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	<title>Por dentro do Rio</title>
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	<description>Constance Escobar é carioca, formada em gastronomia e apaixonada pelo Rio de Janeiro, cidade onde nasceu, cresceu e que não larga nunca. Entre uma mesa e outra, ela entrega aqui os encantos da cidade</description>
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		<title>Bem-vindas mudanças no Olympe</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jardim Botânico]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes no Jardim Botânico]]></category>
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		<description><![CDATA[Já há algum tempo, eu sentia falta de renovação no Olympe. Nas últimas visitas, sempre comi muito bem, tudo dentro da inquestionável excelência da casa, mas me parecia faltar movimento, mudança. No segundo semestre do ano passado, quando vi o &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-01/" rel="attachment wp-att-30271"><img class="aligncenter size-full wp-image-30271" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-01.jpg" alt="" width="430" height="321" /></a>Já há algum tempo, eu sentia falta de renovação no Olympe. Nas últimas visitas, sempre comi muito bem, tudo dentro da inquestionável excelência da casa, mas me parecia faltar movimento, mudança. No segundo semestre do ano passado, quando vi o restaurante reformado, pensei: tomara que os novos pratos prometidos por Claude e Thomas Troisgros façam ao cardápio o mesmo bem que a reforma fez à fachada&#8230; Estive lá mês passado e ouso dizer que fizeram, sim. Embora, particularmente, ache que as renovações ainda não tenham ido tão longe quanto poderiam&#8230;<br />
Ao lado dos pratos tradicionais e do menu confiance, há o menu vegetariano e a degustação de cinco passos em torno das criações mais recentes da dupla. Fiquei com o menu criação. E confesso que desde o falso ossobuco de pupunha – que é um dos meus eternos favoritos na casa – eu não me entusiasmava tanto com a cozinha do Olympe.<br />
A primeira entrada foi uma inspirada terrine de foie gras com palmito pupunha e lascas de rapadura. A untuosidade do foie, a crocância do palmito, a doçura da rapadura, tudo convergia pra um resultado feliz. Depois de já ter comido foie gras de tanto jeito diferente, é muito bom ainda me surpreender.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-02/" rel="attachment wp-att-30281"><img class="aligncenter size-full wp-image-30281" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-02.jpg" alt="" width="430" height="290" /></a><br />
Em seguida, outra bela entrada: tenros lagostins, envoltos em capinha crocante de batata doce, repousavam sobre finíssima lâmina de batata doce agridoce. Tradução da delicadeza.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-03/" rel="attachment wp-att-30291"><img class="aligncenter size-full wp-image-30291" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-03.jpg" alt="" width="430" height="312" /></a><br />
O Ovo Borscht foi outro acerto. A beterraba, que virou figura quase obrigatória em cardápios contemporâneos, aqui contracena com um ovo poché, preparado no caldo de sua cocção. A gema se derrama sobre batatinhas palha e uma cama de purê de beterrabas. Um consommé de galinha caipira e shitake completa o prato.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-04/" rel="attachment wp-att-30301"><img class="aligncenter size-full wp-image-30301" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-04.jpg" alt="" width="430" height="294" /></a><br />
Enfim, uma trilha em crosta de Pata Negra com peras ao vinho, que achei um tom abaixo dos demais pratos, inclusive na execução (o peixe estava um tanto ressecado).</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-05/" rel="attachment wp-att-30311"><img class="aligncenter size-full wp-image-30311" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-05.jpg" alt="" width="430" height="276" /></a><br />
Quanto às sobremesas, elas sempre me pareceram estar aquém de tudo mais no Olympe. Essa impressão permanece. Era a isso que me referia quando disse que as renovações no cardápio não foram tão longe quanto poderiam. Revisitei as deliciosas panquecas soufflé de maracujá, um clássico de Claude, em cartaz há décadas. E, entre as que ainda não havia experimentado, escolhi os dados de chocolate Amma, que não passavam de três fondants de chocolate, acompanhados de coulis de maracujá, creme inglês e coulis de frutas vermelhas. Não é que não estivessem bons. A questão é que de um restaurante como o Olympe eu espero mais no desfecho do meu jantar.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-06/" rel="attachment wp-att-30321"><img class="aligncenter size-full wp-image-30321" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-06.jpg" alt="" width="430" height="263" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bem-vindas-mudancas-no-olympe/olympe-07/" rel="attachment wp-att-30331"><img class="aligncenter size-full wp-image-30331" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/02/Olympe-07.jpg" alt="" width="430" height="282" /></a></p>
<p><strong>Olympe</strong> – Rua Custódio Serrão 62 – Jardim Botânico<br />
<a href="http://www.claudetroisgros.com.br/" target="_blank">http://www.claudetroisgros.com.br/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As atualizações do blog você também acompanha no <a href="http://twitter.com/consescobar" target="_blank">meu twitter</a></p>
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		<title>Empório Casa Carandaí abre as portas no Jardim Botânico</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 03:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim Botânico]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes no Jardim Botânico]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Bares e Restaurantes no Jardim Botanico]]></category>
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		<category><![CDATA[Janjão]]></category>
