Projeto registra 95 fotos de 16 animais na Amazônia; veja as imagens
O Iauaretê pretende mapear fatores ecológicos e de história natural relevantes para a conservação da onça-pintada
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Onça-parda (Puma concolor)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Onça-parda (Puma concolor)
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Onça-pintada (Panthera onca)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Onça-pintada (Panthera onca)
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Jaguatirica (Leopardus pardalis)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Jaguatirica (Leopardus pardalis)
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Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
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Tatu-canastra (Priodontes maximus)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Tatu-canastra (Priodontes maximus)
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Jacamim-de-costas-cinzentas (Psophia crepitans)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Jacamim-de-costas-cinzentas (Psophia crepitans), difícil de ser avistado por ser tímido e andar em grupos pequenos
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Veado-capoeira (Mazama americana)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Veado-capoeira (Mazama americana)
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Anta (Tapirus terrestris)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Anta (Tapirus terrestris)
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Cateto (Pecari tajacu)
Projeto Iauaretê/Instituto Mamirauá
Cateto (Pecari tajacu)
Armadilhas fotográficas montadas na reserva ambiental Amanã, na Amazônia, produziram 95 registros de 16 espécies de animais. As 16 câmeras do Projeto Iauaretê já fotografaram onças, antas, veados, tatus e aves.
O projeto, criado em 2004 pelo Instituto Mamirauá, pretende mapear fatores ecológicos e de história natural relevantes para a conservação da onça-pintada no bioma amazônico. “A ideia é entender as tendências populacionais e, através disso, identificar as fontes de ameaça da população de onças-pintadas. Depois, usar essas informações pra subsidiar estratégias de conservação”, explica Daniel Rocha, biólogo do Projeto Iauaretê.
Na Reserva Mamirauá, o instituto tem armadilhas fotográficas desde 2006, mas é a primeira vez que é feito o mapeamento na Amanã, a aproximadamente 650 quilômetros de Manaus. As fotos tiradas fazem parte de um projeto piloto de 25 dias, de março a abril deste ano, para ser implantado o monitoramento em longo prazo na região, uma das maiores áreas protegidas em floresta tropical na América do Sul, com 2.350.000 hectares.
