Bichos do Brasil - Aves
Fotos das aves presentes nos biomas brasileiros
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Ararinha-azul (Cyanopsitta spixi)
Araquém Alcântara
Ararinha-azul (<em>Cyanopsitta spixii</em>): vive na Caatinga. O hábitat natural que restou para esta bela ave é o zoológico. Apenas em zoos e coleções particulares é que podem ser observadas as derradeiras 55 ararinhas vivas. Na natureza, a última que foi vista, em 2000, era um macho, que desapareceu. Desde então, criadouros no mundo todo tentam estabelecer encontros entre os pares para reprodução, evitar o desaparecimento total da espécie e, quiçá, conseguir reintroduzir o animal no meio ambiente da Caatinga
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Socó-boi (Tigrisoma lineatum)
Araquém Alcântara
Socó-boi (Tigrisoma lineatum): vive em rios e lagos
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Tucano-de-peito-branco (Ramphastus tucanus)
Araquém Alcântara
Tucano-de-peito-branco (<em>Ramphastus tucanus</em>): vive na Amazônia e no litoral
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Pica-pau-do-campo (Colaptes campestris)
Araquém Alcântara
Pica-pau-do-campo (<em>Colaptes campestris</em>): habita o Cerrado
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Tucano-açu (Ramphastus toco)
Araquém Alcântara
Tucano-açu (<em>Ramphastus toco</em>): vive na Amazônia e no Cerrado
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Mutum-de-penacho (Crax fasciolata pinima)
Araquém Alcântara
Mutum-de-penacho (<em>Crax fasciolata pinima</em>): vive na Amazônia
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Uiraçu-falso (Morphnus guianensis)
Araquém Alcântara
Uiraçu-falso (<em>Morphnus guianensis</em>): hoje só é visto na Amazônia e em fragmentos da Mata Atlântica
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Pica-pau-branco (Melanerpes candidus)
Araquém Alcântara
Pica-pau-branco (Melanerpes candidus): vive em áreas de campos
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Mocho-diabo (Cathartes aura)
Araquém Alcântara
Mocho-diabo (<em>Cathartes aura</em>): aparece em todo o litoral brasileiro e Mata Atlântica
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Periquito-príncipe-negro (Aratinga nenday)
Araquém Alcântara
Periquito-príncipe-negro (<em>Aratinga nenday</em>): vive em todos os biomas. Os periquitos, ou psitacídeos, podem ser encontrados em todo o território brasileiro em bandos e fazendo grande estardalhaço e gritaria por onde passam
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Urubu-rei (Sarcoramphus papa)
Araquém Alcântara
Urubu-rei (<em>Sarcoramphus papa</em>): vive em áreas de floresta e Caatinga
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Murucututu (Pulsatrix perspicillata)
Araquém Alcântara
Murucututu (<em>Pulsatrix perspicillata</em>): vive na Amazônia
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Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)
Araquém Alcântara
Pato-mergulhão (<em>Mergus octosetaceus</em>): vive em rios de regiões montanhosas
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Trinta-réis-grande (Phaetusa simplex)
Araquém Alcântara
Trinta-réis-grande (<em>Phaetusa simplex</em>): vive na Amazônia
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Tachã (Chauna toquata)
Araquém Alcântara
Tachã (<em>Chauna toquata</em>): vive nos Pampas e no Pantanal
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Arapapá (Cochlearius cochlearius)
Araquém Alcântara
Arapapá (<em>Cochlearius cochlearius</em>): vive em lagos e beira de rios. Presente em quase toda a América do Sul, o arapapá, também chamado de socó-de-bico-largo, alimenta-se de pequenos animais aquáticos, os quais consegue apanhar com seu enorme bico. Solitário e arredio, o arapapá é pouco conhecido e estudado, pois tem hábitos noturnos e vive em locais de difícil acesso, como pântanos e vegetação densa nas margens de rios.
