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O jogo da espera: padrão de excelência nas fotografias da natureza

O jogo da espera

“Vagar a esmo por uma região selvagem não é geografia”, resmungou um membro da diretoria depois de uma série de imagens de tirar o fôlego feitas por George Shiras, pioneiro fotógrafo da vida selvagem, ter sido publicada na edição de julho de 1906. No entanto, hoje, “vagar a esmo por uma região selvagem” é o que NATIONAL GEOGRAPHIC sabe fazer melhor.

Mesmo antes que o aprimoramento dos filmes, das câmeras e das lentes teleobjetivas permitisse resultados mais impressionantes, os fotógrafos da revista sempre estavam dispostos a esperar pela melhor foto. De olhos bem abertos, com muita paciência, durante horas e horas servindo de presa para pernilongos, sob sol e calor, chuva e frio, enfim, enfrentam qualquer tipo de adversidade para conseguir a imagem exata de um pássaro voando ou de animais selvagens em movimento.

Como resultado, todos os tipos de fotografia da natureza encontram seu lugar em alguma divisão da National Geographic Society, seja nas páginas das revistas e dos livros, seja nos documentários de televisão elaborados pela Divisão Natural History Film, da NGS, que já conquistaram 24 prêmios Emmy e todos os troféus conferidos a filmes sobre a vida selvagem. Imagens das mudanças que sofre uma macieira, de insetos e flores selvagens bizarros, do drama do predador e da presa nas planícies africanas, da vida vibrante nos recifes de coral, dos mais exóticos peixes, do salto de uma baleia e da proximidade ameaçadora dos tubarões, entre muitas outras, a fotografia da natureza passou a desempenhar papel central na maneira como a NGS apresenta o mundo.