400 anos em 2012 <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/08/29/bumba-meu-boi-de-sao-luis-400-anos/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012 é ano de festa em <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-ma-sao-luis">São Luís</a></strong>. A cidade completa <strong>400 anos</strong> no dia 8 de setembro com a frase &#8220;a história que toda capital gostaria de ter&#8221;. A notícia do <span style="line-height: 24px">viajeaqui</span> anuncia a <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/sao-luis-maranhao-aniversario-400-anos-shows-setembro-noticias">agenda das comemorações</a> que acontecem durante todo mês de setembro. E aqui no Blog do GUIA QUATRO RODAS conto um pouco do que encontrei por lá durante minha viagem para o <strong>GUIA BRASIL 2013</strong>.</p>
<p>Um dos momentos para celebrar os 400 anos da <strong>capital do Maranhão</strong> foi durante as festas do <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-ma-sao-luis-atracao-bumba-meu-boi">bumba meu boi</a></strong>, uma das mais tradicionais do Nordeste, que acontece todos os anos no mês de junho.</p>
<div id="attachment_229562" class="wp-caption aligncenter" style="width: 614px"><span><img class="size-full wp-image-229562" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/08/tela_saojoao_ok.jpg" alt="" width="614" height="456" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Bairros de São Luís ganharam palcos para apresentações do bumba meu boi / Foto: Jennifer Ann Thomas</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>As apresentações do bumba acontecem nas principais regiões da cidade e nenhuma têm mais ou menos visibilidade. Os grupos fazem rodízio entre os palcos, então todos os bairros têm a mesma programação, mas em dias alternados.</p>
<div id="attachment_229572" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><span><img class="size-full wp-image-229572" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/08/bumba_meu_boi_ok.jpg" alt="" width="600" height="800" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>A festa do bumba meu boi é inspirada na história da grávida com desejo de comer a língua do seu boi preferido / Foto: Jennifer Ann Thomas</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Os grupos têm estilos diferentes, chamados de <strong>sotaques</strong>, que são divididos em <strong>orquestra</strong>, <strong>baixada</strong>, <strong>costa de mão</strong>,<strong> zabumba</strong> e <strong>matraca</strong>. As diferenças entre eles são os instrumentos usados, o ritmo da música e o próprio sotaque da cantoria.</p>
<p>Em meio às variações, uma coisa é certa: todos têm gente bonita mostrando o que há de mais belo do Brasil em cima do palco.</p>
<div id="attachment_229602" class="wp-caption aligncenter" style="width: 615px"><span><img class="size-full wp-image-229602" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/08/mulher_gravida_2.jpg" alt="" width="615" height="409" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Cena faz referência à mulher que pediu para comer a língua do seu boi preferido por desejo de grávida / Foto: Jennifer Ann Thomas</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Além dos grupos que já participam há anos do Festival, alguns participantes são novatos na arte do bumba meu boi. Mas não tem problema. Não precisa se esforçar muito para esbanjar charme e graça quando se é um integrante tão &#8220;pequeno&#8221; do grupo.</p>
<div id="attachment_229492" class="wp-caption aligncenter" style="width: 518px"><span><img class="size-large wp-image-229492" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/08/foto_sao_luis1-518x800.jpg" alt="" width="518" height="800" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Pequenos participantes da apresentação do bumba-meu-boi ganham destaque no palco / Foto: Jennifer Ann Thomas</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p><em>Por <strong>Jennifer Ann Thomas</strong>, repórter do <strong>GUIA QUATRO RODAS</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Procurando Nemo em Fernando de Noronha</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 19:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto o barco avança mar adentro, é difícil identificar se o leve enjoo que sinto se deve ao balanço agitado das ondas ou ao nervosismo de saber que dentro de alguns minutos estarei debaixo d’água, a até 12 metros de &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/06/21/procurando-nemo-em-fernando-de-noronha/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_229252" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><span><img class="size-full wp-image-229252" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/06/mergulho-batismo1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Mar de Noronha: mil peixes coloridos / Foto: Operadora Águas Claras</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Enquanto o barco avança mar adentro, é difícil identificar se o leve enjoo que sinto se deve ao balanço agitado das ondas ou ao nervosismo de saber que dentro de alguns minutos estarei debaixo d’água, a até 12 metros de profundidade, com a respiração dependendo exclusivamente de equipamentos como o cilindro e o regulador de pressão. É o meu <strong>mergulho de estreia</strong> e a expectativa é altíssima, mas logo percebo que meus companheiros de <strong>batismo</strong> – como é chamada a atividade quando feita pela primeira vez – também mostram sinais de apreensão. A grande questão é: “e se eu entrar em pânico e não conseguir controlar a respiração, será que dá para subir à superfície a tempo?”. Os instrutores garantem que sim – e que é muito raro esse tipo de situação.</p>
<p>No barco, é dada uma explicação sobre como liberar a água que pode invadir a máscara e, o mais importante, como fazer para “equalizar”, ou seja, aliviar a pressão que aumenta com a profundidade e incomoda muito o ouvido. Ok, tudo parece muito simples, mas a primeira dificuldade surge antes mesmo de entrar no mar: colocar a roupa de neoprene, tão apertada que exige flexibilidade e desenvoltura. Depois, ainda é preciso ajustar o cilindro, o colete, a máscara e o pé de pato.</p>
<p>Ao levantar, sinto-me uma astronauta, com tanta parafernália sobre as costas. Então chega a hora de ir caminhando a passos largos até a beiradinha do barco. Um, dois três e&#8230; tchuuuumm, lá estou eu, na água fria, boiando desajeitadamente. Logo sou amparada pelo meu instrutor, que fica ao meu lado e controla os equipamentos durante os exatos 30 minutos de mergulho. Ele me ajuda a manter a calma, e repassa os movimentos mais importantes.</p>
<p>Estamos no ponto conhecido como <strong>Cagarras</strong>, nas chamadas <strong>Ilhas Secundárias</strong> (conjunto de pequenas ilhas no entorno de <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-pe-fernando-de-noronha">Noronha</a>). Iniciamos a descida, devagarinho. No início, levo um tempo até conseguir me entender com a pressão no ouvido. Cada vez que vamos mais fundo, sinto uma dor cortante, e tento equalizar diversas vezes, sem sucesso. Dá vontade de continuar mesmo assim, o que pode ser perigoso. A regra é fazer o movimento quantas vezes for preciso, e sempre aliviar a pressão antes de seguir. Nesse impasse, vejo o primeiro peixe colorido dançando à minha frente. Rapidamente, todos os medos vão literalmente por água abaixo. A infinidade de espécies que se observa é fascinante. Sou surpreendida por uma arraia, por uma tartaruga, pelos peixes se alimentando nas paredes dos corais&#8230;</p>
<p>Quando já me sinto à vontade para descer ainda mais, percebo que o instrutor começa a me levar para a superfície. “Mas já?”. Sim, infelizmente ele faz o sinal para subirmos. Já estava devidamente batizada, mas a aventura foi tão legal e passou tão rápido que foi como se eu não tivesse aproveitado todo o potencial da experiência.</p>
<p>Por isso, decido fazer o mergulho outra vez, agora em outro ponto, a <strong>Ilha do Meio</strong>. Para mim, o local impressiona mais que o primeiro, por dar a sensação de ser mais amplo, fundo e inexplorado. Um momento de êxtase: entro em uma corrente marítima e sou, como no filme <em>Procurando Nemo</em>, empurrada pela correnteza, com os peixes passando rapidamente ao meu lado. A sensação é de liberdade absoluta. Foi tão divertido que, mais uma vez, quero fazer de novo. Fisgada pela experiência, já decidi o próximo passo: matricular-me em um curso para seguir explorando as profundezas do mar.</p>
<p><em>Por <strong>Luana Lila</strong>, repórter do <strong>GUIA QUATRO RODAS</strong></em></p>
