Panorâmica
Como qualquer império na história da humanidade, os Estados Unidos despertam reações extremadas. Ninguém fica indiferente. Em quem gosta de viajar, porém, causam outra sensação: são irresistíveis. A força da grana construiu um país com infra-estrutura quase perfeita para os visitantes (desde que tenham o visto nos conformes). Segundo dados da Travel Industry Association of America (TIA), a indústria de turismo americana emprega diretamente 7,3 milhões de pessoas e é um dos pilares da economia, movimentando em torno de 1,3 trilhão de dólares anualmente. Há 2,3 milhões de quartos ocupados todo dia. Restaurantes? Só em Los Angeles e em Nova York são 3 940 mencionados pelo guia Zagat, o Michelin americano.
O território que abriga o Grand Canyon e o Yosemite guarda outros 386 parques nacionais, tem mais de 200 parques de diversões e 40 mil quilômetros de rotas cênicas sugeridas (em estradas impecáveis). Isso sem falar no deslumbramento que Hollywood e a Disney provocam.
Não faltaram motivos para achar que esse fascínio havia chegado ao fim. Mas a névoa de poeira que cobriu Nova York naquele 11 de setembro já baixou e a cidade ferve. Depois de um breve recuo pós-atentados, os turistas estão voltando. Os números apontam que a tendência é de crescimento. Nada a estranhar em se tratando de um destino que se "vende" tão bem e se reinventa com tamanha maestria. E lá vamos nós, os admiradores e os críticos, rumo aos poderosos States. Nas palavras do governador da Califórnia por sinal, austríaco; por sinal, ex-ator e ex-fisiculturista falando em espanglês: hasta la vista, baby.
O essencial
- DDI:: 1
- Língua oficial:: inglês
- Moeda:: dólar americano
- Visto:: é necessário. Mais informações no www.visto-eua.com.br
- Embaixada brasileira em Washington: 3006, Massachusetts Avenue NW, (202) 238-2805, brasilemb.org
- Hora local:: - 2h
- Informações turísticas:: www.state.gov
- Melhor época:: julho e agosto
- Chamadas a cobrar:: 1800 344 1055, 1800 283 1055 ou 1800 283 1055
Dica do Viajante
'Eu confesso que na América eu vi mais do que a América; eu vi a imagem da democracia mesmo, com suas inclinações, seu caráter, seus preceitos e suas paixões, o suficiente para aprender o que devemos temer e o que devemos esperar de seu progresso', Alexis de Tocqueville, sociólogo francês e autor de Democracia na América