Fabio Steinberg passou a maior parte de sua vida profissional entre quatro paredes corporativas. Um dia descobriu o jornalismo. Depois, o jornalismo de viagens. E logo depois, o jornalismo de viagens de negócios. Mas ele gostou mesmo foi quando descobriu que pode viajar e ainda ser pago. Resultado: agora ele só pensa nisto, e até se tornou especialista no assunto.
Quem acha que perder ou ter laptop roubado é fenômeno exclusivo de aeroportos brasileiros ou país subdesenvolvido, está na hora de conhecer uma estatística recém saída do forno. Ela mostra que nada menos que 637 mil pessoas perdem por ano seus laptops em 106 aeroportos nos Estados Unidos. Pior: 53% destes equipamentos continham dados confidenciais das empresas. E pior ainda: 65% das pessoas admitiram que nada fizeram antes para proteger as informações contidas. Estas são algumas das conclusões de um estudo conduzido pelo Ponemon Institute a pedido da Dell, segundo matéria publicada na Computerworld.
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Sabe onde é que estes equipamentos mais se perdem? Acertou quem pensou que é no local onde se faz o controle de segurança. E onde mais são roubados? Nos aeroportos junto a hotéis e carros estacionados. Toda semana mais de 10 mil laptops são esquecidos nos 36 maiores aeroportos do país, dos quais 65% jamais voltam às mãos dos donos. Deste grupo, 77% já desencanaram, e não têm qualquer esperança de rever os equipamentos. E como são propriedade das empresas, 16% dos usuários confessaram que nada fizeram para recuperá-los.
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A pesquisa identificou ainda os 5 dos 46 estados americanos onde mais se perde ou rouba laptops. São eles o de Los Angeles, Miami, New York(JFK), Chicago e Newark. Para evitar problemas, as autoridades recomendam cuidar o laptop como se fosse uma bolada de dinheiro vivo na mão – evitar atrair demais a atenção, não deixar no banco de trás dos carros, nem desacompanhado nos aeroportos.
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Agora, o mais incrível: 76% das companhias consultadas admitiram que perdem um ou mais laptops por ano - dos quais apenas 22% por conduta criminosa. Ou seja, haja empregado esquecido! Com este tipo de gente, nem é preciso de ação da concorrência para a empresa andar mal das pernas.