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		<title>Caipira e Gourmet</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 22:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carne de lata, leitão à pururuca, frango ao molho pardo, costelinha com ora-pro-nóbis&#8230;. Gonçalves, na Serra da Mantiqueira, reúne o melhor da cozinha mineira e ainda reserva uma cena gastronômica variada, com restaurantes que priorizam ingredientes de produtores do entorno. &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/04/26/caipira-e-gourmet/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228832" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-228832" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/04/Goncalves-Minas-Gerais-Kitanda-Brasil-geleias-620x413.jpg" alt="" width="620" height="413" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>As geleias e compotas do Kitanda Brasil / Foto: Chris Ceneviva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Carne de lata, leitão à pururuca, frango ao molho pardo, costelinha com ora-pro-nóbis&#8230;. <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-mg-goncalves" target="_blank">Gonçalves</a></strong>, na Serra da Mantiqueira, reúne o melhor da cozinha mineira e ainda reserva uma cena gastronômica variada, com restaurantes que priorizam ingredientes de produtores do entorno. Com pouco mais de quatro mil habitantes, a cidade está cercada de sítios com trutários, roças, pomares e pastos habitados por vacas leiteiras. <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-mg-goncalves-restaurante-da-vilma" target="_blank">O sítio da Vilma</a></strong>, no bairro dos Venâncios, é um deles, mas que também funciona como restaurante – os franguinhos que ciscam ao redor das mesas e os porcos que você escuta a metros dali vão parar no bufê sobre o fogão a lenha da Vilma – caseiro, saboroso e fresquinho.</p>
<p>No estrelado <strong><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-mg-goncalves-restaurante-kitanda-brasil" target="_blank">Kitanda Brasil</a></strong>, a chef Tanea Romão só trabalha com produtos que estão a no máximo 200 km de Gonçalves – exceto alguns ingredientes especiais trazidos do Pará, como o cupuaçu e o taperebá, dois dos mais de 300 sabores que compõem a linha de geleias, chutneys e cremes produzidos na fábrica artesanal do restaurante (R$ 15, em média). Elaboradas com frutas que provêm de um sítio de Paraibuna, no interior de São Paulo, açúcar orgânico e pectina natural (substância extraída de maçãs que transforma a polpa em consistência de geleia), as compotas de Tanea têm sabor marcante. Quem já foi ao Kitanda já deve ter experimentado várias dessas combinações um tanto originais: geleia de framboesa com pimenta rosa, creme de cambuci com cachaça, geleia de frutas do bosque com massala&#8230;</p>
<div id="attachment_228802" class="wp-caption aligncenter" style="width: 533px"><span><img class="size-large wp-image-228802" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/04/Goncalves-Minas-Gerais-Kitanda-Brasil-torresmo-533x800.jpg" alt="" width="533" height="800" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Torresminho: couvert do menu-degustação do Kitanda Brasil / Foto: Chris Ceneviva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<div id="attachment_228792" class="wp-caption aligncenter" style="width: 533px"><span><img class="size-large wp-image-228792" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/04/Goncalves-Minas-Gerais-Kitanda-Brasil-biscoito-de-polvilho-533x800.jpg" alt="" width="533" height="800" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Biscoito de polvilho com geleia de pimenta biquinho, parte do menu-degustação do Kitanda Brasil / Foto: Chris Ceneviva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<div id="attachment_228812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-228812" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/04/Goncalves-Minas-Gerais-Kitanda-Brasil-bolinho-de-arroz-620x365.jpg" alt="" width="620" height="365" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Bolinho de arroz com queijo do menu-degustação do Kitanda Brasil / Foto: Chris Ceneviva</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>As geleias e chutneys também aparecem nas receitas. No caso do torresminho, do biscoito de polvilho e do bolinho de arroz com queijo, servidos no couvert do menu-degustação (R$ 44), elas servem como guarnição. Em pratos como a costela de boi marinada em chutney de manga ou o medalhão de filé mignon com creme de chocolate e cachaça, elas fazem o papel de condimento. “Fui na contramão. Comecei a cozinhar por conta das geleias, pois queria mostrar que eram produtos para serem usados pra temperar as receitas, e não só como acompanhamento.”, explica Tanea.</p>
