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sustentabilidade 26/06/2012

Rio terá primeira cooperativa para tratamento de e-lixo durante Rio+20

Até o fim do ano, está prevista a formação de uma rede de 22 cooperativas de lixo eletrônico

por Marcela Puccia Braz

Thinkstock

E-lixo: lixo eletrônico

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Os componentes dos materiais coletados são separados em três segmentos para a venda: placas, plástico e metal

Televisores, computadores, celulares e máquinas de lavar fora de uso, entre outros eletrônicos fora de uso no Rio de Janeiro, passam a ter uma cooperativa focada em sua coleta e reciclagem durante a Rio+20. O projeto, desenvolvido pela ITCP (Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares), da Coppe-UFRJ, prevê a formação de uma rede de 22 cooperativas de lixo eletrônico (ou e-lixo) até o fim do ano.

O programa será iniciado durante a conferência, com a inauguração de um centro de desmontagem de e-lixo na Cooperativa Amigos do Meio Ambiente (Copama), em Maria das Graças, e a instalação do primeiro coletor de e-lixo na sede da Coppe-UFRJ, na Ilha do Fundão. Os componentes dos materiais coletados são separados em três segmentos para a venda: placas, plástico e metal. Plásticos e metais serão vendidos a centavos de reais, e as placas custarão R$ 7 a unidade.

Segundo o coordenador geral da ITCP, a empresa Recyclar já se comprometeu a comprar todas as placas eletrônicas obtidas com as cooperativas. Delas, será retirado ouro, prata, platina e cobre para serem exportados à Europa.

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