		<category><![CDATA[João Luiz Garcia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma nova delicatessen abriu as portas nesta terça-feira com a promessa de diminuir o vazio deixado com o fim da matriz do Garcia &#38; Rodrigues. Não tem o tamanho nem a envergadura daquele, mas já traz um grande alento. E, &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-01/" rel="attachment wp-att-29531"><img class="aligncenter size-full wp-image-29531" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-01.jpg" alt="" width="450" height="345" /></a>Uma nova delicatessen abriu as portas nesta terça-feira com a promessa de diminuir o vazio deixado com o <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/garcia-e-rodrigues-fecha-as-portas-no-leblon/" target="_blank">fim da matriz do Garcia &amp; Rodrigues</a>. Não tem o tamanho nem a envergadura daquele, mas já traz um grande alento. E, curiosamente, chega pelas mãos de João Luiz Garcia, o Janjão, idealizador e um dos fundadores da extinta casa do Leblon.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-02/" rel="attachment wp-att-29541"><img class="aligncenter size-full wp-image-29541" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-02.jpg" alt="" width="350" height="524" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-03/" rel="attachment wp-att-29551"><img class="aligncenter size-full wp-image-29551" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-03.jpg" alt="" width="350" height="487" /></a>Trata-se, na verdade, de um misto de delicatessen, rotisserie e padaria, abrigada num belo casarão da rua Lopes Quintas. Nas prateleiras, vinhos, azeites, geleias, doces, queijos e embutidos de diversas procedências. Numa breve conversa com Janjão e Nick (sua esposa e sócia), o casal revelou que, embora, hoje, os produtos estrangeiros respondam pela maior parte do que está à venda na loja, a intenção é ir mudando essa balança aos poucos. Ainda que saibam que, muitas vezes, é mais difícil trazer um produto de Minas Gerais do que da França ou da Itália, parecem dispostos a enfrentar as dificuldades. Particularmente, acho que andam bem se levantarem a bandeira do produto brasileiro. Hoje já se encontram ali goiabada e mangada de Ponte Nova, embutidos da Frigor Cinque, doces e compotas do Rio Grande do Sul. Mas, de tudo o que vi nessa primeira visita, pra mim, não há mérito maior do que o de trazer ao público alguns queijos brasileiros artesanais como o Canastra (de Minas Gerais) e o Serrano (do Rio Grande do Sul), feitos com leite cru, nossas pérolas “fora da lei”. Comprar desses pequenos produtores, divulgar esses produtos e criar mercado pra eles é uma forma de fortalecer esse patrimônio que é nosso.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-04/" rel="attachment wp-att-29561"><img class="aligncenter size-full wp-image-29561" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-04.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-06/" rel="attachment wp-att-29581"><img class="aligncenter size-full wp-image-29581" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-06.jpg" alt="" width="350" height="456" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-07/" rel="attachment wp-att-29591"><img class="aligncenter size-full wp-image-29591" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-07.jpg" alt="" width="420" height="329" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-08/" rel="attachment wp-att-29601"><img class="aligncenter size-full wp-image-29601" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-08.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-09/" rel="attachment wp-att-29611"><img class="aligncenter size-full wp-image-29611" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-09.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-10/" rel="attachment wp-att-29621"><img class="aligncenter size-full wp-image-29621" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-10.jpg" alt="" width="350" height="499" /></a>Além dos queijos, trouxe pra casa alguns pães recém-saídos dos fornos da padaria. Não há pães de fermentação natural, mas achei acima da média os que experimentei, especialmente, considerando que a casa contava apenas algumas horas de vida quando estive lá. Boa baguete, firme, com crosta crocante. Gostei também do pão lituano, feito com kümmel. E ainda há mais por vir: os proprietários prometem começar a servir café da manhã a partir de abril.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-11/" rel="attachment wp-att-29631"><img class="aligncenter size-full wp-image-29631" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-11.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/emporio-casa-carandai-abre-as-portas-no-jardim-botanico/casa-carandai-12-2/" rel="attachment wp-att-29671"><img class="aligncenter size-full wp-image-29671" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Casa-Carandaí-121.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><strong>Casa Carandaí</strong> – Rua Lopes Quintas 165 – Jardim Botânico</p>
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		<title>Bazzar Café, na Livraria da Travessa: boa opção pro café da manhã nos fins de semana</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 11:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Café-da-manhã]]></category>
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		<description><![CDATA[Tomar café da manhã fora é um dos meus programas prediletos. Já falei aqui sobre alguns dos meus lugares favoritos pra isso, como a Escola do Pão e a Casa da Táta, que revisito constantemente. Mas estou sempre à procura &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-01/" rel="attachment wp-att-29171"><img class="aligncenter size-full wp-image-29171" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-01.jpg" alt="" width="450" height="320" /></a>Tomar café da manhã fora é um dos meus programas prediletos. Já falei aqui sobre alguns dos meus lugares favoritos pra isso, como a Escola do Pão e a Casa da Táta, que revisito constantemente. Mas estou sempre à procura de novas e boas opções. Confesso que não acho tão fácil encontrar algo que realmente valha a pena. Quase sempre, a cena se repete: fatia de mamão + pão ordinário + presunto e queijo minas + bolo sem graça. Isso quando não é pior. Num dos meus últimos cafés fora, numa padaria recém aberta, mas já disputada nos fins de semana, conseguiram a proeza de me servir uma cesta de pães que se resumia a quatro ou cinco fatias de pão velho. E não cobraram barato&#8230;</p>
