Viajar Bem e Barato
Apartamento em Paris: vale a pena alugar?

O apartamento do Marais: bom, bonito e mais ou menos barato
Hospedagem em Paris pode ser barata? Hmmm, provavelmente o melhor seria dizer “menos caro”.
Há algumas semanas tive que fazer uma viagem muito mal programada para lá, fruto de uma lambança de um dos meus programas de milhagem. De repente, em duas semanas, eu teria que embarcar para a França ou perder quatro passagens. Desespero, corre-corre. Liga para o agente, consultas em tudo quanto é site de hospedagem.
A solução foi aparecendo quando um amigo, recém-chegado de Paris, nos sugeriu o aluguel de um apartamento. Com duas crianças pequenas, parecia estranha a ideia de não contar com um serviço 24 horas, entre outras (muitas) comodidades. Mas o preço era bem atraente: pouco mais de €1 mil por uma semana em um apartamento no Marais, no centro da cidade, enquanto que qualquer hotel mais afastado ficaria 300 euros mais caro. Fechamos negócio e embarcamos.
A experiência foi ótima e o apartamento estava de acordo com os detalhes apresentados no site da agência. Enquanto lá fora fazia 0°C, o aquecimento funcionou bem, assim como a banheira estava sempre quentinha para dar um banho nos pimpolhos. A cozinha, pequena, deu conta tanto de lanchinhos rápidos como dos únicos jantares mais elaborados (nos outros dias comemos em restaurantes dos arredores). Altamente recomendável. Mas, talvez, seja um nicho que não atenda a todos os públicos. Veja alguns pontos a serem considerados:
Vantagens:
- Localização: são vários endereços, com vasta oferta em bairros centrais, como a Ilê-de-St.-Louis, Marais e St.-Germain;
- Preços: vale a pena para períodos superiores a uma semana. Há boas ofertas até para a alta estação;
- Estrutura: quase todos os apartamentos oferecem TV, internet, cozinha completa (incluindo até máquinas de expresso), máquina de lavar roupa, tábua de passar, etc. Toda a estrutura de cada imóvel é listada nos sites das agências;
- Dá uma gostosa sensação de estar morando na cidade: você faz seu próprio café-da-manhã (ou vai até o café mais próximo, experimentar pães deliciosos e um café bem tirado) e fica em um ambiente menos pasteurizado;
- Há um apartamento para cada estilo: de um loft simplezinho a apês enooormes em bairros bem chiques e decorados com muito bom gosto;
- Recomendado para famílias, grupos de amigos, casais com orçamento controlado e estadias de médio a longo prazos.

A pequena cozinha era bem equipada e prática e a internet wi-fi voava
Desvantagens:
- Não tem aquelas comodidades típicas de hotel: café-da-manhã, recepção 24 horas, serviço de quarto, TV a cabo (alguns têm, outros não), academia e restaurante;
- Também não vai ter cama arrumada e banheiro limpinho toda manhã. Aqui a arrumadeira é você. A alternativa é pagar uma taxa extra por uma limpeza rápida;
- Apesar do primeiro contato e alguns acertos poderem ser feitos em português no agendamento e pré-embarque, quase sempre o atendimento no local é feito em inglês ou francês. Uma pessoa encontrará com o hóspede em uma hora marcada, entregará o contrato e as chaves, apresentará o imóvel e até poderá dar dicas de restaurantes, supermercados e transportes na região, mas tudo muito básico. Se você não fala nenhum desses idiomas, esqueça;
- As agências prometem um certo nível de hospedagem e equipamentos, mas surpresas podem acontecer. Definitivamente não estamos falando de uma rede de hotéis com padronizações;
- Como são imóveis comuns, nem todos têm elevador ou equipamentos para turistas com necessidades de acessibilidade. Cheque antes com seu agente;
- Portanto, o aluguel não é o ideal para casais em lua-de-mel, estadias inferiores a uma semana e turistas inexperientes ou que não gosta de surpresas, ainda que boas.
Essa é uma tendência de mercado e há muito sites especializados, inclusive alguns para outras cidades, como Londres, Nova York e Barcelona.
Por Eduardo Marubayashi, editor do portal viajeaqui
Serviço: Guest Apartment Services (www.guestapartment.com), Paris Attitude (www.parisattitude.com), Private Homes (www.private-homes.com/paris). Pacotes de uma semana a partir de € 800.
Museus gratuitos em São Paulo