<div id="attachment_228842" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-large wp-image-228842" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/04/Goncalves-Minas-Gerais-Kitanda-Brasil-medalhao-620x465.jpg" alt="" width="620" height="465" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Sabor agridoce: medalhão de filé mignon com creme de chocolate com cachaça / Foto: Tanea Romão</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Uma versão tropicalizada do clássico creme inglês <em>lemon curd</em>, muito usado em confeitaria, feito de manteiga e ovos, os cremes de Tanea levam frutas brasileiras – cambuci, pitanga, araçá, uvaia, jabuticaba e juçara (o coquinho da palmeira, que tem a mesma cor do açaí) – e no Kitanda servem para incrementar sobremesas e realçar as saladas.</p>
<p>Não só para uso próprio, há mais de uma década Tanea faz as compotas para muitas marcas conhecidas, como a Casa Santa Luzia, a Loja do Chá (usa chás como temperos) e a Bombay, todos de São Paulo. Os sabores da marca Kitanda Brasil são vendidos no Empório Chiapetta, no Mercado Municipal da Cantareira de São Paulo, e em empórios de Brasília, Belo Horizonte e Goiânia. Mas se tiver a chance de ir até o Sul de Minas, vale mesmo é degustá-las nas receitas do menu-degustação, servido no sossegado quintal do restaurante. E ainda incluir no roteiro uma visita ao sítio da Vilma para provar a carne de lata, que consiste em pernil de porco conservado em banha numa grande panela de alumínio – uma embalagem que seria bem mais complexa de ser levada pra casa.</p>
<p><em>Por <strong>Marina Valle</strong>, repórter do <strong>GUIA QUATRO RODAS</strong></em></p>
<p><strong>Kitanda Brasil</strong>. R. Antonio Caetano Rosa, 217, Centro, Gonçalves, MG, (35) 3654-1417; (35) 9942-3620</p>
<p><strong>Restaurante da Vilma</strong>. Estr. Serra da Balança, km 7, Bairro dos Venâncios (7 km de terra), Gonçalves, MG, (35) 9837-0896</p>
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		<title>Quando a nudez não é tão natural assim</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 20:38:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Repórter visita praia de naturismo, a Praia do Pinho, em Santa Catarina <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/04/10/praia-de-nudismo-pinho-santa-catarina/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228702" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><span><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/04/10/praia-de-nudismo-pinho-santa-catarina/praia-do-pinho-p/" rel="attachment wp-att-228702"><img class="size-full wp-image-228702" title="Praia do Pinho, em Santa Catarina" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/04/Praia-do-Pinho-P.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Praia do Pinho, em Santa Catarina / Foto: Juliane Massaoka</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p><em>Por Juliane Massaoka</em></p>
<p>Cheguei à <strong>Praia do Pinho</strong>, no litoral de <strong>Santa Catarina</strong>, por acaso. Sabia que cedo ou tarde teria que ir até lá, pois estava na programação da viagem a Balneário Camboriú, mas não havia programado a visita para aquele momento. Estava indo da praia do Estaleiro para a Central pela Rodovia Interpraias (que liga praias vizinhas a Balneário) para almoçar, quando vi a entrada com bandeirinhas dizendo “Praia do Pinho, seu bem estar ao natural”. Resolvi parar para ver como era.</p>
<p>Apesar de bem sinalizada, a entrada para a praia não é livre. Um estacionamento na única área de acesso para carros tem cancela e cobra 10 reais antecipados. Paguei o preço e ganhei um folder explicando o naturismo: “um modo de vida em harmonia com a natureza, caracterizado pela prática da <strong>nudez social</strong>, que tem por intenção encorajar o auto respeito, o respeito pelo próximo e o cuidado com o meio ambiente”. Além disso, deixava clara a expressa proibição de qualquer ato de caráter sexual ou obsceno na praia. Dizia que é “proibido constranger, através de atitudes passivas ou ativas (olhares, gestos ou ações)”. Também havia a informação de que existe uma área de adaptação onde visitantes podem ficar com roupa, mas que na areia a nudez seria obrigatória.</p>
<p>Estacionei o carro sem pressa alguma. Pensei em  ficar na área de adaptação, apenas observando, mas logo percebi que não daria certo. O único bar ali estava vazio e, por causa da vegetação, não dava pra ver a areia. Tomei coragem e fui até o quiosque na beira da areia perguntar sobre o aluguel de cadeira e guarda sol. Mais 10 reais. Paguei.</p>
