Em ação: O melhor emprego do mundo
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Foto histórica de maçã sendo perfurada por bala
© Harold & Esther Edgerton Foundation 2003, courtesy of Palm Press, Inc
Congelada no tempo, esta imagem de uma bala que atravessa uma maçã foi capturada por meio da fotografia estroboscópia inventada pelo bolsista da NGS Harold "Doc" Edgerton. Na década de 1950, Edgerton e Jacques Cousteau trabalharam juntos para aprimorar a fotografia subaquática
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Primeira ilustração de capa da National Geographic
National Geographic Society
A edição de juhlo de 1942 trouxe a primeira ilustração de capa. A pedido do governo, muitas revistas exibiram a bandeira americana e incentivaram seus leitores a comprar títulos de captalização para financiar a guerra
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Owen Maynard Williams acompanhou a expedição Citroën-Haardt pela Ásia
Maynard Owen Willians
Owen Maynard Williams acompanhou a expedição Citroën-Haardt pela Ásia - utilizando pôneis, camelos, iaques e carros - como fotógrafo-chefe, de 1931 a 1932. Apesar de a jornada ter terminado de maneira abrupta em 1932, com a morte de Haardt, Williams classificou a viagem de um ano e meio como "a maior aventura da minha vida".
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Correspondente da National Geographic montou uma redação improvisada na Austrália
Howell Walker
Para redigir seu texto em campo, o correspondente Howell Walker montou uma redação improvisada em um ponto remoto da Austrália no fim da década de 1940
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Dicionário utilizado pelos funcionários da National Geographic para as reportagens
National Geographic Society
Para se dar bem em campo, é preciso ter engenhosidade, bom humor e conhecer uma ou outra frase em taitiano, hindo ou árabe. Os dicionários foram utilizados pelos funcionários da revista durante as reportagens
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Dicionário utilizado pelos funcionários da National Geographic durante as reportagens
National Geographic Society
Para se dar bem em campo, é preciso ter engenhosidade, bom humor e conhecer uma ou outra frase em taitiano, hindo ou árabe. Os dicionários foram utilizados pelos funcionários da revista durante as reportagens
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Os capitães Orvil Anderson e Albert W Stevens alcançaram a estratosfera com a Explorer II
Major H. Lee Wells, Jr.
Pouco mais de um ano após escapar do desastre a bordo do Explorer I, em 1934, os capitães Orvil Anderson e Albert W Stevens alcançaram a estratosfera e a altitude recorde de 22 quilômetros com o Explorer II em 11 de novembro de 1935. O recorde do balão demorou 21 anos para ser superado
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O general Eisenhower estuda um mapa da Alemanha produzido pela NGS
B. Anthony Stewart
O general Eisenhower estuda um mapa da Alemanha produzido pela NGS. Integrantes da Cruz Vermelha também utilizaram mapas da NGS para localizar campos de prisioneiros de guerra japoneses
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Mapa da National Geographic utilizado durante a Segunda Guerra Mundial
Joseph D. Lavenburg, from the White House Collection
Durante a Segunda Guerra Mundial, os mapas da National Geographic foram amplamente utilizados pelas forças armadas
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Ilustração do desastre do Explorer I, em 1934, na tentativa de alcançar a estratosfera
Tom Lovell
Ilustração do desastre do Explorer I, em 1934, na tentativa de alcançar a estratosfera
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Mergulho recorde no mar de Willian Beebe em batisfera
David Knudsen
Willian Beebe sai da batisfera que o conduziu, com Otis Barton, em um mergulho recorde no mar de quase 1 quilômetro de profundidade, em 1934
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A revolução do filme fotográfico Kodachrome
W. Robert Moore
O filme Kodachrome fez com que os fotógrafos não precisassem mais pedir às pessoas fotografadas que ficassem paradas fazendo pose. Esta imagem de 1938 de w. Robert Moore captura a ação rodopiante de dançarinos de Burgenland, na Áustria
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Quadro histórico encomendado pela NGS ao pintor N. C. Wyeth, em 1926
N.C. Wyeth
Uma das três caravelas de Colombo enfrenta um novo mundo neste quadro, uma das cinco cenas de exploração e descoberta encomendadas pela NGS para o pintor N. C. Wyeth, em 1926. Hoje, os quadros estão à mostra no Hubbard Hall, prédio histórico da instituição
Em ação
Chuva. A câmera que não funciona. Filme estragado. Veículos quebrados. Criaturas que não cooperam. Péssimos guias. Problemas com a alfândega. Muita burocracia. Espera interminável em estações de trem, aeroportos, escritórios para conseguir permissões e entrevistas. Olhares nada simpáticos. Roubo de equipamento. Pedido de propina. Baratas demais. Pernilongos demais. Doenças misteriosas demais. Episódios de intoxicação alimentar demais. Calor demais. Frio demais. A vida em campo pode ser solitária e decepcionante. Então, mais uma vez, a gente se vira. Caminha através da chuva. Improvisa consertos capengas. Contrata um guia melhor. Sorri e come apesar de tudo. Aguenta motoristas loucos, barcos furados, pilotos bêbados, mulas empacadas, camelos de mau humor e até mesmo iaques para chegar aonde precisa. Adapta-se a circunstâncias instáveis – senão impossíveis – com muita determinação. O sucesso depende de criatividade, paciência, bom humor, escolhas corretas, esperteza, jogo de cintura e talento para enfrentar condições toscas. Então, a gente abre os olhos e tenta se divertir – mas sempre reunindo um bom material. Faz-se o melhor que pode frente aos infortúnios. Se fizermos tudo isso e se o trabalho produzir uma fantástica reportagem para NATIONAL GEOGRAPHIC, então, finalmente, é possível relaxar e reconhecer que, de fato, esse é o melhor trabalho do mundo.
