Viajar Bem e Barato
Tchau, gente!
Se houve um trauma que desenvolvi nestes últimos sete anos de andanças pelo mundo foi o das despedidas. Não tenho solução – sou do tipo que me sinto local no primeiro dia em qualquer lugar, me apego loucamente, faço amigos da vida em poucas horas e, consequentemente, sofro horrores em dar tchau. Mas não sou do tipo que sai à francesa.
Estou aqui para acrescentar mais uma despedida à nada curta lista que acumulei desde que saí do Brasil, no comecinho de 2005. Foram sete mudanças, sete casas, quatro países, uma volta ao mundo, centenas de amigos de dezenas de nacionalidades. E milhares de leitores que viveram tudo isso de perto comigo através deste blog. Mas chegou a hora. Estou mudando de endereço (e de editora, de revista, de blog). Então é isso: tchau, gente.
Muito obrigada por tudo. Pela audiência, pela torcida, pelos bate-papos, pela companhia. Sair de casa é pertencer ao mundo. É ter sempre saudades de alguma coisa. E isso pode dar um frio na barriga, mas é bom, muito bom. Ótimas viagens para todo mundo, nos vemos por ai!
Portugal: mais estrelas no Guia Michelin
Ok, é fato que a participação de Portugal na constelação de estrelas do Guia Michelin nunca foi muito significativa – ainda mais numa edição dividida com a Espanha, onde elas se proliferam a cada ano. Mas há bons motivos para comemorar a recém-lançada edição 2011/2012, lançada na última sexta-feira – e incluir alguns diazinhos a mais na Terrinha, ainda que numa próxima conexão na Europa.
Lisboa, que havia perdido a sua primeira estrela da história com a queda do restaurante Eleven, conseguiu passar pelo teste de ver seu principal restaurante no guia (o Tavares) trocar de chef, na maior polêmica do ano passado, e manter a a premiação – agora, sob o comando do chef Aimé Barroyer. Outra boa novidade na capital, que pela primeira vez tem duas casas estreladas: a entrada do restaurante Feitoria, instalado dentro do novo hotel Altis Belém, comandado pelo chef José Cordeiro.
No norte do país, a região do Porto acaba de conquistar sua primeira estrela. Mérito do chef Ricardo Costa, que propõe menus degustação harmonizados com alguns dos melhores vinhos do país (e do mundo) no restaurante gastronômico do hotel The Yeatman, completamente dedicado ao mundo dos vinhos (a começar pela localização – em Vila Nova de Gaia, onde ficam as caves de envelhecimento de vinho do Porto, debruçado sobre o Douro).

Uma das criações do chef Ricardo Costa no restaurante do hotel The Yeatman: primeira estrela da região do Porto
Mas a região do Algarve, a faixa oceânica no extremo sul do país, continua campeã na concentração das estrelas. O Villa Joya segue com as suas duas, conquistadas em 1999. Até ai, nenhuma novidade. Mas agora ganhou um concorrente à altura com o mesmo número de estrelas: o restaurante The Ocean, instalado dentro do condomínio Vila Vita Park, em Porches. No comando das panelas, o jovem chef Hans Neuner, natural do Tyrol, na Alemanha, que cria diferentes menus a cada semana, com carnes e vegetais sempre orgânicos vindos diretamente da fazenda. Seguem com uma estrela na região ainda o Willie’s (Quarteira), o São Gabriel e Henrique Leis (Almancil). A má notícia foi a perda da distinção pelo Amadeus.
A lista dos 12 restaurantes estrelados do país se completa com a manutenção de uma estrela nas seguintes casas:
- Il Gallo d’Oro, Funchal
- Arcadas da capela, Coimbra
- Casa da Calçada, Amarante
- Fortaleza do Guincho, Cascais
Anote ai: como em Portugal os preços são incrivelmente mais baixos do que no resto da Europa, eis a oportunidade de provar refeições quase impecáveis muitas vezes a menos de 50 euros.