<p>Portanto, quando me deparo com uma proposta honesta, que, minimamente, fuja às fórmulas repetitivas de cada esquina e ofereça comida que, mesmo não sendo extraordinária, esteja acima da média, fico feliz. Foi o que aconteceu no Bazzar Café, na Livraria da Travessa, no último sábado. Já tinha tomado café da manhã na filial do Leblon, mas não tinha achado digno de nota. Quando soube que havia uma nova proposta aos sábados e domingos, fui conferir. Dessa vez, na unidade de Ipanema. A Travessa da rua Visconde de Pirajá é dos meus endereços favoritos na cidade. Adoro começar meus dias ali. Com a chance de um bom café da manhã, tanto melhor&#8230;</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-02/" rel="attachment wp-att-29181"><img class="aligncenter size-full wp-image-29181" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-02.jpg" alt="" width="450" height="315" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-03/" rel="attachment wp-att-29191"><img class="aligncenter size-full wp-image-29191" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-03.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a>Não me arrependi. No lugar da entediante fatia de mamão, começamos com uma boa salada de frutas, acompanhada de uma porçãozinha de mel.  Em seguida, uma cesta com bons pães do Talho Capixaba – eu já andava perdendo a fé no Talho Capixaba, pela sensível queda na qualidade das fornadas mais recentes, mas quase todos os pães do meu café no Bazzar estavam bons de fato. Além dos pães, vieram ovos mexidos e um mini croque-monsieur, servido numa caneca. Meio difícil comer o sanduíche na caneca, mas estava gostoso – embora, particularmente, ache que ficaria ainda melhor com um tantinho menos de bechamel&#8230;</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-04/" rel="attachment wp-att-29201"><img class="aligncenter size-full wp-image-29201" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-04.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-05/" rel="attachment wp-att-29211"><img class="aligncenter size-full wp-image-29211" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-05.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-06/" rel="attachment wp-att-29221"><img class="aligncenter size-full wp-image-29221" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-06.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a>O cream cheese e a manteiga, contrariando o manual do café da manhã na rua, não vieram gelados. Além deles, ainda havia geleias de frutas , um muffin de chocolate (que poderia estar menos seco), um ótimo bolinho de laranja e uma xícara de capuccino.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-07/" rel="attachment wp-att-29231"><img class="aligncenter size-full wp-image-29231" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-07.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-09/" rel="attachment wp-att-29271"><img class="aligncenter size-full wp-image-29271" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-09.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bazzar-cafe-na-livraria-da-travessa-boa-opcao-pro-cafe-da-manha-nos-fins-de-semana/bazzar-cafe-08-2/" rel="attachment wp-att-29281"><img class="aligncenter size-full wp-image-29281" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bazzar-Café-081.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a>Conselho de amiga: além de ser acima da média, o café do Bazzar é farto, portanto, creio que a opção individual sacie a fome de duas pessoas. Pedimos o duplo e tivemos a certeza de que alimentaria três ou mesmo quatro&#8230;</p>
<p><strong>Bazzar Café</strong> – Rua Visconde de Pirajá 572 &#8211; Ipanema</p>
<p><a href="http://www.bazzar.com.br" target="_blank">http://www.bazzar.com.br</a></p>
<p>As atualizações do blog você também acompanha no <a href="http://twitter.com/consescobar" target="_blank">meu twitter</a></p>
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		<title>Irajá, a nova casa do chef Pedro de Artagão</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botafogo]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes em Botafogo/Humaitá]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[chef Pedro de Artagão]]></category>
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		<category><![CDATA[restaurante Irajá]]></category>
		<category><![CDATA[rua Conde de Irajá]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tinha comentado nesse post aqui que, entre as inaugurações que aconteceram na reta final de 2011, a que mais me gerou expectativa havia sido o Irajá. Gostava muito do trabalho que Pedro de Artagão vinha fazendo no Laguiole nos &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-01/" rel="attachment wp-att-28831"><img class="aligncenter size-full wp-image-28831" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-01.jpg" alt="" width="450" height="420" /></a></p>
<p>Já tinha comentado<a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/um-2012-animador-no-cenario-gastronomico-carioca-ao-menos-aparentemente/" target="_blank"> nesse post aqui</a> que, entre as inaugurações que aconteceram na reta final de 2011, a que mais me gerou expectativa havia sido o Irajá. Gostava muito do trabalho que Pedro de Artagão vinha fazendo no Laguiole nos últimos anos e, particularmente, achava que sua cozinha merecia outro tipo de ambiente, menos formal e asséptico, mais caloroso. Como é, afinal, a comida que Pedro sempre buscou fazer. Uma cozinha que tem o pé no Brasil, mas busca inspiração em culturas diversas, sempre permeada, de alguma forma, por referências da memória afetiva, o que parece estar ainda mais presente no interessante cardápio da nova casa.</p>
<p>Foi pensando a respeito de tudo isso que me dirigi ao Irajá em dezembro, ainda em seus primeiros dias de vida. O projeto arquitetônico me pareceu  certeiro: deu ao chef, finalmente, um ambiente que dialoga com o tipo de cozinha que ele propõe. O belo espaço na rua Conde de Irajá é meio restaurante, meio casa. Dá vontade de morar na antessala de pé direito alto, paredes de tijolos aparentes e móveis antigos. Nos fundos da casa, o arejado salão, coroado por um jardim vertical, é outro acerto.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-02/" rel="attachment wp-att-28841"><img class="aligncenter size-full wp-image-28841" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-02.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-04/" rel="attachment wp-att-28851"><img class="aligncenter size-full wp-image-28851" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-04.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-03/" rel="attachment wp-att-28861"><img class="aligncenter size-full wp-image-28861" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-03.jpg" alt="" width="350" height="459" /></a>Minhas expectativas, no entanto, seriam frustradas pelo que saiu dos fogões naquela noite. Fui embora sem saber muito bem se era eu que esperava demais &#8211; abrindo, assim, caminho pra decepção &#8211; ou se o problema era o pouco tempo de vida da casa&#8230; Preferi, então, esperar, deixar o tempo agir, antes de pretender formar alguma convicção. Voltei cerca de um mês depois. E ainda não encontrei exatamente o que procurava – o brilho do Artagão dos tempos do Laguiole -, mas fui mais feliz do que na vez anterior.</p>