A Pinacoteca do Estado é um dos museus paulistanos que podem ser visitados de graça. Crédito: Miguel Boyayan
São Paulo divide com o Rio de Janeiro o título de capital cultural brasileira e seus museus são parte integral desse cenário. Dos melhores museus do Brasil selecionados pelo GUIA QUATRO RODAS, oito ficam na cidade. Para incentivar o público a conhecer preciosos acervos e mostras especiais que contam nossa história e o que somos hoje, algumas destas e outras instituições são grátis pelo menos uma vez por semana.
Anote quando alguns endereços selecionados têm entrada franca e aproveite!
Terça-feira
Museu de Arte de São Paulo, MASP, Avenida Paulista
Museu da Língua Portuguesa, Luz (até 2 de julho, com horário até as 22h)
Quinta-feira
Museu do Futebol, Pacaembu
Sábado
Pinacoteca do Estado, Luz
Museu da Língua Portuguesa, Luz
Museu de Arte Sacra, Luz
Estação Pinacoteca, Luz
Domingo
Museu Paulista, Ipiranga (somente no primeiro domingo de cada mês)
Museu de Arte Moderna, MAM, Ibirapuera
Museu da Casa Brasileira, Jardim Paulistano
Museu do Futebol, Pacaembu (até 7 de julho)
Todos os dias
Museu de Arte Contemporânea, MAC USP, Cidade Universitária
Museu Lasar Segall, Vila Mariana
Palácio dos Bandeirantes, Morumbi
Pavilhão das Culturas Brasileiras, Ibirapuera
Museu da Imagem e do Som, MIS, Jardim Europa
Museu Brasileiro de Escultura, MUBE, Jardim Europa
Museu de Arte Brasileira, na Faap, Pacaembu
Museu de Arte Contemporânea, MAC Ibirapuera, Ibirapuera
Casa Guilherme de Almeida, Perdizes
Espaço Perfume Arte História, Perdizes
Mochilão na América do Sul: saiba como economizar sem sofrimento