(fotos: divulgação, do site dos restaurantes)
Sair do roteiro: o melhor presente numa viagem
Pouco mais de oito anos atrás (para ser mais precisa, em julho de 2003), eu visitava a Itália pela primeira vez, a trabalho. Tinha pouco menos de 20 dias para ir de Roma a Milão de carro, passando pela Toscana, Úmbria, Emília-Romanha e litoral da Ligúria. Não é preciso fazer muita conta para chegar à conclusão de que a viagem foi muito corrida. E, justamente por isso, exigiu um planejamento muito além do que eu considero agradável. Mas foi também nesta viagem que eu aprendi que fugir do roteiro pode trazer belas surpresas. A constatação da maior de todas elas veio esta semana, exatamente no dia 16 de novembro.
Dois dias atrás o Guia Michelin Itália 2012 foi lançado e… tchan nam! Lá estava o restaurante Osteria Francescana, do chef Massimo Bottura, em Módena, exibindo as tão cobiçadas três estrelas. Em 2003, eu nem sabia quem era o Massimo. Cheguei à cidade determinada a almoçar em um outro restaurante recomendado por um guia de viagem e fiquei frustradíssima ao dar com as caras na porta. Fiquei ali, vagando pelo centro histórico, vi todos os restaurantes fecharem e, lá pelas 18h30, uma portinha me chamou a atenção com um entre e sai de garçons. Entrei. Esperei o salão ficar pronto. Pedi uma mesa. E consegui, na hora.
Como ainda teria que seguir para Parma no mesmo dia, queria apenas um prato simples e pronto. Bottura simplesmente não permitiu. Assim que me apresentei como jornalista e pedimos autorização para fotografar o ambiente, ele se ofendeu, repetindo como eu ousaria escrever sobre o restaurante dele provando apenas um prato. Ele tinha razão, embora, naquele momento, eu não tivesse a menor noção da tal experiência que ele fazia questão. E nem de quem ele era.
Nas horas que se seguiram, provei 18 pequenos pratos que até hoje não me saem da memória. Três deles especialmente: uma espuma de melão com calda de presunto, um cappuccino de abobrinha e – carro chefe da casa até hoje – quatro texturas e temperaturas de queijo Parmigiano Reggiano, a grande estrela fabricada apenas na região da Emília-Romanha (hoje o prato ganhou mais uma textura – são cinco). Terminei a noite batendo papo com ele na mesa e dando risada das suas experiências com Alain Ducasse e Ferran Adriá.
Ainda demoraria uns dois ou três anos para que eu começasse a ouvir o nome de Bottura no Brasil. Um pouquinho mais e ele passaria a subir vertiginosamente na lista dos 50 melhores do mundo da revista Restaurant (na última edição ele ficou em 4º lugar). Só agora, 8 anos e 4 meses depois, veio a tão cobiçada três estrelas. Junto, para mim, um gostinho de ter descoberto o cara muito por acaso, nos confins da Emília-Romanha, antes que ele ficasse famoso ou que seus menus atingissem os três dígitos. A julgar pelos sabores que ainda pipocam na minha memória quando me lembro daquele jantar, não tenho dúvidas: ter saído do roteiro naquele dia foi a coisa mais boba e genial que uma viagem já me deu de presente.
(fotos: divulgação, do site do restaurante)
Feriado chegando: viagem de carro com sabor de infância

O sanduíche de pão com linguiça e queijo da Casa do Alemão: o mesmo gostinho de sempre, na estrada entre BH e o Rio
Mesmo sem viagem marcada, acordei inspirada pelo feriado que se aproxima e de repente um saudosismo tomou conta de mim. Gulosa desde sempre, quando era criança costumava pautar minhas viagens de acordo com as paradas estratégicas para lanches. Não havia ida para o Rio sem o pão de batata do Cupim, por exemplo. E toda vez que íamos de Belo Horizonte, onde cresci, para Cabo Frio (onde, como bons mineiros, costumávamos passar to-das as férias), a parada na Casa do Alemão era simplesmente obrigatória.