<p>Na última visita, em vez de me acomodar no salão, arrisquei jantar na antessala mesmo. É preciso fazer certo malabarismo, especialmente se forem mais de duas pessoas a dividir as pequenas mesas, mas o charme do ambiente compensa. Outro bom motivo pra se acomodar ali é que se pode percorrer todo o cardápio de petiscos – no salão de jantar, se não me engano, apenas poucos deles estão disponíveis. E foi o exatamente que fiz: experimentei vários. Talvez tenham sido o melhor da noite. Os chips de mandioca com grana padano e manteiga de garrafa chegaram sequinhos e gostosos. As batatas fritas caseiras (acompanhadas de mostarda, maionese e queijo fundido) são um alento pra quem, como eu, não consegue compreender tanto restaurante se permitindo servir batata congelada&#8230; Provei, ainda, bons croquetes de carne e coxinhas de galinha.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-05/" rel="attachment wp-att-28871"><img class="aligncenter size-full wp-image-28871" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-05.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-06/" rel="attachment wp-att-28881"><img class="aligncenter size-full wp-image-28881" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-06.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a>Já nas entradas, comi uma boa versão de caprese (taí um prato sobre o qual Pedro gosta de se debruçar; já criou algumas versões): creme de mussarela de búfala, tomatinhos doces e bem temperados e delicioso pangrattato. Voltei ao “Galinheiro”, que já tinha experimentado da primeira vez: ovo, demi-glace de galinha, curau de milho e crocante de canjiquinha. Seria uma beleza não fosse o excesso de sal. Na primeira vez, estava muito salgado. Nesta última, tinha menos sal, mas ainda estava um tom acima.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-08/" rel="attachment wp-att-28891"><img class="aligncenter size-full wp-image-28891" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-08.jpg" alt="" width="450" height="346" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-09/" rel="attachment wp-att-28901"><img class="aligncenter size-full wp-image-28901" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-09.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a>Foi nos pratos principais que vi os maiores tropeços. Os gnudis de baroa com molho de funghi eram saborosos, mas faltava sutileza à massa. Na versão de bife à parmegiana, a carne veio além do ponto. Na costelinha ao barbecue com bolo de fubá (outro prato que também esteve no meu percurso na primeira vez), a broa me pareceu um tanto doce pra coadjuvar a costelinha, que já tinha, afinal, a doçura conferida pelo barbecue&#8230;</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-10/" rel="attachment wp-att-28911"><img class="aligncenter size-full wp-image-28911" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-10.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-11/" rel="attachment wp-att-28921"><img class="aligncenter size-full wp-image-28921" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-11.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a>Encerramos com um gostoso bolo de brigadeiro, servido quente com creme inglês, e um bom mil-folhas com frutas vermelhas, em que o creme de confeiteiro ganha leveza com o provável uso do sifão.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-12/" rel="attachment wp-att-28931"><img class="aligncenter size-full wp-image-28931" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-12.jpg" alt="" width="450" height="310" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/iraja-a-nova-casa-do-chef-pedro-de-artagao/iraja-pedro-artagao-13/" rel="attachment wp-att-28941"><img class="aligncenter size-full wp-image-28941" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-Pedro-Artagão-13.jpg" alt="" width="450" height="313" /></a>Por ora, voltaria pra uma noite sem maiores pretensões, me limitando aos petiscos e algumas entradas, ali mesmo, na antessala – a tal onde eu gostaria de morar&#8230; Pra jantar, propriamente, prefiro esperar um pouco mais, dar tempo pra que a cozinha amadureça.</p>
<p><strong>Irajá Gastrô</strong> – Rua Conde de Irajá 109 – Botafogo</p>
<p><a href="http://www.irajagastro.com.br/" target="_blank">http://www.irajagastro.com.br/</a></p>
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		<title>Gávea: onde o Rio ainda é ontem</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Num mundo onde não há mais há mais passos em falso e onde nos vemos cercados de todo tipo de tecnologia pra nos poupar de andar em vão, não há nada como permitir-se, de vez em quando, vagar sem rumo. &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-01/" rel="attachment wp-att-28631"><img class="aligncenter size-full wp-image-28631" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-01.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a>Num mundo onde não há mais há mais passos em falso e onde nos vemos cercados de todo tipo de tecnologia pra nos poupar de andar em vão, não há nada como permitir-se, de vez em quando, vagar sem rumo. Andar sem direção, perder-se intencionalmente pelas ruas de uma cidade. Gosto de fazer isso em qualquer lugar aonde eu vá. No meio de mapas, aplicativos, assentos reservados e horas marcadas, abrir espaço pra um pouquinho de acaso. Não que as cidades não sejam capazes de nos surpreender mesmo quando somos só certezas. Cidades são arquitetadas pra nos surpreender. Mas quando abrimos a alma pra que isso aconteça, elas costumam agradecer.</p>
<p>E se calhou de a minha cidade ser a mais bonita do mundo, seria um sacrilégio dedicar esse exercício só às outras. Às vezes, passo longos meses sem praticar, confesso. Mas aí me cai a ficha e, pra não perder a prática, elejo um bairro onde me perder. Vou, não pra sentar naquele bar, visitar aquele parque, almoçar naquele restaurante, mas pra andar a esmo. Fazer isso é permitir-se dar de cara com aquela casa que nunca antes tinha cruzado seu caminho, dobrar aquela esquina que você nem lembrava mais que estava ali, topar com aquele jardim que você não contemplava há tempos&#8230; Exercício valioso esse.</p>