Foto: Thinkstock
Fazer um mochilão é sempre mais barato? Não necessariamente. A receita albergues, mochila nas costas e roteiros alternativos não é sinônimo de poupar. Sem os devidos cuidados, um mochilão pode ter o mesmo preço de uma viagem comum, com direito a hotéis, pacotes e tours manjados e mais caros. Tudo depende do viajante.
No meu primeiro mochilão da vida, conheci o trio Peru, Bolívia e Chile. Comecei a viagem vivendo despreocupadamente, como se fosse rica, simplesmente porque não queria encanar com dinheiro. Resultado? Cheguei a Cusco, gastei horrores (porque a cidade é cara mesmo) e, depois, surtei de preocupação com dinheiro. Existe um equilíbrio saudável entre a preocupação excessiva e a necessária que encontrei depois, com a experiência e a descoberta do meu perfil de viagem.
Esse é um dos pontos cruciais para viajar bem e barato: determinar que tipo de viajante você é. O que você prioriza? Do que pode abrir mão? Quão planejada a viagem deve ser? Depois de determinar isso, aí sim a economia pode começar.
Existem alguns pilares essenciais de toda viagem: alimentação, estadia, passeios, transporte, dinheiro e vida noturna. Quem tem problemas de estômago ou faz questão de comer bem provavelmente terá de economizar em outro setor para compensar, como transporte, por exemplo. Saber de antemão com o que se vai poupar ajuda a evitar estresse desnecessário, você com você mesmo ou com seus companheiros de viagem.
É importante analisar também até onde vai a economia e onde começa o perrengue que estraga o humor, coloca a saúde em risco e, consequentemente, a viagem. Quando a preocupação financeira se sobrepõe à viagem, não vale a pena, a meu ver. Pois aí até o pouco que se gasta é perdido mesmo: não trouxe prazer, foi em vão.
Em cada cidade e em cada país há macetes para poupar. Veja abaixo algumas dicas para um mochilão pela América do Sul, em cada setor da viagem, que adquiri na minha primeira experiência e em conversas com outros viajantes:
Estadia
>Antes de tudo, faça um cartão Ho.La (Hostels Latinoamérica). Com ele, você ganha 10% de desconto nos albergues associados e até em algumas passagens e passeios (veja a lista em http://www.holahostels.com/es/descuentos-para-miembros.html)
>Em sites como Hostelworld e Booking.com você encontra críticas dos viajantes e pode fazer sua reserva. O site Hostelbooking.com tem preços um pouco mais baixos do que nos outros dois citados, o que pode fazer diferença no fim da viagem.
>Na hora do check-out, sempre confira o preço anunciado no site no momento da reserva e confronte com o que estão cobrando. Às vezes o site tem preços melhores do que os tabelados e, na pressa, você pode pagar mais do que havia planejado. Quando fiz meu primeiro check-out em um albergue de Cusco não me dei conta de quanto estava pagando. Na minha segunda saída da cidade, percebi que me cobravam mais do que eu pretendia gastar.
>Quanto mais pessoas no quarto, mais barato e melhor, certo? Minha experiência mostra que não. Às vezes os quartos são pequenos e podem ficar apinhados de gente. À noite, com pouco espaço para se movimentar no escuro (para não acordar os outros), você pode se arrepender da escolha. Olhe as fotos dos quartos antes e imagine todas as camas cheias e você precisando arrumar o mochilão sem trombar nas coisas e fazer barulho.
>O albergue mais barato fica longe de tudo que você quer ver? Então pondere se a economia não será gasta depois com transporte e se, à noite, a localização da hospedagem não te inibirá de sair por questão de segurança.
>Se você está num grupo grande de amigos, dá para pechinchar desconto em hostels e hotéis, pois muitos preferem reduzir o preço para garantir os clientes.
Passeios
>A carteirinha de estudante internacional ISIC dá desconto em muitos passeios, como no caso do Vale Sagrado de Cusco, no Peru. Não a esqueça no Brasil (ou faça uma antes de ir). É possível fazê-la no destino também, mas é preciso apresentar comprovante de estudo.
Para quem não tem privilégios de estudante, vale recorrer ao fato de ser sul-americano. Sim, ser brasileiro, por si só, pode reduzir o preço do passeio. Pergunte sempre.
>Por mais que eu não goste, os tours valem a pena às vezes, quando as distâncias são grandes e quando pode ser perigoso ir sozinho. Do contrário, pode ser mais barato, mais divertido e menos corrido ir só ou com amigos. As ruínas de Sacsayhuamán e Qenko são muito próximas a Cusco. Fui a pé com um pessoal que conheci na cidade e pude ver tudo com mais calma do que o faria em um tour.
>Nos passeios organizados há quase sempre aquele momento “vamos comprar artesanato aqui”. Vai de cada um, mas, na minha opinião, é um saco – os produtos normalmente são mais caros e você perde tempo que poderia ser usado nas atrações. O ideal é escolher bem aonde você vai se dedicar às lembrancinhas, como na Bolívia, que é mais barata. Nas proximidades de Ollantaytambo, no Peru, me distanciei da feirinha de artesanato, andei até o final das ruazinhas e encontrei um campo verde e vazio, rodeado de montanhas. Uma paisagem linda que eu não teria visto se estivesse escolhendo ímãs de geladeira superfaturados.
>Vale a pena pagar menos por um serviço ruim? Quando fiz a viagem de três dias pelo Salar de Uyuni, na Bolívia, fechei o tour com uma trambiqueira mentirosa só porque ela aceitou o preço que eu queria. Mas o guia-motorista não tinha conhecimento algum para passar. Quando perguntávamos como tal rocha foi esculpida ou qual era a origem de determinada formação geológica, a resposta era sempre “la naturaleza”. Aprendi a lição e fechei bons tours no Atacama com a World White Tour, indicada por uma amiga que havia experimentado. Os guias tiraram todas as minhas dúvidas, não tive preocupação alguma e valeu cada centavo investido.
Alimentação
>Compre um galão de água pra deixar no hostel e, antes de sair, encha garrafas de diferentes tamanhos, dependendo do passeio. Em áreas urbanas, uma garrafinha de 500 ml basta. Mas, em um passeio pelo Deserto de Atacama, por exemplo, prefira levar uma de um ou dois litros. Quando fui a Buenos Aires ano passado, fiquei chocada ao encontrar água sendo vendida por 20 pesos. No albergue tinha de graça, então enchi as garrafas lá e as carregava pela cidade. É o peso na bolsa que vale a pena.
>Compre lanchinhos no mercado para levar na mochila e comer ao longo do dia. Sem tanta fome, sobra mais paciência e disposição para procurar o melhor cardápio pelo melhor preço. Morrendo de fome, é fácil entrar no primeiro lugar que aparece e pagar mais por uma refeição meia-boca: duplo arrependimento.
>Muitos países da América do Sul têm menu de almuerzo: entrada, prato principal e sobremesa (ou suco, chá, café) por um preço fixo. Você pode escolher entre diferentes pratos (alguns têm até menu vegetariano), normalmente com bom custo-benefício. A dica pra quem gosta de comer é aproveitar a deixa para experimentar aquele restaurante mais caro. Também é uma boa perguntar no hostel e para nativos quais são os restaurantes bons e baratos.
>Outra ideia é preparar a comida você mesmo. Pesquise antes se o albergue tem cozinha. Em caso de viajantes solo, proponha aos novos amigos participar da refeição: assim as porções rendem, não é necessário guardar as sobras na geladeira e todos pagam. O preço cai absurdamente, é uma forma de socializar e de se sentir em casa.
>Nunca deixe para comprar as comidinhas da viagem na rodoviária ou no aeroporto, pois nesses lugares os preços são sempre muito mais caros.
>Nos tours você normalmente é obrigado a almoçar onde a empresa escolhe, e os preços quase nunca agradam. Em Arequipa, no passeio de um dia para o Cânion del Colca, levei sanduíches que eu mesma preparei. Comprei bebida e batatas fritas no restaurante e poupei o caro buffet que me foi oferecido como única opção.
Transporte
>Às vezes o aéreo não é muito mais caro do que o ônibus e te dá mais tempo em uma cidade. A dica é procurar por voos em companhias aéreas locais.
>A bicicleta é sempre uma boa opção para conhecer a cidade de um jeito divertido. No Atacama, dá pra ir à Quebrada del Diablo e à Pukara Quitor. Leia o post sobre o passeio de bike pelo Atacama com as dicas.
Dinheiro
>É sempre bom dividir o dinheiro em espécie e cartões. Para mim o Visa Travel Money foi um problema na hora de fazer transferência: aconteceu de me pedirem o RG para fazer cadastro (que eu já havia feito, obviamente). Por sorte eu tinha escaneado o documento e a imagem estava no meu e-mail. As melhores opções são cartões de débito e crédito internacional para complementar o dinheiro vivo – evite guardar todo o montante junto, procure colocar parte na mochila e parte na carteira, por exemplo.
>Às vezes é melhor sacar o dinheiro em dólares e buscar a casa de câmbio com a melhor oferta. Essa é uma pesquisa essencial, nunca troque todo o dinheiro no primeiro lugar que vir pela frente. Outra dica é, como em todos os outros serviços, barganhar.
>Mesmo no comércio informal é comum pedirem “propina” por um serviço prestado – não se trata de esmola, veja bem, mas de um reconhecimento extra, como os 10% cobrados nos restaurantes
>As cholas, por exemplo, exigem propina dos turistas que querem tirar fotos delas e de suas lhamas – afinal elas estão lá com seus trajes típicos e entendem que têm esse direito, na verdade se trata de um complemento essencial para uma renda restrita à eventual venda de artesanato e de artigos de lã. Neste caso não há preço fixo, vai da boa vontade e da compreensão de cada viajante. Definitivamente, não é isso que vai estourar o orçamento de sua viagem, por mais apertado que ele seja. Se mesmo assim você não concordar, evite fotografá-las para não arranjar problemas. Mas lembre-se: o respeito aos nativos e a seus costumes não tem preço.
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Turismetrô tem roteiro especial para o Natal