Bastava o arzinho frio da Serra de Petrópolis invadir o carro a cada curva para já ficar com água na boca só de pensar no sanduíche de pão francês crocante com linguiça. Tanto melhor se acompanhado por uma dose caprichada de queijo prato derretido além, claro, da melhor mostarda do planeta. Para finalizar, mil folhas supercrocante. Delícia. Repeti a dose duas semanas atrás e voltei no tempo. Tudo continua delicioso. E, embora já haja filiais no Leblon e na Barra, para mim não é a mesma coisa. Casa do Alemão tem gostinho de férias e ponto.

A vaca que é a marca registrada da Leiteria Nevada: antes só na Fernão Dias, agora também na estrada entre Minas e Rio!
Depois de formada, me mudei para São Paulo aos 20 e pouquíssimos anos. Então, as idas e vindas entre as capitais paulista e mineira passaram a ser planejadas para paradas na Leiteria Nevada, conhecida carinhosamente por “parada da Vaquinha” (uma referência à vaca em tamanho real plantada bem na porta). Pastéis fritos na hora (os de palmito e queijo são sensacionais) e copinhos de doce de leite de colher são as grandes apostas. E ainda dá para levar para casa verduras e legumes da fazenda (cultivados sem agrotóxicos e com água de mina), queijos (o requeijão de partir é de chorar), biscoitos e roscas. Descobri recentemente que tem Vaquinha também na estrada entre o Rio e BH, oba! Parei na mesma viagem de 15 dias atrás.
Hoje em dia há cada vez mais redes gigantes, Frango Assados, McDonalds e Graals da vida. Práticos que só. Mas as paradinhas com gosto de infância seguem sendo minhas preferidas. Dá até mais vontade de viajar de carro.
Itália com criança: dez dicas de uma mãe que acabou de voltar
Este tema tem sido recorrente aqui no blog, seja em posts, seja em comentários e dúvidas dos leitores. Então aproveitei que uma amiga acabou de voltar de quase um mês de férias com a Marina, a fofíssima da foto acima, de apenas 2 anos, para dar dicas fresquíssimas da estreia da família com um bebê na Itália. Algumas dicas são genéricas, claro. Outras valem especificamente para a Bota – de mais fácil adaptação, por exemplo, no quesito alimentação. A conclusão é a mesma que tenho insistido por aqui: criança não é nenhum empecilho na viagem dos pais.
Ao escolher o voo:
1) Prefira sempre voos noturnos, para que a criança possa dormir no seu horário habitual. E não esqueça de levar um umidificador nasal, pois o ar dentro da cabine é extremamente seco e os pequenos sofrem.
Ao preparar a bagagem:
2) Tenha sempre em mãos mudas extras de roupa, inclusive na mala de mão.
3) Mesmo que o bebê já ande com desenvoltura, leve um carrinho daqueles tipo guarda-chuva, fáceis de carregar. Eles sempre vão se cansar antes dos pais e pedir colo.
4) Prepare uma bolsa com pequenos brinquedinhos variados, incluindo alguns dos preferidos. Apresente um a um em momentos convenientes, para ter sempre uma nova atração no roteiro.
Ao escolher o hotel:
5) Prefira os de localização central. Ainda que sejam mais caros, são providenciais para aquele cochilinho sagrado depois do almoço. Ou para pits stops fora da programação.
6) Procure saber de serviços especiais para as crianças – na Casa Howard, de Florença, por exemplo, tem um quartinho só para os pequenos, anexado ao quarto dos pais, onde há DVDs, parede de escalada e até um urso gigante sentado na cadeira, esperando o pequeno hóspede (leia mais sobre ele aqui).
Ao traçar o roteiro:
7) Vale a pena alternar cidades grandes com outras menores e roteiros no campo. Nada como uns dias num hotel-fazenda na Toscana depois da estreia em Roma, por exemplo.