<p>Dia desses, elegi a Gávea. Vou à Gávea toda semana, mas há quanto tempo não andava por ali sem rumo&#8230; Perder-se pelas ruas menos óbvias do bairro é dar de cara com o Rio de Janeiro das casas nostálgicas, das árvores seculares, dos chãos de paralelepípedos, das ruas onde gente pede passagem a micos e passarinhos&#8230; Deu quase pra matar as saudades de um tempo que eu não vivi.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-02/" rel="attachment wp-att-28641"><img class="aligncenter size-full wp-image-28641" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-02.jpg" alt="" width="450" height="317" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-03/" rel="attachment wp-att-28651"><img class="aligncenter size-full wp-image-28651" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-03.jpg" alt="" width="350" height="594" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-04/" rel="attachment wp-att-28661"><img class="aligncenter size-full wp-image-28661" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-04.jpg" alt="" width="450" height="329" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-05/" rel="attachment wp-att-28671"><img class="aligncenter size-full wp-image-28671" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-05.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-06/" rel="attachment wp-att-28681"><img class="aligncenter size-full wp-image-28681" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-06.jpg" alt="" width="450" height="368" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-07/" rel="attachment wp-att-28691"><img class="aligncenter size-full wp-image-28691" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-07.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-08/" rel="attachment wp-att-28701"><img class="aligncenter size-full wp-image-28701" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-08.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-09/" rel="attachment wp-att-28711"><img class="aligncenter size-full wp-image-28711" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-09.jpg" alt="" width="350" height="548" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-10/" rel="attachment wp-att-28721"><img class="aligncenter size-full wp-image-28721" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-10.jpg" alt="" width="450" height="306" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/gavea-onde-o-rio-ainda-e-ontem/gavea-11/" rel="attachment wp-att-28731"><img class="aligncenter size-full wp-image-28731" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Gávea-11.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a>As atualizações do blog você também acompanha no <a href="http://twitter.com/consescobar" target="_blank">meu twitter</a></p>
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		<title>Arlequim: parada obrigatória pra quem gosta de boa música</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 12:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem transita por esse blog sabe do meu apreço pela Praça XV. É um dos meus cantos favoritos no centro do Rio. As tantas pérolas arquitetônicas fazem daquele um lugar obrigatório pra quem queira ter uma amostra do que foi &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/arlequim-01/" rel="attachment wp-att-28471"><img class="aligncenter size-full wp-image-28471" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Arlequim-01.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a>Quem transita por esse blog sabe do meu apreço pela Praça XV. É um dos meus cantos favoritos no centro do Rio. As tantas pérolas arquitetônicas fazem daquele um lugar obrigatório pra quem queira ter uma amostra do que foi o Rio em outros tempos. O magnífico Paço Imperial, a soberba Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, os nostálgicos sobrados da Travessa do Comércio, que abriga, ainda a comovente Igreja Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores. Além de tanta beleza e poesia, praqueles que gostem de música tanto quanto eu, há um motivo a mais pra ir à Praça XV: ali está a livraria e loja de discos Arlequim, situada no prédio do Paço Imperial.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/paco-imperial-01/" rel="attachment wp-att-28481"><img class="aligncenter size-full wp-image-28481" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Paço-Imperial-01.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/paco-imperial-02/" rel="attachment wp-att-28491"><img class="aligncenter size-full wp-image-28491" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Paço-Imperial-02.jpg" alt="" width="450" height="249" /></a>A Arlequim é uma sobrevivente em meio à pasteurização por que passa esse mercado. E um alento pra quem ainda não se recuperou da morte da Modern Sound. Tem um vasto catálogo, onde é possível encontrar tudo aquilo que nenhuma mega store jamais vai lhe oferecer. Pros mais nostálgicos, uma boa coleção de LPs. Além disso, a loja tem uma agenda de pocket shows que traz ao público o melhor da música brasileira. Nesse último sábado, por exemplo, fui ouvir o violonista Hélio Delmiro. É ou não é um alento?</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/arlequim-02/" rel="attachment wp-att-28501"><img class="aligncenter size-full wp-image-28501" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Arlequim-02.jpg" alt="" width="450" height="313" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/arlequim-03/" rel="attachment wp-att-28511"><img class="aligncenter size-full wp-image-28511" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Arlequim-03.jpg" alt="" width="350" height="470" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/arlequim-04/" rel="attachment wp-att-28521"><img class="aligncenter size-full wp-image-28521" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Arlequim-04.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a>Em tempos em que o consumo de música mudou de cara e as lojas de discos já não são o que eram, é um prazer ser atendido por vendedores que não fazem cara de interrogação quando você pergunta por Villa-Lobos, Chet Baker, Baden Powell&#8230; Não, nem todas as boas lojas de discos morreram. Vida longa à Arlequim.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/arlequim-05/" rel="attachment wp-att-28531"><img class="aligncenter size-full wp-image-28531" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Arlequim-05.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/arlequim-parada-obrigatoria-pra-quem-gosta-de-boa-musica/arlequim-06/" rel="attachment wp-att-28541"><img class="aligncenter size-full wp-image-28541" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Arlequim-06.jpg" alt="" width="450" height="306" /></a></p>
<p><strong>Arlequim </strong>- Praça XV de Novembro, 48, Loja 1 &#8211; Centro &#8211; Rio de Janeiro</p>
<p><a href="http://www.arlequim.com.br" target="_blank">http://www.arlequim.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As atualizações do blog você também acompanha no <a href="http://twitter.com/consescobar" target="_blank">meu twitter</a></p>
