MANHÃ
O Busch Gardens não tem tíquetes furafila. Por isso, nossa visita vai ter de ser na raça. Começamos pela Sheikra, que fecha no dia 28 deste mês para essa reforma. De lá, seguimos para dois brinquedos de água: o Stanley Falls Flume e o Tidal Wave. Pegamos, então, o teleférico Skyride até o Serengeti Plain. Lá, faremos o Serengeti Safari. O passeio é pago à parte - custa 34 dólares - e deve ser reservado no site buschgardens.com. Mas vale a pena: o jipe passa em meio a elefantes, zebras e leões, e os passageiros podem alimentar girafas. Depois, andamos noutra montanha-russa, a Montu. Ali perto fica a atração Myombe Reserve, casa do gorila bebê.
TARDE
Hora do Katomba, musical com temática africana que mistura marionetes, folclore e dança. Minha sugestão para o almoço é o Crown Colony, que são, na verdade, dois restaurantes: no andar de baixo funciona um fast-food e, no de cima, um salão com menu variado. Depois de comer, embarcamos no Rhino Rally. As filas costumam ser enormes, mas o passeio de jipe é emocionante.
NOITE
No Congo, não podemos perder outra montanha-russa, a Kumba. Também radical, o Congo River Rapids é um rafting: o barco passa por um gêiser e uma cachoeira. De lá, vamos à Congo Train Station e pegamos o trem. Paramos na próxima estação, a Stanleyville, e caminhamos até o Aviary, com mais de 500 pássaros, e à última roller coaster do dia, a Gwazi, feita de madeira.
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