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Luize Altenhofen, boa de snowboard, vence duas categorias no Campeonato Brasileiro Amador de Esqui em Valle Nevado

Claudio Campos - 19/07/2008

            Luize decola na neve powder de Valle Nevado.

A apresentadora e modelo Luize Altenhofen e outros 77 participantes encontraram excelentes condições de neve na 3ª edição do Campeonato Brasileiro Amador de Esqui e da Copa de Snowboard, encerrados na última quinta-feira em Valle Nevado, no Chile.

Luize ficou em primeiro lugar tanto na prova feminina de snowboard slope style quanto na categoria aspirantes femininos de slalom gigante. Segundo Frederico Levy, um dos organizadores do evento, é cada vez maior o número de brasileiros praticantes do snowboard. "Quem faz snowboard também tem uma facilidade maior em andar fora das pistas em comparação com os esquiadores", lembra ele. E Valle Nevado, com seu snow park e o único halfpipe da América do Sul, é mesmo um grande parque de diversões para riders de todos os niveis técnicos.

Frederico Galiotto, ouro na categoria Master A.

No esqui alpino,  Isabela Monti, que competiu pela última vez como amadora, ganhou medalha de ouro na categoria Aspirante Feminino.

De olho na nova geração de esquiadores brasileiros: Maria Levy garantiu, pela terceira vez consecutiva, o primeiro lugar no feminino mirim e Breno Vita no masculino.


O campeonato foi organizado pelas operadoras Interpoint e Snowtime e pela Confederação Brasileira de Desportes de Neve e patrocinado pelo Trend Bank e pela Travel Ace.

Leia mais sobre a temporada de neve da América do Sul no Blog do Esqui


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A Costa Rica é melhor do que a gente?

Claudia Carmello - 19/07/2008

A Costa Rica, de boba, não tem nada. Com um território de 51 mil km quadrados – o tamanho do Rio Grande do Norte –, consegue receber, por ano, 1/3 dos turistas que o Brasil recebe. (Chegam lá, anualmente, 1,7 milhão de estrangeiros, contra 5 milhões aqui – estatísticas da Organização Mundial do Turismo, de 2006. Veja o ranking dos países mais visitados do mundo aqui).

Bem, eles têm ondas ótimas pra surfe (nós também). Quilômetros de orlas paradisíacas tanto no Atlântico como no Pacífico (ficamos só no Atlântico, mas com zilhões de km a mais!). Muitos parques nacionais para proteger sua floresta tropical (bem, nós até temos vários, mas a maioria não-implementado, de fato). Mais belos vulcões (sã 112) e lagos, o que também ajudou a fazer do ecoturismo e dos esportes de natureza a sua marca – famosa mundialmente.

Até o slogan turístico deles deixa o nosso no chinelo: enquanto o Brasil vai de Sensational!, assim bem vazio, meio qualquer nota, os costarriquenhos vão de No Artificial Ingredients (Sem ingredientes artificiais). Convenhamos, ele passa seu recado com bem mais eficiência, e ainda é trendy – a moda agora não é ser natureba, eco, buscar a simplicidade, a pureza etc? Pois então, todo mundo quer “sem ingredientes artificiais”.

(Tem outra coisa que me dá muita inveja da Costa Rica: eles não têm exército. Não é espetacular? Mas isso é outro assunto).

Pois agora eles ainda tiveram uma grande idéia para aproveitar a onda do Carbon Free (pagar em dinheiro para neutralizar suas emissões de CO2 na atmosfera), e martelar um pouco mais sua vocação para destino “verde”.

Funciona assim: todo viajante que entrar ou sair da Costa Rica é convidado a bancar US$ 5 por tonelada de CO2 emitido no seu vôo até/desde o país. Um viajante alemão, por exemplo, pagaria US$ 30 pelo deslocamento de casa até lá. O destino do dinheiro são instituições de conservação das florestas costarriquenhas.

O programa se chama Viaje Limpo e a contribuição é voluntária – pode ser paga com qualquer cartão, com respaldo do Banco Nacional da Costa Rica, e um certificado ou recibo é dado em troca. (Leia a notícia completa aqui).

Ou seja, o turista já chega pras suas férias todo satisfeito por ter ajudado a preservar aquela maravilha que ele vai desfrutar. E, convenhamos, pra quem gasta milhares numa viagem internacional, o que são mais US$ 30?