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		<title>Bretagne, a nova casa de Olivier Cozan no Leblon</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 03:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Café-da-manhã]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste último fim de semana, abriu as portas a Bretagne, nova empreitada de Olivier Cozan, um mix de padaria e bistrô. Considerando a escassez de boas padarias no Rio de Janeiro, vejo sempre com grande entusiasmo a promessa de bons &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/bretagne-olivier-cozan-01/" rel="attachment wp-att-27611"><img class="aligncenter size-full wp-image-27611" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bretagne-Olivier-Cozan-01.jpg" alt="" width="450" height="320" /></a>Neste último fim de semana, abriu as portas a Bretagne, nova empreitada de Olivier Cozan, um mix de padaria e bistrô. Considerando a escassez de boas padarias no Rio de Janeiro, vejo sempre com grande entusiasmo a promessa de bons pães a curta distância de casa. Vinha acompanhando a obra e aguardava ansiosamente a inauguração. Na sexta-feira, estive lá. E voltei mais duas vezes ao longo do fim de semana. Sempre a explorar o lado padaria. No bistrô, não quis me aventurar tão cedo; preferi esperar um pouco mais.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/bretagne-olivier-cozan-02/" rel="attachment wp-att-27621"><img class="aligncenter size-full wp-image-27621" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bretagne-Olivier-Cozan-02.jpg" alt="" width="350" height="491" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/bretagne-olivier-cozan-03/" rel="attachment wp-att-27631"><img class="aligncenter size-full wp-image-27631" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bretagne-Olivier-Cozan-03.jpg" alt="" width="350" height="480" /></a>A casa leva o nome da terra natal de Cozan, que, aliás, é uma região pela qual sou apaixonada. Pela bandeira pendurada na parede e as galettes de blé noir e os kouign amanns expostos no balcão, vê-se que a homenagem à Bretanha vai além do nome.</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/img_4893/" rel="attachment wp-att-27641"><img class="aligncenter size-full wp-image-27641" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/IMG_4893.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a>Como disse, estive lá três vezes desde que foi inaugurada. Tomei café da manhã duas vezes e comprei alguns produtos pra levar. O serviço no café da manhã ainda está bastante confuso, mas não previa nada muito diferente no primeiro fim de semana de vida da casa. Até aí, tudo dentro do script. Mas confesso que, pelo preço cobrado, esperava mais da comida. Esperava, por exemplo, geleias artesanais no lugar das industrializadas. Esperava um chocolate quente feito com chocolate em barra e não um que me lembrasse o famoso achocolatado que já não me agradava mesmo na infância&#8230; Tirando isso, o ovo à la coque veio ótimo nos dois dias. E o prato de queijos e frios, apesar de não ser notável, vai além da entediante dobradinha queijo minas/peito de peru. Nesse sentido, ponto pra Bretagne. Mas no que mais me interessava, a casa ainda não me conquistou: os pães. Dos que experimentei, os melhores foram o brioche e o pão integral com cereais. A baguete e o pain au levain deixaram muito a desejar. E o croissant não é nem sombra do que pode ser um bom exemplar&#8230;</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/bretagne-olivier-cozan-04-2/" rel="attachment wp-att-27661"><img class="aligncenter size-full wp-image-27661" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bretagne-Olivier-Cozan-041.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/img_4882/" rel="attachment wp-att-27671"><img class="aligncenter size-full wp-image-27671" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/IMG_4882.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/img_4884/" rel="attachment wp-att-27681"><img class="aligncenter size-full wp-image-27681" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/IMG_4884.jpg" alt="" width="350" height="469" /></a>Mas tenho esperança de que possa ser apenas uma questão de tempo a equipe ganhar intimidade com os fornos e fazer os ajustes necessários. O que me trouxe essa esperança foram duas pequenas maravilhas que fizeram melhor meu fim de semana. As crocantíssimas galettes de blé noir, que corro o risco de se transformarem num novo vício na minha vida&#8230;<a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/img_4916/" rel="attachment wp-att-27691"><img class="aligncenter size-full wp-image-27691" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/IMG_4916.jpg" alt="" width="350" height="499" /></a><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/dsc06356/" rel="attachment wp-att-27701"><img class="aligncenter size-full wp-image-27701" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/DSC06356.jpg" alt="" width="350" height="416" /></a></p>
<p>E o kouign amann, que é um delicioso bolinho farto em manteiga e açúcar, com crosta caramelizada. Um dos tesouros que a Bretanha legou ao mundo. Os primeiros que experimentei, no sábado, haviam caramelizado demais e ganhado uma capinha um tanto dura. A segunda leva já veio muito melhor. Os que trouxe pra casa ontem pela manhã (sim, sou uma moça persistente), perfeitos, foram a prova de que valeu a pena não perder a fé nos kouign amanns de Cozan. Ao que tudo indica, passarão a fazer parte da minha vida, como uma forma de acessar a doce lembrança que tenho de Cancale, onde comi um kouign amann memorável, <a href="http://www.praquemquisermevisitar.com/mundoafora_olivier.asp" target="_blank">numa pâtisserie inesquecível</a>. Pelo visto, meu cardiologista está com trabalho garantido pelo resto do ano&#8230;</p>
<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/bretagne-a-nova-casa-de-olivier-cozan-no-leblon/dsc06469/" rel="attachment wp-att-27711"><img class="aligncenter size-full wp-image-27711" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/DSC06469.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a></p>
<p><strong>Bretagne</strong> – Avenida Ataulfo de Paiva 313 – Leblon</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Rio de Rubem Braga</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 20:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carioquices]]></category>
		<category><![CDATA[Os Ficus do Senhor]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Braga]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje quem fala da cidade não sou eu. Deixo-os com as palavras do grande Rubem Braga. Braga não era carioca, mas aqui viveu a maior parte de sua vida. E aqui se despediu dela. Traduziu o Rio de Janeiro como &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/o-rio-de-rubem-braga/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/o-rio-de-rubem-braga/calcada-instagram/" rel="attachment wp-att-27561"><img class="aligncenter size-full wp-image-27561" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Calçada-Instagram.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
