Phnom Penh

Por Adrian Medeiros Atualizado em 19 jun 2018, 17h12 - Publicado em 9 dez 2011, 14h50

Essa capital de nome impronunciável (tente nom pêm) começa só agora a recolher os cacos da guerra civil para voltar a ostentar o título de “pérola da Ásia”.

A cidade não tem a fama de Bangkok tampouco o charme de Hanói. Das capitais do sudeste asiático, é que a menos esconde os contrastes sociais. Mas uma procura detalhada leva o viajante a encontrar um povo simpático, bons restaurantes à beira do rio Tonlé Sap, monges caminhando calmamente, amplas praças e templos a perder de vista. O local ideal para entender o Camboja mais a fundo.

A começar pelo esplendoroso Royal Palace, ainda habitado pelo rei Sihamoni, e sua adjascente Silver Pagoda, um templo budista com o piso coberto por 500 toneladas de prata.

Para os de estômago forte, é primordial uma visita à S-21, antes uma escola, depois o principal centro de detenção e tortura do Khmer. As manchas de sangue no assoalho ainda são evidentes, e as celas ainda são conservadas de maneira assustadora.

Em seguida, parta para Choeung Ek, mais conhecido como Killing Fields, onde estimadas 17 mil pessoas foram executadas. Um monumento com mais de 900 crânios encontrados recentemente no local serve de memorial aos mortos.

Informações ao viajante

Línguas: Khmer

Saúde: Certificação internacional para febre amarela

Melhor época para visitar: De dezembro a janeiro

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