Toda iluminada, a Avenida Paulista é uma das paradas obrigatórias do roteiro especial do Turismetrô - Foto: Fernando Moraes
Assim como em outras datas festivas (e feriados), a SPTuris promoverá no Natal uma edição especial do Turismetrô, programa de roteiros guiados pelo centro da capital paulista.
Pontos da cidade em destaque no projeto Natal Iluminado, como os presépios da região central e a Avenida Paulista, estarão no itinerário de visitação que custa R$ 9 – o valor que será gasto em três bilhetes de metrô necessários para o passeio.
Se você ainda não viu o Museu dos Presépios, na Avenida Tiradentes, essa é uma boa chance. O lugar tem em seu acervo mais de 130 conjuntos e é uma das atrações principais desta versão do projeto.
As saídas serão realizadas aos sábados e domingos, sempre às 16 horas, na estação Sé do metrô. Cada grupo terá no máximo 25 pessoas e contará com guias bilíngues durante todo o caminho.
Para participar do passeio basta aparecer no balcão da atração com pelo menos 30 minutos de antecedência, comprar os bilhetes e aproveitar o roteiro.
Atualização (13/12) **
A SPTuris anunciou nessa quinta-feira (13), que dobrará a capacidade do roteiro de Natal do Turismetrô, programa de roteiros turísticos guiados que usa o metrô como meio de transporte. O itinerário especial terá a partir deste fim de semana dez saídas, com 30 pessoas em cada grupo, o que permitirá dobrar a capacidade de atendimento, aumentando de 150 vagas para 300.
Museu Nacional do Índio Americano: atração grátis em Nova York

