
O sucesso de uma viagem ao Chile depende bastante do planejamento. As distâncias são imensas, o clima varia muito com a estação e a latitude. O peso chileno está valorizado, o país ficou caro também por estar na moda como pólo de ecoturismo. Com mais de 2 mil vulcões na Cordilheira dos Andes, e generoso em atrações para adolescentes, avós ou casais em lua-de-mel, o Chile impõe um primeiro cuidado: não tentar conhecer tudo, porque é missão impossível. Se tiver no máximo duas semanas, escolha duas regiões como destino, e duas noites em Santiago, na chegada e na saída. E, se quiser ir ao norte e ao sul, nem pense em fazer tudo de carro em pouco tempo. Esse é o erro que provoca mais arrependimento. Faça percursos internos de avião e alugue carro localmente para explorar cada região em que estiver. Carro 4x4 é indispensável. Optamos pelo contraste direto, uma espécie de Chile 360 graus: o deserto, ao norte, e os Lagos Andinos, 800 quilômetros ao sul de Santiago. Deixaríamos a Ilha de Chiloé e o sul da Patagônia para outra vez.
Por: Ruth de Aquino | Foto: Jaime Borquez
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