Petrópolis

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PREVISÃO DO TEMPO

Fonte: Climatempo
  • www.petropolis.rj.gov.br
  • 296.044 hab
  • 24
  • Rio de Janeiro

  • Teresópolis, 55 km, Três Rios, 64 km, Rio de Janeiro, 72 km, Niterói, 81 km, Nova Friburgo, 122 km, Belo Horizonte, 373 km, São Paulo, 476 km

A região começou a ser explorada no século 18 pelos tropeiros que percorriam a Estrada Real, entre o Rio de Janeiro e Ouro Preto, em Minas Gerais. Localizada no alto da Serra da Estrela, a 845 metros de altitude, Petrópolis surgiu em 1843, quando Dom Pedro II ergueu ali a residência de verão da família real.

O legado cultural se traduz em turismo. O palácio abriga hoje o incrível Museu Imperial, no centro histórico, guardando quase 7.000 peças dos séculos 18 e 19, de mobiliário e vestimentas a armas e a coroa de brilhante e pérolas. Mas não são só as atrações históricas que atraem. A cidade é reduto de ótimas pousadas e sinônimo de boa mesa. No distrito de Araras, há muito verde e pousadas românticas. Já Itaipava concentra restaurantes estrelados e noite agira

A cidade é base para o acesso ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde fica a famosa formação rochosa batizada de Dedo de Deus (em Teresópolis) e o Pico Açu, de onde se avista, em dias de céu limpo, o Rio de Janeiro.

A imagem negativa causada pelas destruição das chuvas de janeiro de 2011 fica para trás pouco a pouco, enquanto a cidade retoma o fôlego: são 17 novos estabelecimentos no GUIA BRASIL 2013.

ONDE FICAR

A cidade reúne sete hospedagens de charme classificadas pelo GUIA BRASIL 2013. É a maior concentração do país, o que sugere o quanto o hóspede poderá ser bem-tratado. A maioria delas fica em distritos distantes do Centro, como os vales das Videiras do Cuiabá, Araras e Itaipava.

Quando o assunto é novidade, considere o Grande Hotel Petrópolis, eleito o Hotel do Ano do GUIA BRASIL 2013. O antigo hotel-cassino foi restaurado, manteve o glamour dos anos 30 no lobby e está a 50 metros do Museu Imperial. As duas outras novidades são econômicas: o Itaipava Hostel e o Albergue da Samambaia – em casarão de fazenda de 1742, restaurado e reinaugurado como hospedagem, manteve os móveis de época e o clima de roça.

A Pousada Palácio de Cristal entra no grupo de boas hospedagens com diárias entre R$ 200 e R$ 400, juntamente com a Casablanca, Casablanca Koeller, Passaredo Arte e Repouso, Pousada Dom Pedro II, Pousada do Golf e Pousada Magistes.

ONDE COMER

Comida boa é o que não falta em Petrópolis, onde há cindo endereços estrelados pelo GUIA BRASIL 2013, além de bons restaurantes por quase toda a cidade. O conjunto mais nobre fica em Itaipava, sobretudo na Estrada União e Indústria. Recentemente, vêm surgindo estabelecimentos em cantinhos escondidos, como o caso do ...lá, que tem mesas em um jardim, à beira do rio, e o Cocotte Bistro, com a chef carioca Manoela Rabin. Todo fim de semana, ela monta um menu com três opções de entradas, pratos e sobremesas.

Outra boa novidade é o 2 Vales, criado por funcionários, chef e maÎtre do Tambo Los Incas (o restaurante foi destruído nas chuvas de 2011). A casa é misto de restaurante, delicatessen e loja, entre os vales do Cuiabá e da Boa Esperança. Os estrelados Fazenda das Videiras, Locanda Della Mimosa, Parrô do Valentim são clássicos imperdíveis.

COMO CHEGAR

Do Rio de Janeiro, a melhor maneira de chegar a Petrópolis é pela BR-040, duplicada até a serra, com pistas separadas e muitas curvas nos 20 quilômetros até a entrada da cidade. De ônibus, há saídas diárias da capital (Única, 0800-886-1000, R$ 17,97, 1h30 de viagem); o desembarque é feito na rodoviária de Bingen – a corrida de táxi até o centro custa R$ 25.

COMO CIRCULAR

Petrópolis tem vários distritos ao longo da BR-040 e da Estrada União e Indústria. Se a ideia é se hospedar nos arredores, é melhor vir de carro. Itaipava, a 17 quilômetros do Centro, tem bons restaurantes e lojas, enquanto Araras, 8 quilômetros à frente, e Vale do Cuiabá, a 11 quilômetros, são refúgios de casais em busca de sossego. Os ônibus urbanos (R$ 2,50) atendem tais regiões. Só é possível fazer passeios a pé no Centro Histórico – a dica é estacionar perto da Catedral de São Pedro de Alcântara e caminhar, sem pressa, entre igrejas e museus.

SUGESTÕES DE ROTEIROS

1 dia – Para quem vem no esquema bate-volta, o roteiro básico é chegar cedinho e ir direto ao Museu Imperial e esticar para a Catedral de São Pedro de Alcântara, a poucos passos dali. Para não perder muito tempo e logo partir para a mais nova atração da cidade, a Cervejaria Bohemia, o almoço pode ser na Pavelka ou na Casa do Alemão, que servem bons sanduíches de linguiça e croquetes de carne.

2 dias – Em um fim de semana dá para explorar todas as atrações do Centro Histórico, como o Palácio Cristal, a Casa de Santos Dumont e a Casa da Ipiranga, e ainda aproveitar d noite de Itaipava. Lá estão os estrelados Il Perugino e Parrô do Valentim, além das principais casas noturnas da região, perfeitas para quem gosta de dançar. Domingo é dia de acordar tarde e almoçar no Cocotte Bistro, novo estrelado da cidade.

4 dias – Com mais tempo, é hora de explorar melhor as opções de compras de Itaipava. Ao longo da Estrada União e Indústria estão várias galerias e lojas bacanas, como a Olhar o Brasil e a Galeria Salvador. Para respirar ar puro e curtir a paisagem do Vale do Cuiabá, a pedida é curtir um passeio a cavalo no Haras Analu. Vale também esticar a viagem até Teresópolis, a 35 quilômetros dali, e fartar-se no banquete russo do Dona Irene, detentor de duas estrelas no GUIA BRASIL 2013.

QUANDO IR

Os fins de semana são sempre concorridos, principalmente no inverno, quando as chuvas dão trégua e o frio chega com tudo. Em junho e julho, dois importantes eventos ocorrem: a Festa do Colono e o Festival de Inverno.