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PALEONTOLOGIA 08/02/2012

Estudo detalha genoma de ancestral humano pouco conhecido

Homem denisovaniano é contemporâneo do Neandertal e foi encontrado em uma caverna na Sibéria

por Anderson Estevan Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE

Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva/Divulgação

Caverna de Denisova, no sul da Sibéria

Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva/Divulgação

Caverna de Denisova, no sul da Sibéria

Pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na Alemanha,anunciaram hoje (7) um estudo de decodificação do genoma um hominídeo extinto.

As amostras foram extraídas de um pedaço de um dedo deste ser contemporâneo dos Neandertais. Eles são conhecidos como homens denisovanianos, por conta do local de sua descoberta, a caverna de Denisova, no sul da Sibéria e provavelmente tem de 30 a 50 mil anos de idade.

A revista Nature já havia feito um estudo semelhante em 2010, porém o estudo atual pode capta mais informações sobre o processo de decodificação.

Mesmo extinto, o homem denisovaniano contribuiu para o atual DNA do Homo sapiens. De acordo os as novas pesquisas, cerca de 5% do material genético destes ancestrais ainda está presente no genoma dos habitantes da Melanésia.