Peça da mostra "A Song for the Horse Nation" - Foto: asterix611 / Creative Commons
Se você já foi dar uma volta pela Times Square, deu uma olhada no visual do Empire States Building e já passou uma tarde na boa em pleno Central Park, que tal apostar em uma atração menos badalada no seu passeio por Nova York? E o melhor, aprendendo um pouco mais sobre a história das culturas que povoaram não só os Estados Unidos, mas também toda a América?

Fachada do Museu Nacional do Índio Americano - Foto: asterix611 / Creative Commons
A sede de novidades e também por boas histórias para contar pode ser sanada no Museu Nacional do Índio Americano (NMAI), em Lower Manhattan, NYC. Com um acervo de dar inveja (mais de 800 mil itens, que pertenceram a 1200 povos americanos nos últimos 12 mil anos), o museu poder ser o programa que estava faltando para encaixar em seu roteiro pela cidade.
Inaugurado em 1989, após a promulgação de uma lei federal, o lugar é mantido pelo complexo de pesquisas e museus Smithsonian e também tem uma filial em Washington. Além disso, o espaço é o primeiro do tipo dedicado à preservação, estudo e exposição da vida, língua, literatura, vida e artes dos povos americanos.

A arquitetura do museu também encanta o turista - Foto: asterix611 / Creative Commons
Em sua vasta coleção há diversas ferramentas, artigos de arte, achados arqueológicos, artigos religiosos, roupas e outras peças que ajudaram a construir a história dos povos antigos do continente. Utensílios de origem pré-colombiana, andina e brasileira também fazem parte do acervo do museu.

Máscara da exposição "A Song for the Horse Nation "- Foto: asterix611 / Creative Commons
Reserve pelo menos quatro horas para apreciar o lugar. O acervo permanente, além das peças históricas, tem uma seção exclusiva de fotografias e desenhos antigos.
Próximo ao metrô − acesso pelas estações Bowling Green (4,5), Whitehall Street (N, R) e South Ferry (1,9) – o NMAI funciona todos os dias das 10h às 17h, sendo que às quintas-feiras o horário de funcionamento foi expandido até as 20 horas. E aquele pequeno detalhe que faz toda a diferença: a entrada é grátis.
Para mais informações, acesse a página oficial do Museu Nacional do Índio Americano.
Confira alguns itens do acervo do NMAI:

Em seu acervo, o lugar tem peças de mais de 1200 povos - Foto: asterix611 / Creative Commons

O NMAI tem mais de 12 mil anos de história em seu acervo - Foto: asterix611 / Creative Commons

Peças de origem andina - Foto: asterix611 / Creative Commons

Foto: asterix611 / Creative Commons
