Se você veio parar nesta página pelo
Google, é porque deve ter digitado as duas palavras mágicas: sexo e viagem. Eu fiz esse título de propósito, para testar o que meu editor, Fábio Peixoto, me ensinou sobre taguear (maravilhosos esses termos) textos na internet. Peixoto tem umas manhas para chamar a audiência. Uma delas é usar, no título, palavras muito acessadas na net. A mais popular, a gente sabe, é “sexo”.
Por exemplo: eu digitei lá no
Google “sexo” e “viagem”. A primeira ocorrência era um, vá lá, conto publicado num site chamado Casa dos Contos Eróticos. O nome era “Viagem Inesquecível (Sexo no busão)”. O autor é um tal Mauzão, heterossexual (ele detalhou numa ficha). No relato, Mauzão informa que é casado, tem 31 anos, e sua história aconteceu 10 anos atrás. Ele ia de Porto Alegre a Florianópolis. Tudo normal, até que “Adriana” sentou-se ao seu lado e lhe fez companhia a noite inteira, se é que você me entende.
Bom, mas isso não vem ao caso. O que eu queria com esse post, mesmo, era testar as táticas peixotíferas de atrair gente. Peixoto me ensinou, também, que a banda Cansei de Ser Sexy usou do mesmo expediente para explodir de acessos no
YouTube sua música “Music Is My Hot Hot Sex”.
Enfim, se você esperava encontrar, de fato, algo relacionado ao ato sexual e ao ato de viajar, lamento ter lhe decepcionado. Mas não gostaria que você considerasse essas linhas uma pegadinha. É, antes disso, um convite à reflexão: qual é, na sua opinião, a viagem mais erótica do Brasil? Escreva o que quiser. Só não vale dizer que é o trecho Porto Alegre-Floripa, de bumba.
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