Imaginem se adotássemos uma estratégia dessas no Brasil. Que turista gringo ia se recusar a neutralizar suas emissões de carbono pra proteger a Amazônia? Com o tema do aquecimento global bombando, qualquer morador da Sibéria tende a acreditar que salvar a Amazônia é salvar sua própria pele.

Vamos copiar? Pegaria bem pra nossa imagem e ajudaria, de fato, a arrecadar um dim-dim para nossa falida estrutura de fiscalização de parques nacionais, por exemplo. Poderia ter efeitos colaterais significatvos? (A falta de credibilidade do governo brasileiro para reter e encaminhar esse dinheiro, será?)
 
E você, aceitaria deixar uma grana no aeroporto de Guarulhos, ou Galeão, ou Salgado Filho, o que for, antes de voar até Buenos Aires ou ao Japão?

ViajeAqui também, nos posts que já escrevi sobre neutralzação de carbono:
Aviação Verde: quando o Brasil entra nessa?

Atitude Verde a prestação - o furo da neutralização de carbono.


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Imagem do dia: Neve em Chillán

Claudio Campos - 18/07/2008

           Nevados de Chillán ontem, 17/07/2008

Da série uma imagem vale mais do que mil previsões...

Agradecimentos à Danielle da Monreal Ski Travel pela colaboração.

Leia mais sobre a temporada de neve da América do Sul no Blog do Esqui


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Volta ao Mundo: passagem, o 1º dilema

Rachel Verano - 18/07/2008

Escolher a passagem de volta ao mundo é um exercício de logística. Calcular os trechos, as milhas, encaixar as datas... tudo que parece muito simples pode se tornar um desafio (no meu caso, demorei mais de 15 dias para montar um cronograma real).

Quando achei que todos os meus problemas estavam resolvidos... uma surpresa. A Star Alliance, pool de cias aéreas que eu escolhi por atender bem a Ásia, me informou, através da TAP, que eu não podia comprar o meu bilhete agora porque as reservas só estavam disponíveis até junho de 2009 (minha viagem só terminará em outubro).

Então eu pergunto: como a passagem de volta ao mundo vale por 365 dias e o sistema de reservas não acompanha a validade da própria passagem? Vou ter que pagar para remarcar os trechos depois de emitidos, quando o sistema estiver disponível? Ou vou ter que comprar a passagem na data do embarque, para conseguir os trechos todos? E quem me garante que eu vou conseguir esses primeiros vôos, em cima da hora?

Estou agora cheia de dúvidas. Compartilho o singelo email da TAP:

"Dear Madam,
TAP Air Portugal thanks you for your preference in choosing us, and our Online Booking System.
We hereby inform that for the time being it is not possible to book flights for September/October 2009
once it is out of the system range. At the time the system can only reach till June 12th 2009.
Best regards
Tap Reservations –xx
Lisbon
- Portugal"

Fica mais uma pergunta: por que uma empresa portuguesa escreve um email em inglês para uma cliente brasileira? Será que a comunicação é mais fácil? :-) (brincadeirinha...)

Nos próximos posts vou comparar as opções de passagens de volta ao mundo com os preços, vantagens e desvantagens de cada uma. Este primeiro é só um desabafo.

(crédito da ilustra: Mark Evans)


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Como mudar o idioma do navegador

Navegador Guia Quatro Rodas - 18/07/2008

O Navegador GPS Guia Quatro Rodas Mio C220 oferece, entre suas funcionalidades, a opção de idiomas para a voz do Navegador (aquela famosa que indica “vire à direita!”, “vire à esquerda!”). As opções são português, inglês e espanhol. Você também pode escolher entre a voz masculina e a feminina.

É útil para quem não domina um ou mais desses idiomas. Fora isso, é legal para quem está se iniciando no estudo dessas línguas. Quando se opta pelo idioma inglês, por exemplo, a primeira coisa que a voz do GPS diz é: “drive carefully”, que significa “dirija com cuidado”. A pronúncia é perfeita.

Para mudar o idioma do Navegador faça assim: no menu principal, vá em opções, depois em idiomas. Então é só selecionar o idioma da tela e da voz. And have a nice trip!

 

Jesse Navarro


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