<p>O rapaz que estava ali me deu uma cadeira e uma toalha. “Todo mundo senta pelado nessas cadeiras, né? As toalhas a gente lava sempre”, disse. Depois desta informação animadora ele disse que levaria o guarda-sol pra mim. Fui andando, ainda vestida, pela areia para procurar um lugar. Decidi ficar entre um grupo de argentinos sessentões com homens e mulheres – o tipo de turista que lota Balneário Camboriú depois do carnaval – e um casal bem jovem. Coloquei a cadeira mais para trás e sentei.</p>
<p><strong>Tirando a roupa</strong></p>
<p>Chegou a hora. Para ficar ali teria que tirar a roupa. Ao contrário do que diziam as bandeirinhas, fazer isso não foi nada natural. Olhei para os lados, vi aquele grupo com senhoras e me senti um pouco melhor. Ali não havia nenhuma gostosona querendo se exibir, como acontece em muitas praias. Ali ninguém parecia ligar para celulite. Não tinha por que ter vergonha do meu corpo. Li e reli a definição de <strong>naturismo</strong> no folder. Natureza, respeito, meio ambiente&#8230; essa é a <em>vibe</em>. Sem caráter sexual, sem maldade. Ok. Aproveitei um momento em que ninguém estava olhando e tirei a blusa. Ninguém olhando. Foi-se o sutiã. Aí tirei as sandálias e fui tirar o shorts. Quando abri o zíper queria me enterrar na areia de tanta vergonha.</p>
<p>Acontece que nessa vida de viagens seguidas e pouco tempo para lavar roupas, as calcinhas vão ficando cada vez mais raras dentro da mala. Como é o tipo de peça que não dá pra repetir, numa emergência comprei um pacote em uma loja de departamentos. Desses pacotes que vêm com várias cores diferentes. Várias cores. E nesse dia eu estava usando qual? A amarela. Uma enorme calcinha amarelo-bebê, que mais parecia uma cueca. Mais um problema de ir à Praia do Pinho sem planejamento: por mais que seja uma praia de nudismo, é preciso escolher bem a roupa a ser tirada.</p>
<p>Bom, no fim das contas isso ajudou. Fiquei com mais vergonha da calcinha amarela do que de ficar sem roupa. Arranquei rápido o shorts e calcinha, enrolei tudo logo pra esconder aquela peça indecente. Pronto. Estava como manda o figurino (ou melhor, a falta dele). Continuei sentada na cadeira, meio que me escondendo. Aos poucos comecei a me sentir mais à vontade e a observar o local.</p>
<p>No grupo de argentinos tinha mesmo gente de acordo com a descrição do folder. Um pessoal curtindo a natureza, tomando um sol sem se preocupar com mais nada. Homens e mulheres de corpos imperfeitos. Seios de diversos tamanhos e formatos. Alguns bem caídos. Depilações de modelos variados. Pelos pubianos já meio grisalhos. Órgãos sexuais de todo tipo expostos ao sol. Dizer que estava todo mundo como veio ao mundo seria uma mentira – cicatrizes acusavam cirurgias plásticas em alguns – mas era quase isso.</p>
<p>Tinha também alguns exibicionistas. Um velhinho alto de porte atlético desfilava de peito inflado de um lado para o outro. Tinha também um “tiozão” com uma barriga de chope imensa e dura, daquelas que fazem parecer que o homem está grávido. E, embaixo dela, uma visão surpreendente. Ele sabia que destoava do resto e andava pra lá e pra cá todo sorridente.</p>
<p>O casal jovem à direita estava num clima de romance. Eram os dois corpos mais bonitos do lugar. Deitaram um pouco, depois passaram protetor solar um no outro bem demoradamente. Um outro casal jovem veio caminhando do outro lado da praia e entrou no mar. O que estava na areia ao meu lado resolveu fazer a mesma coisa.</p>
<p>Vendo os dois casais no mar fiquei com vontade de ir também. Depois que eles voltaram decidi entrar na água. Travei mais uma vez. Ali atrás, na minha cadeira, eu estava quase que escondida. Para ir até a água teria que cruzar toda a faixa de areia, certamente todo mundo olharia. Fiquei um tempão travada na cadeira, sem conseguir levantar, até que o rapaz do quiosque me trouxe o guarda-sol. Ele parou do meu lado e começou a fazer um buraco na areia. Aquilo chamou a atenção de todo mundo e, de repente, todos olhavam na minha direção. Bom, definitivamente não tinha mais o que esconder. Meio sem jeito levantei e fui para a água.</p>
<p>O mar estava bem agitado, ondas fortes obrigavam quem estava na água a mergulhar e pular o tempo todo. Aí eu entendi a coisa da harmonia com a natureza. Entrar nua no mar é algo que vale a pena.</p>
<p><strong>Praticar atos de caráter sexual (na praia) é proibido</strong></p>
<p><strong></strong>Na volta para a cadeira, comecei a sentir mais olhares. Depois que sentei, o tiozão da barriga de chope (e bem-dotado) passou umas três vezes na minha frente. Cada vez mais perto. O velhinho exibido também parou na minha direção. Ele virava de frente e de costas, tipo modelo na passarela. Mas o que eu achei mais estranho foi o rapaz bonitão do casal ao lado. Ele parecia estar me olhando e parecia estar sorrindo.</p>