8 ) Inclua cidades “children friendly”, com pouco trânsito, detalhes inusitados e atrações infantis. A preferida da Marinoca foi Veneza, cheia de pracinhas onde as crianças brincavam no fim do dia. Ela acabou fazendo amigos, não sem antes desabafar, depois de brincar de bola: “mas mamãe, ele não entende o que eu falo!”
9) Pense em passeios específicos para os pequenos. Quem tem como prioridade uma visita ao zoológico de Roma? Pois é, a Marinoca tinha – e adorou.
Nos restaurantes
10) Peça sempre meia porção de massa para a criança. Não tem erro. De maneira geral, os restaurantes italianos não se incomodam de preparar algo que não esteja no cardápio, a pedido dos pais. E outra dica valiosa: peça para o prato infantil vir sempre antes. Assim todo mundo come com calma (e quentinho).
O boom de BH – antes tarde do que nunca!

A Praça da Liberdade vista do alto: o mais novo centro cultural da cidade (foto: Lucia Sebe/Secom-MG)
Eu, como mineira, me dou ao direito de falar de carteirinha. Belo Horizonte sempre careceu de bons hotéis e de programas turísticos realmente bacanas. Bastava um gringo aparecer na família para ser aquele sufoco. Primeira questão monotemática: onde levar para passear? Complexo da Pampulha, claro. Que hotéis indicar? Hum, bem… Nesse quesito a coisa era ainda mais complicada. Tinha um cinco estrelas caretão ali (lá longe), alguns hotéis de rede, outras apart-hotéis e só. No mais, era apelar para a boa fama dos botecos e tudo acabava em chopes e tira-gostos (como nós chamamos os aperitivos
).
Tudo isso, na verdade, está começando a fazer parte do passado. E o centro de tudo é a linda Praça da Liberdade, cujos jardins foram inspirados nos do Palácio de Versailles, cercada de lindos edifícios do século 19. Antes ocupados por secretarias e órgãos estaduais, essas construções históricas estão agora cedendo espaço a belos centros culturais. O movimento é oficial e tem até nome: Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Ao todo, serão 13 museus e espaços culturais. Metade já está com as portas abertas, onde as atrações vão de ótimos planetários à história dos mineiros apresentada de forma interativa. Outra metade deve ser inaugurada em breve, inclusive uma escola do Inhotim (uma das melhores surpresas brasileiras de todo sempre), um Centro Cultural do Banco do Brasil e a Casa Fiat de Cultura, uma das mais conceituadas galerias da cidade.
Mas a praça tem mais novidades das boas. Antes da Copa deve ser inaugurado ali um novo hotel da grife Fasano (com um restaurante, bien sûr). Será sem dúvidas o melhor hotel da cidade, com diárias que devem alcançar os 800 reais e previsão de ocupação de 80%. Os quartos estarão escancarados para a Versailles das gerais.
Outra promessa é a abertura do Museu Clube da Esquina, num casarão ocre cercado de Palmeiras erguido no final do século 19 para ser o reservatório de água do Palácio da Liberdade. Com um palco, um cinema e acervo que resgata a história do movimento que começou nos anos 1960 com músicos como Milton Nascimento e Fernando Brant, entre outros (e mais tarde agregou Toninho Horta, Flávio Venturini e Beto Guedes), o museu será a maior referência para a história e a prática da música mineira.
Saindo do eixo da Praça da Liberdade, a cidade pipoca de novos hotéis (a rede Accor, por exemplo, chegou com tudo). Até 2014 deverão abrir as portas 33 novas unidades hoteleiras na capital. Olha a Copa ai, gente!
Ipanema Beach House: mais um pra turma de albergues bacanas do Rio
Sempre que aparece uma novidade boa e barata no Rio eu adoro postar aqui. Por um motivo simples: a cidade sempre careceu de hospedagem que juntasse as duas coisas. Ou os hotéis eram incríveis e carérrimos; ou eram carinhos e moquifos. Barato era adjetivo raro; e bom, então, nunca aparecia junto. Já não é novidade que nos últimos anos a cena começou a mudar. Já falei sobre as pousadas fofas de Santa Teresa neste post aqui e sobre os albergues design que começaram a pipocar por lá aqui e aqui.