<p>Hoje quem fala da cidade não sou eu. Deixo-os com as palavras do grande Rubem Braga. Braga não era carioca, mas aqui viveu a maior parte de sua vida. E aqui se despediu dela. Traduziu o Rio de Janeiro como poucos. Fosse na ironia fina com que abordava suas mazelas, fosse no assombro com que descrevia suas maravilhas, as palavras do cronista revelavam profunda intimidade com o objeto retratado. A intimidade de quem ama. De quem conhece o ser amado e se deixa por ele conhecer.</p>
<p>O Rio, explícita ou implicitamente, sempre encontrava lugar em suas linhas. Transcrevo aqui algumas das que me calam no peito, por serem a justa tradução do que eu mesma sinto por esse pedaço de terra onde nasci. Extraídas da crônica &#8220;Os Fícus do Senhor&#8221; (publicada no livro “Um Pé de Milho”), em que o escritor, mais do que falar da cidade, fala de seus fícus, pra, na verdade, falar de seus homens. Mas isso é uma outra história&#8230; Eis as inspiradoras linhas que queria compartilhar aqui:</p>
<p><strong><em>“Ninguém pode amar mais do que eu esta cidade do Rio de Janeiro. Ó grande beleza de cidade, ó cidade que é vinte, trinta, quarenta cidades imprevistas, uma infiltrada na outra, esta mais colonial que Ouro Preto, aquela mais nova que Goiânia, uma de alta montanha, uma de oeste de Minas, uma toda de praia, outra de casarões de arvoredo – ó ruas estranguladas entre mares e morros, recantos e esplanadas, cartões-postais baratos e segredos de esquinas sutis, avenidas afogadas em sol e ladeiras de húmus esquecidos – cidade de minhas tantas agonias e felicidades, palcos de velhas inquietações, canais de silenciosa aventura, blocos de cimento que me esmagaram, praças de humilhações, arrabaldes de exaltações líricas – minha medíocre história anda escrita em tuas ruas e nenhuma entre as cidades é mais formosa que tu, nem sabe mais coisas de mim”</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um 2012 animador no cenário gastronômico carioca. Ao menos, aparentemente&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Restaurantes e Bares em Ipanema]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes e Bares no Leblon]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes em Botafogo/Humaitá]]></category>
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		<category><![CDATA[Bottega del Vino]]></category>
		<category><![CDATA[Brigite's]]></category>
		<category><![CDATA[Gero]]></category>
		<category><![CDATA[Irajá]]></category>
		<category><![CDATA[Olivier Cozan]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro de Artagão]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrifoglio Caffè]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante Vieira Souto]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerando as inúmeras inaugurações na reta final de 2011 e, ainda, as tantas promessas a se concretizarem ao longo de 2012, pode-se dizer que o ano começou muito bem no cenário da gastronomia carioca. Antes do cair do pano, 2011 &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/um-2012-animador-no-cenario-gastronomico-carioca-ao-menos-aparentemente/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerando as inúmeras inaugurações na reta final de 2011 e, ainda, as tantas promessas a se concretizarem ao longo de 2012, pode-se dizer que o ano começou muito bem no cenário da gastronomia carioca. Antes do cair do pano, 2011 testemunhou a abertura de mais uma filial carioca do <strong>Gero</strong>, do <strong>Irajá</strong> (nova empreitada do chef Pedro de Artagão), do <strong>Alloro</strong> (restaurante italiano do Windsor Atlântica, que traz o chef Luciano Boseggia e o sommelier João Pedro Lamonica, egresso do Garcia &amp; Rodrigues), da <strong>Bottega del Vino</strong> (mais um projeto da dupla Nicola Giorgio e Dionísio Chaves, do Duo), do <strong>Vieira Souto</strong> (nova casa de cozinha italiana comandada por João de Souza, André Vasconcelos e Cadu Costa). Em breve, abrirão as portas o <strong>Brigite’s</strong> (gastrobar das mesmas proprietárias do Zuka e do Sushi Leblon), na Dias Ferreira, o <strong>Quadrifoglio Caffè</strong>, na mesma rua, e, também no Leblon, a nova padaria de <strong>Olivier Cozan</strong>, cuja obra tenho acompanhado ansiosamente – desde que o Garcia &amp; Rodrigues fechou as portas, o bairro anda meio órfão de uma padaria à altura. Fora outras promessas animadoras que se anunciam&#8230;</p>
<div id="attachment_27361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 450px"><span><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/um-2012-animador-no-cenario-gastronomico-carioca-ao-menos-aparentemente/bottega-del-vino/" rel="attachment wp-att-27361"><img class="size-full wp-image-27361" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Bottega-del-Vino.jpg" alt="" width="450" height="360" /></a></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p>Bottega del Vino, inaugurada há poucos dias na rua Dias Ferreira</p></div><div class="clear"></div></div>
<p>Aparentemente, o ano começa bem. Digo aparentemente porque prefiro ser cautelosa com as expectativas. Essa enxurrada de novidades me anima, sim, mas não muito. Primeiro porque, a cada leva de novos endereços gastronômicos que surgem na cidade, costumam ser poucos os que verdadeiramente têm algo a acrescentar. Com essas recentes inaugurações não sei se será diferente. Já estive em algumas das novas casas e, por ora, o entusiasmo ainda não encontrou lugar. Ao menos, não na minha mesa. Por outro lado, confesso que a quantidade de restaurantes de sotaque italiano entre as novidades me causa certa preguiça. A não ser que se esteja falando de algo inovador ou de uma cozinha especialmente boa, que paire acima da média – o que é raro –, não sei se as mesas da cidade precisam de mais tanto risotto e tiramisù. Quando penso nas inúmeras lacunas ainda por explorar no cenário carioca, me custa um pouco compreender tanta gente investindo em mais do mesmo. Até por isso, de todas essas inaugurações, devo dizer que a que mais me gerou expectativa foi o novo restaurante de Pedro de Artagão, chef talentoso, que provou, durante seus anos à frente do Laguiole, disposição pra construir uma cozinha inteligente, que ouse voar além da mesmice. Ironicamente, não tive no Irajá uma experiência muito feliz nos primeiros dias de vida da casa. Mais não digo porque, se dissesse, talvez assumisse o risco de uma análise leviana. Prefiro deixar pra emitir opinião quando puder fazê-lo com mais propriedade, após um retorno, o que pretendo fazer em breve.</p>
<div id="attachment_27371" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><span><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/um-2012-animador-no-cenario-gastronomico-carioca-ao-menos-aparentemente/iraja-01/" rel="attachment wp-att-27371"><img class="size-full wp-image-27371" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Irajá-01.jpg" alt="" width="350" height="459" /></a></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p>Irajá, o novo restaurante do chef Pedro de Artagão em Botafogo</p></div><div class="clear"></div></div>