<p>Parecia não, ele estava me olhando e sorrindo. E com namorada linda ao lado. Aí ele conversava um pouco com ela, trocavam carinhos e ele voltava a me olhar. Não, não devia ser pra mim, mas parecia.</p>
<p>Aí ele se virou. Estava deitado de frente para o mar e virou de frente para mim. Para mim? Não. Deve ser o sol. Às vezes acontece de as pessoas na areia se deitarem de acordo com o sol, para bronzear melhor. Mas o rapaz olhava fixamente para mim e sorria. E fazia carinho na namorada. E ela nele. Os dois conversavam numa boa. E ele voltava a me olhar.</p>
<p>Bom, já tinha feito tudo o que se tem para fazer em uma praia de naturismo. Decidi ir embora. Peguei minha roupa e fui para a ducha na grama. O velho exibido veio também. Tomei banho com ele há menos de dois metros de mim. Desviei o olhar e fiquei enrolando na ducha até ele sair de perto. Vesti rapidinho minha calcinha amarela e todo o resto, peguei minhas coisas e fui embora.</p>
<p>Chegando no carro, ouço naquele sotaque cantadinho de catarinense: “Estás indo embora?”. Olhei pra trás. Era o bonitão do casal. Entrando no carro respondi que sim. Ele se abaixou na minha janela.</p>
<p><em>       &#8211; Tu já saíste com um casal antes?</em></p>
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		<title>A grande oferta da Tapas Week</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 21:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guia-quatro-rodas</dc:creator>
				<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[chistorra]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Valese]]></category>
		<category><![CDATA[oferta de tapas]]></category>
		<category><![CDATA[tapas]]></category>
		<category><![CDATA[Tapas Week]]></category>
		<category><![CDATA[Torero Valese]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Castanho visita o Torero Valese durante a 2ª edição da Tapas Week em São Paulo e dá a boa notícia: há uma oferta de tapas sem previsão de término na casa <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/2012/02/08/a-grande-oferta-da-tapas-week/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 601px"><span><img class="size-large wp-image-228361" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/02/Tapas-week_med-601x800.jpg" alt="" width="601" height="800" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Menu degustação do Torero Valese durante a segunda edição da Tapas Week / Foto: Divulgação</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Sair para tapear (leia-se, comer tapas) já não pode ser entendido como uma moda passageira em São Paulo e no Rio de Janeiro. Pegando carona na crescente fama da cozinha espanhola de vanguarda, o ancestral hábito de petiscar ganhou corações e estômagos nas duas capitais. Quer uma prova que vai além da recente onda de inaugurações de casas da referida especialidade? Desde a sexta-feira passada, dia 3 de fevereiro, acontece em São Paulo a <a title="Tapas Week ganha 2ª edição de 3 a 11 de fevereiro, em São Paulo" href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/2-tapas-week-de-3-a-11-de-fevereiro-em-sao-paulo" target="_blank">segunda edição da Tapas Week</a>, que termina neste sábado, dia 11. Nada muito fora do comum numa Babel culinária como a capital paulista&#8230; se a promoção não fosse realizada apenas três meses depois da <a title="1ª edição da Tapas Week reúne 5 restaurantes de culinária espanhola em SP" href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/noticias-1-edicao-da-tapas-week-reune-5-restaurantes-de-culinaria-espanhola-em-sao-paulo" target="_blank">primeira edição do evento</a> e não reunisse vários membros da elite gastronômica da cidade.</p>
<p>Quem se lembrou da internacional Restaurant Week – espalhada por 14 cidades brasileiras – precisa saber que a principal semelhança entre os dois eventos é mesmo a palavra “Week”. Mesmo prestigiada, a <strong>Tapas Week</strong> não parece ter a procura ruidosa da <a title="Restaurant Week de Nova York comemora 20 anos em 2012" href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/noticias-restaurant-week-de-nova-york-comemora-20-anos-em-2012" target="_blank">ideia nascida em Nova York</a>, nem os preços supereconômicos daquela promoção global. Restaurantes participantes, como os estrelados <a title="Arola-Vintetres" href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-sp-sao-paulo-restaurante-arola-vintetres-hotel-tivoli-sao-paulo-mofarrej" target="_blank">Arola Vintetres</a> e <a title="Porto Rubaiyat" href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-sp-sao-paulo-restaurante-porto-rubaiyat" target="_blank">Porto Rubaiyat</a>, vendem um menu fixo com tapas frias, quentes, sobremesa e uma taça de vinho por R$ 85; enquanto os bares que aderiram ao projeto nesta edição cobram R$ 55.</p>