Aproveitei minha passagem pelo Rio esta semana para conhecer de perto um albergue que já tem uns 5 aninhos de idade, mas que preferi ver de perto antes de escrever qualquer coisa. O Ipanema Beach House se revelou uma surpresa.
Para começar, a localização é incrível: em plena Barão da Torre, a uma quadra da Praça Nossa Senhora da Paz e a três do melhor trecho da praia de Ipanema. A casa, de simpáticas janelas de madeira brancas, é uma graça. Tem varandinha na frente, chão de ladrilho hidráulico preto e branco e um quintal que é simplesmente um espetáculo.
Seu maior trunfo é uma piscina deliciosa, cercada por um bonito jardim, onde foram espalhados futons coloridos, banquinhos, redes. Um clima assim, de casa de praia de amigo.
Achei os quartos coletivos meio largadões. O que eu visitei tinha três beliches triplos e era bem apertadinho, mas em compensação se abria para o tal jardim. As diárias custam R$ 50 por pessoa.
Mas há também quartos duplos, instalados em duas casas nos fundos. As suítes custam R$ 180 para duas pessoas; e os quartos com banheiro coletivo, R$ 160. Os preços incluem internet wi-fi (embora nos terminais ela seja cobrada – R$ 0,13 por minuto) e café da manhã – que, segundo Ivo, o funcionário que meio sem paciência que me mostrou tudo, “inclui pão, queijo, essas coisas. Nem mais, nem menos.”
Quer saber? No final das contas, achei o Ipanema Beach House bem legal. Nem mais, nem menos.
(fotos: divulgação, do site do albergue)
Low-costs: boas novas no ar
Não dá para negar que as cias aéreas low-cost do mundo todo estão cada vez mais restritivas. Paga-se para despachar a bagagem, pelo embarque prioritário, pelo pagamento com cartão de crédito, pela escolha do assento e até pelo check-in sem o bilhete impresso (por sua conta!). Mas nem sempre as notícias são ruins.
Depois de criar um departamento de carga aérea (providencial para quem quer fazer umas comprinhas extras no continente mais barato do planeta), a Air Asia, maior e melhor cia aérea de baixo custo da Ásia, que cobre mais de 20 países (leia mais neste meu post aqui), inclusive França e Inglaterra, acaba de adotar um programa de milhagem, algo até então impensável numa empresa que tem voos desde 10, 20, 30 dólares. Chamado BIG, funciona como os programas de fidelidade comuns: você ganha pontos (chamados biggies) não apenas ao voar, mas ao usar qualquer um dos serviços da empresa – de aluguel de carro a reserva de hotéis. Cada 4 ringgits (ou R$ 2,28) valem um ponto. E é possível resgatá-los a partir do acúmulo de 500.
Não existem assentos bloqueados, períodos suspensos, nada. É possível gastar a bonificação o ano todo, desde que estejam válidos (36 meses). Singapura e Siem Reap, no Camboja (onde ficam as ruínas de Angkor) estão entre os destinos gratuitos com 500 pontos; Bangkok, com 1000; Délhi e Austrália, a partir de 15.000; e Tóquio desde 30.000. O ponto de partida é sempre Kuala Lumpur, o principal hub da Air Asia. Quem preferir pode trocar por produtos no site da empresa.
A Ryanair, gigante europeia com 272 aeronaves, 1.300 rotas e 73,5 milhões de passageiros transportados apenas em 2010, acaba de lançar um benefício também – infelizmente, por enquanto, só para quem mora no Reino Unido. Quem adquirir o Ryanair Cash Passport, um cartão Mastercard pré-pago, ficará isento de pagar as taxas de administração que a empresa passará a cobrar a partir de novembro. O cartão custa 6 libras, imediatamente reembolsáveis para a compra de passagens aéreas. A promoção não ganhou o mundo ainda, mas já é um bom começo, né? Quem sabe a ideia não pega.











