Fabio Steinberg passou a maior parte de sua vida profissional entre quatro paredes corporativas. Um dia descobriu o jornalismo. Depois, o jornalismo de viagens. E logo depois, o jornalismo de viagens de negócios. Mas ele gostou mesmo foi quando descobriu que pode viajar e ainda ser pago. Resultado: agora ele só pensa nisto, e até se tornou especialista no assunto.
Quando ele some de circulação, está escrevendo um livro – já tem mais de 100 publicados. Ou quem sabe, encontra-se no meio de algum percurso exótico de bicicleta em um ponto distante do planeta - Caminho de Santiago, Himalaia, Patagônia, Marrocos, coisas deste tipo. Permita-me apresentar o fascinante Ramalho.
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E o que isto tem a ver com viagens de negócios? Tudo! Ramalho – ou José Antonio Ramalho para os menos íntimos - é a própria alegoria da viagem de negócios. Seu forte background de jornalista de TI faz dele um dos melhores demonstradores ambulantes de novas tecnologias e produtos. Ele é que o se costuma chamar de um “early adopter”. Ramalho leva com ele em suas peregrinações o chamado estado da arte.
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Com equipamentos portáteis sem fio e produtos inovadores, ele antecipa com seu estilo de vida o que os demais mortais um dia estarão usando. Por isto, a cada viagem os patrocinadores mais espertos se digladiam para apoiar seus projetos – máquinas fotográficas, celulares, notebooks, operadoras de telefonia, impressoras, há sempre lugar para mais um em sua mochila mágica. Suas demonstrações não se limitam apenas a tecnologia, mas também a fabricantes de produtos farmacêuticos e alimentos, roupas e equipamentos voltados para o esporte. E operadoras de planos de saúde.
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Há ainda um bônus adicional. Pelo inusitado das viagens, Ramalho promove uma significativa cobertura de mídia, e com isto projeta também os produtos que o financiam. Além de um dos escritores mais versáteis do mercado, pois fala tanto de tecnologia a mitologia, como de fotografia a mountain bike, ele é colunista dos jornais Folha de S. Paulo, Estado de Minas, além de colaborar com várias revistas.
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Ramalho é um case humano. Não se trata de algum garoto maluquinho, mas de um recatado senhor de 46 anos que há três resolveu mudar em busca de uma melhor qualidade de vida. Deixou para trás o seu lado sedentário e tornou-se um ciclista que chegou aos 5.200 metros de altitude do acampamento base do Monte Everest. Não foi pouca coisa.
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A próxima aventura de Ramalho começa no dia 1 de junho, quando ele vai pedalar pelo trajeto do famoso trem Expresso do Oriente. São 3.600 km de Paris a Istambul, tudo devidamente registrado em texto, imagem e vídeo. E para as empresas que não conseguirem vaga de patrocínio nesta empreitada, há uma esperança. Na volta, ele fará um ciclo de palestras motivacionais sobre sua experiência, mostrando não só as etapas mas também uma analogia entre as suas aventuras e o cotidiano das empresas. Para saber mais, visite o site WWW.ramalho.com.br, ou fale com o próprio pelo jose.antonio@ramalho.com.br.
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