<p>O fato é que de monotonia não podemos nos queixar. Aos poucos, a gente vai mapeando aqui esses novos endereços. Tomara que se revelem boas surpresas entre eles. O Rio precisa. Mais que isso, o Rio merece.</p>
<div id="attachment_27381" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><span><a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/um-2012-animador-no-cenario-gastronomico-carioca-ao-menos-aparentemente/olivier-cozan/" rel="attachment wp-att-27381"><img class="size-full wp-image-27381 " src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2012/01/Olivier-Cozan.jpg" alt="" width="350" height="480" /></a></span><div class="legenda"><div class="clearLeg"></div><p>A nova padaria do chef Olivier Cozan, que deve abrir as portas no Leblon ainda essa semana</p></div><div class="clear"></div></div>
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		<title>Picadinho carioca tem lugar cativo no cardápio de Roberta Sudbrack</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 12:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Constance Escobar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carioquices]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim Botânico]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurantes no Jardim Botânico]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Bares e Restaurantes no Jardim Botanico]]></category>
		<category><![CDATA[Chef Roberta Sudbrack]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta Sudbrack]]></category>

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		<description><![CDATA[Não esqueço a primeira vez em que comi o picadinho de Roberta Sudbrack. Lá se vão alguns anos. Era uma noite de terça-feira. Volta e meia a chef o elegia pro menu da Terça Básica (não sabe o que é &#8230; <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/picadinho-carioca-tem-lugar-cativo-no-cardapio-de-roberta-sudbrack/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-27131" href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/picadinho-carioca-tem-lugar-cativo-no-cardapio-de-roberta-sudbrack/picadinho-roberta-sudbrtack-01/"><img class="aligncenter size-full wp-image-27131" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2011/12/Picadinho-Roberta-Sudbrtack-01.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a>Não esqueço a primeira vez em que comi o picadinho de Roberta Sudbrack. Lá se vão alguns anos. Era uma noite de terça-feira. Volta e meia a chef o elegia pro menu da Terça Básica (<a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/terca-basica-no-rs-a-maior-barganha-gastronomica-do-rio/" target="_blank">não sabe o que é Terça Básica? Dá uma olhadinha aqui</a>), igualzinho ao que servia ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nos tempos em que comandava os fogões do Palácio da Alvorada. Nunca mais o reencontrei até junho passado, quando descobri que o prato tinha entrado definitivamente pro cardápio dos <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/amanha-e-dia-de-bistronomie-no-roberta-sudbrack/" target="_blank">almoços das sextas-feiras,</a> ao lado de uma segunda opção, sempre cambiante. Pois naquela sexta-feira de junho, fiquei com o confit de pato e devo dizer que me arrependi. Não que o pato não estivesse sensacional. Estava, como sempre. Mas o picadinho que meu marido devorou em poucos minutos não me saiu da cabeça desde então. Fazia muito tempo que não comia, tinha saudades, mas perdi a oportunidade. Pois, no meu último almoço por lá, já saí de casa sabendo o que comeria. Pouco me interessava qual seria o outro prato do cardápio. Naquele dia, eu comeria picadinho.</p>
<p>Encontrei tudo como antes: arroz branco, uma delicada farofinha de cenoura, deliciosas bananinhas à milanesa, carne cortada na ponta da faca e um senhor ovo, coroando tudo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-27141" href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/picadinho-carioca-tem-lugar-cativo-no-cardapio-de-roberta-sudbrack/picadinho-roberta-sudbrtack-02/"><img class="aligncenter size-full wp-image-27141" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2011/12/Picadinho-Roberta-Sudbrtack-02.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a rel="attachment wp-att-27151" href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/picadinho-carioca-tem-lugar-cativo-no-cardapio-de-roberta-sudbrack/picadinho-roberta-sudbrtack-03/"><img class="aligncenter size-full wp-image-27151" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2011/12/Picadinho-Roberta-Sudbrtack-03.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a rel="attachment wp-att-27161" href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/picadinho-carioca-tem-lugar-cativo-no-cardapio-de-roberta-sudbrack/picadinho-roberta-sudbrtack-04/"><img class="aligncenter size-full wp-image-27161" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2011/12/Picadinho-Roberta-Sudbrtack-04.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a><a rel="attachment wp-att-27171" href="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/picadinho-carioca-tem-lugar-cativo-no-cardapio-de-roberta-sudbrack/picadinho-roberta-sudbrtack-05/"><img class="aligncenter size-full wp-image-27171" src="http://viajeaqui.abril.com.br/blog/por-dentro-do-rio/files/2011/12/Picadinho-Roberta-Sudbrtack-05.jpg" alt="" width="350" height="467" /></a>Sou fã do prato e posso dizer que aquele não é um picadinho qualquer. E não é difícil entender o porquê. Roberta é conhecida por abordar com a mesma reverência qualquer ingrediente que lhe caia nas mãos: seja quiabo ou maxixe, sejam trufas ou foie gras. Portanto, mesmo o mais popular dos pratos, ali, haverá de alcançar sua melhor forma.  Estavam na mesa todos os elementos que a gente encontra em todo picadinho. A diferença está no cuidado na escolha de cada produto (que é o que, por exemplo, vai lhe garantir no prato uma bananinha de doçura ímpar e não mais uma daquelas tantas sem gosto de nada), no corte preciso da carne, na delicadeza com que tudo é executado. E, especialmente, naquele ovo perfeito que atrai os olhares assim que aterrissa à mesa. Sim, senhores, porque o ovo do picadinho de Roberta não aceita o papel de coadjuvante que lhe costumam relegar em outras paragens. Aquele veio ao mundo pra protagonista. Roubaria a cena de qualquer almoço&#8230;</p>
<p><strong>Roberta Sudbrack</strong> – Rua Lineu de Paula Machado 916 – Jardim Botânico<br />
<a href="http://robertasudbrack.com.br/" target="_blank">http://robertasudbrack.com.br/</a></p>
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