Roteiro Bonito e Pantanal
Esportes de aventura, pesca e a natureza em estado bruto marcam a viagem por uma das regiões mais cênicas do território brasileiro
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Mapa do roteiro rodoviário Guia Brasil 2012 Sul da Bahia - parte 1
Guia Quatro Rodas
Mapa do roteiro rodoviário Guia Brasil 2012 Sul da Bahia - parte 1
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Mapa do roteiro rodoviário Guia Brasil 2012 Sul da Bahia - parte 2
Guia Quatro Rodas
Mapa do roteiro rodoviário Guia Brasil 2012 Sul da Bahia - parte 2
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As várias barracas de praia superestruturadas que promovem festas todas as noites são as principais razões de Porto Seguro ter se tornado o destino clássico das viagens de formatura do Ensino Médio
Divulgação
As várias barracas de praia superestruturadas que promovem festas todas as noites são as principais razões de Porto Seguro ter se tornado o destino clássico das viagens de formatura do Ensino Médio
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Passarela do Álcool, no centro de Porto Seguro
Guilherme Andrade
Passarela do Álcool, no centro de Porto Seguro
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O Quadrado é a marca registrada de Trancoso, um enorme gramado sem iluminação externa e com jeitão colonial
Fernando Vivas
O Quadrado é a marca registrada de Trancoso, um enorme gramado sem iluminação externa e com jeitão colonial
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Mergulho com Snorkel na Praia de Itaquena, água cristalina em local praticamente deserto
Divulgação
Mergulho com Snorkel na Praia de Itaquena, água cristalina em local praticamente deserto
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Praia de Itaquena, onde só é possível chegar após 1 hora e meia de caminhada, a partir da Ponta de Itapororoca
Haquiles Fontes
Praia de Itaquena, onde só é possível chegar após 1 hora e meia de caminhada, a partir da Ponta de Itapororoca
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Cumuruxatiba é ideal para quem quer relaxar nas pousadas e aproveitar o clima tranquilo que reina na vila
Ricardo Freire/viajeaqui
Cumuruxatiba é ideal para quem quer relaxar nas pousadas e aproveitar o clima tranquilo que reina na vila
Uma estrada para chamar de sua. Assim podemos classificar os 300 km da BR-060 e da MS-382 que separam Campo Grande e Bonito. Com traçado reto e cruzando raramente com outro carro pelo caminho, nem parece que a distância é essa. Resultado? Você chega descansado para aventurar-se pela região.
Dias depois de desbravar abismos, cachoeiras e rios, é hora de botar o pé na estrada rumo ao Pantanal. Se chegar a Bonito foi fácil, sair é extenuante. A MS-178 que vai para Bodoquena está em processo de pavimentação. Depois, a situação melhora até chegar a Miranda. Escolha um bom hotel-fazenda e logo termos como focagem de jacaré e safári fotográfico se tornarão corriqueiros.
Saindo de Miranda pela plana BR-262, Corumbá é a próxima parada. Na fronteira com a Bolívia, a maior cidade pantaneira tem atrações além dos hotéis-fazenda. O Museu Estação Natureza Pantanal apresenta sons da fauna e flora da região. Às margens do piscoso Rio Paraguai, o casario do porto tem construções tombadas como patrimônio histórico.
Quem tem espírito aventureiro pode voltar para Miranda pela Estrada-Parque Pantanal. Com 120 km de extensão em um traçado que mescla trechos cascalhados e arenosos, atravessa-se 71 pontes de madeira. Atenção: informe-se antes de ir, porque as chuvas em 2011 destruíram três pontes e a estrada, em condições normais, só é trafegável entre abril e setembro. De volta à BR-262, siga até Aquidauana, encerrando a jornada pelo sul do Pantanal.
Considere um pernoite em Campo Grande e outro em Cuiabá, antes de rumar para o Pantanal Norte. São quase 700 km entre as duas capitais, em uma rodovia recheada de carretas e boiadas atrapalhando o tráfego.
Acorde cedinho na manhã seguinte e encare 1h30 de viagem até Poconé, o grande destino da parte setentrional pantaneira. O sistema é o mesmo das outras cidades: hospedar-se em fazendas às margens de rios para observar animais. Mais acessível que a Estrada-Parque, a Transpantaneira tem 145 km. Avistar tuiuiús e disputar “pegas” com seriemas deixam a viagem mais emocionante.
O roteiro começou em um destino fora do Pantanal e o final não é diferente. Cruze Cuiabá e pegue a MT-251 em direção à Chapada dos Guimarães. No horizonte, avista-se a cadeia de montanhas. A cidadezinha fica no alto, 13 km depois da portaria do Parque Nacional homônimo, onde a Cachoeira Véu de Noiva é o cartão-postal.
Programe-se:
Quando ir: Em Bonito e no Pantanal, o período de seca vai de maio a novembro. Na região pantaneira, as estradas de terra ficam transitáveis apenas nesse período. Para pescar: julho e outubro são ideais.
Restaurantes imperdíveis:
- Ceará, Corumbá
- Fogo Caipira, Campo Grande
- Mahalo, Cuiabá
Atrações imperdíveis:
- Flutuação no Rio da Prata, Jardim/Bonito
- Flutuação no Rio Sucuri, Bonito
- Transpantaneira, Poconé
- Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Chapada dos Guimarães
Raio X das estradas: Principal ligação para as cidades pantaneiras do Mato Grosso do Sul, a BR-262 tem boa parte do traçado reto. Atenção aos animais na pista.