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Garça-branca-pequena (Egretta thula)
Araquém Alcântara
Garça-branca-pequena (<em>Egretta thula</em>): vive em banhados e regiões alagadas
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Guarás (Eudoscimus ruber)
Araquém Alcântara
Guarás (<em>Eudoscimus ruber</em>): vive em lagoas e mangues. Uma revoada de guarás colore os céus cinzentos de Cubatão, no litoral de São Paulo. Incrustada na Mata Atlântica, entre a serra do Mar e o litoral, a cidade, um polo industrial, chegou a ser considerada a mais poluída do mundo nos anos 1980. Na região portuária de Santos e Cubatão, a mancha das cidades invadiu manguezais, mas a criação de reservas isolou dessa ameaça trechos valiosos de floresta
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Ema (Rhea americana)
Araquém Alcântara
Ema (<em>Rhea americana</em>): vive nos campos do Cerrado e dos Pampas
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Gavião-pega-macaco (Cathartes aura)
Araquém Alcântara
Gavião-pega-macaco (<em>Cathartes aura</em>): aparece em todo o litoral brasileiro e Mata Atlântica
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Colhereiro (Platalea ajaja)
Araquém Alcântara
Colhereiro (Platalea ajaja): vive em regiões pantanosas
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Araçari-banana (Pteroglossus bailloni)
Araquém Alcântara
Araçari-banana (<em>Pteroglossus bailloni</em>): vive na Mata Atlântica
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Gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus)
Araquém Alcântara
Gavião-de-penacho (<em>Spizaetus ornatus</em>): vive na Mata Atlântica
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Atobá-grande (Sula dactylatra)
Araquém Alcântara
Atobá-grande (<em>Sula dactylatra</em>): habita a costa da Amazônia ao Rio de Janeiro
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Jacutinga (Aburria jacutinga)
Araquém Alcântara
Jacutinga (<em>Aburria jacutinga</em>): habita a Mata Atlântica
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Ararajuba (Guaruba guarouba)
Araquém Alcântara
Ararajuba (<em>Guaruba guarouba</em>): habita a Amazônia
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Jaburu, ou tuiuiú (Jabiru mycteria)
Araquém Alcântara
Jaburu, ou tuiuiú (<em>Jabiru mycteria</em>): vive no Pantanal e em lagoas
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Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)
Araquém Alcântara
Arara-azul-de-lear (<em>Anodorhynchus leari</em>): vive na Caatinga. É uma sertaneja rara, cujo azul-marinho forte e marcante desponta no sertão da Caatinga, região em que vive. Alimenta-se de coco de palmeiras, e aproveita os oásis de maciços de pedra perto da lendária cidade de Canudos e no Raso da Catarina e até no município de Juazeiro, onde já foi avistada. Projetos de conservação de fazendeiros, junto com o Ibama, estão conseguindo controlar a predação humana – como a de traficantes de animais. Já começa haver um suspiro de recomposição populacional. Mas a espécie ainda corre sério risco de extinção
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Garça-moura, ou socó-grande (Ardea cocoi)
Araquém Alcântara
Garça-moura, ou socó-grande (<em>Ardea cocoi</em>): vive em rios e lagos
Bichos do Brasil - Mamíferos
Bichos do Brasil - Répteis, animais marinhos e de água doce
Aquarela de vidas
Seleção nada natural
Como todas as espécies de animais, as aves que vivem no bioma mais devastado são as mais ameaçadas de desaparecer. E a Mata Atlântica, em que sobrou apenas 7% de sua composição original, é o hábitat de bichos em maior perigo de extinção. Principalmente os endêmicos, como a jacutinga, que sofre também por se alimentar do coco do palmito juçara, uma planta igualmente ameaçada em razão da ação de palmiteiros ilegais. A destruição do hábitat também é a ameaça ao pato-mergulhão – antes visto facilmente em rios da serra da Canastra e regiões montanhosas de Minas Gerais. O mesmo ocorre com animais endêmicos de regiões da Amazônia, como o cada vez mais raro mutum-de-penacho. A ave vive nas regiões do leste do Pará e Maranhão, justamente uma das partes mais ameaçadas do bioma, situada no arco do desmatamento.