<p>Na última sexta, resolvi apostar em um novato no grupo da Tapas Week, mas uma casa experimentada na boa arte de tradicionais petiscos espanhóis, o <a title="Torero Valese" href="http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-sp-sao-paulo-restaurante-torero-valese" target="_blank">Torero Valese</a>. A refeição de porções minimalistas começou fria na boca (e morna no espírito), com <strong>gaspacho</strong> bem temperado – que poderia ter um sabor mais intenso de tomate. Na segunda fase, a <strong>berinjela empanada com queijo brie</strong>, pasta de <strong>tomate catalão</strong> e <strong>manjericão</strong> veio correta na fritura, mas foi quase apagada pelo grosso pedaço de brie.</p>
<div id="attachment_228351" class="wp-caption aligncenter" style="width: 595px"><span><img class="size-large wp-image-228351" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/02/PulpoaoPomodori-595x800.jpg" alt="" width="595" height="800" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Pulpo ao Pomodori do Torero Valese / Foto: Divulgação</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>As coisas ganharam emoção mesmo quando o menu entrou em uma fase aquática. O pedaço de <strong>polvo</strong> montado em uma fatia de pão, regado com azeite e decorado com crisp de alho-poró desfilou na mesa com bom frescor, ótimo tempero e um cozimento elogiável. O mesmo aconteceu com o camarão-rosa grande da receita de <strong>gambas al ajillo</strong>, que estourava na boca. Quando mordi os <strong>anéis de lula</strong>, preparada na própria tinta com creme de grão-de-bico, tive certeza de que estava diante de um especialista em cozimento de frutos do mar. O prato ainda tinha o mérito de trazer um molho com sabor evidente da tinta do molusco, mas sem o peso e a monotonia de muitas preparações por aí.</p>
<div id="attachment_228341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 620px"><span><img class="size-full wp-image-228341 " src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/guia-quatro-rodas/files/2012/02/Chistorra-com-tomate-confit-cebolas-carameladas-e-batatas_med.jpg" alt="" width="620" height="386" /></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p><strong>Tapa de chistorra com tomate confit, cebolas carameladas e batatas / Foto: Divulgação</strong></p></div><div class="clear"></div></div>
<p>O menu ainda teve desfecho com chave de ouro em um plano terrestre: <strong>chistorra</strong> (linguiça espanhola levemente apimentada) com batata, cebola caramelada e tomate confit. O embutido típico estava bem gostoso e os acompanhamentos apareceram de forma equilibrada (exceção para a batata um pouco crua). Uma pena eu ter fugido do rol de receitas do Tapas Week para satisfazer meu desejo por algo doce (o Torero Valese não incluiu sobremesa no menu do evento). Tive que pedir a conta com um gostinho amargo de uma <strong>crema catalana</strong> (R$ 12,90) pesada, coberta com uma crosta de açúcar equivocada (daquelas que não quebram ao toque da colher e ainda grudam nos dentes).</p>
<p>A surpresa mais interessante da noite, entretanto, estava reservada para a conta – e foi ótima. Ao olhar a fatura, descobri que tinha comido um menu de tapas digno de um bom restaurante espanhol com preço de boteco (R$ 55). Apesar do interessante cardápio de pratos principais (<strong>paella marinera</strong>; <strong>robalo com arroz negro</strong> e <strong>chips de mandioquinha</strong>; <strong>costeletas de cordeiro ao molho de vinho do Porto e Jerez</strong>), o chef e proprietário <strong>Juliano Valese</strong> preferiu entrar no evento gastronômico na lista de bares (no salão, ele me falou algo sobre o tom despojado da casa e a simplicidade das mesas sem toalhas). Sorte nossa. Para quem não puder aproveitar essa bela oferta (disponível apenas nos jantares) até o próximo sábado, bom saber que o Torero Valese seguirá com uma <strong>oferta</strong> pré-Tapas Week (sem previsão de término). Nas noites de quinta a sábado, um balcão com quatro lugares pode ser reservado para um menu degustação com até dez tipos de tapas ao preço de R$ 79.</p>
<p>Por<strong> Ricardo Castanho</strong></p>
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