Foz do Iguaçu
Cidade
Alguns anos atrás, um vereador propôs trocar a grafia de “Foz do Iguaçu” para “Foz do Iguassu”. Um dos argumentos para a mudança era que isso facilitaria a busca pelo nome da cidade no Google por eventuais turistas estrangeiros. Bem ou mal, a ideia reflete o interesse da região em continuar promovendo o turismo local para o exterior – Foz do Iguaçu é o segundo cartão postal brasileiro mais reconhecido mundo afora, graças às exuberantes Cataratas. Descoberta por desbravadores espanhóis em 1542, a gigantesca foz assistiu à chegada de colonos para a exploração do mate, dando origem ao povoamento da região. Hoje, os 256.000 habitantes voltam-se, principalmente, para a indústria do turismo.
Localizado na divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai, a cidade conta com uma rede hoteleira de 22.000 leitos. As belezas do Parque Nacional do Iguaçu merecem ser admiradas tanto do alto, de helicóptero, quanto nos emocionantes passeios de barco. Outros motivos que mantêm a região entre as cinco mais visitadas do país são a colossal Usina Hidrelétrica de Itaipu, as compras do lado paraguaio da fronteira e os cassinos em solo argentino.
COMO CHEGAR
Quem chega do Sudeste ou de Curitiba usa a BR-277, com nove pedágios e muitos caminhões. De ônibus, as viações Pluma (3522-2515) e Kaiowa (3522-2979) têm saídas diárias de São Paulo (R$ 154 e R$ 162, respectivamente) e Rio (R$ 184 e R$ 240, respectivamente). De Curitiba, a Viação Catarinense (3522-2050) faz o transporte (R$ 105). Também é fácil chegar de avião - o aeroporto recebe 17 voos das principais cidades do Brasil.
COMO CIRCULAR
De carro próprio ou alugado, não há problemas - as atrações são bem-sinalizadas. Sem carro, há três opções: o transporte público (ônibus circulares deixam o terminal central em direção à portaria do Parque Nacional do Iguaçu a cada 20 minutos), os traslados oferecidos pelas agências dos hotéis ou os táxis (do Centro às Cataratas, R$ 20). Para atravessar a fronteira e conhecer o lado argentino do parque, é obrigatório apresentar o RG ou a CNH originais. Para ir ao Paraguai (o país não exige documentação), prefira os táxis (R$ 35 a viagem) - por segurança, não é boa ideia atravessar a Ponte da Amizade com o próprio carro, sobretudo se a placa não é de Foz.
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