Roteiro Vale do Café e Serra da Bocaina
Preparado para uma volta ao passado? Conheça a história do Ciclo do Café em antigas fazendas numa viagem embalada ao som da seresta
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Cachoeira do Escorrega em Visconde de Mauá, Rio de Janeiro
Viviane Macedo
Cachoeira do Escorrega em Visconde de Mauá, Rio de Janeiro
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Chafariz da Praça do Barão de Campo Belo em Vassouras, Rio de Janeiro
Divulgação
Chafariz da Praça do Barão de Campo Belo em Vassouras, Rio de Janeiro
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O centro de Penedo encanta casais e famílias com suas lojas de chocolate e construções de madeira com telhados triângulares
Divulgacão
O centro de Penedo encanta casais e famílias com suas lojas de chocolate e construções de madeira com telhados triângulares
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Formação rochosa e vegetação de altitude na Serra das Prateleiras, no Nacional do Itatiaia
Ricardo Fasanello/Strana
Formação rochosa e vegetação de altitude na Serra das Prateleiras, no Nacional do Itatiaia
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Passeio a cavalo em São José do Barreiro
Andre Penner
Passeio a cavalo em São José do Barreiro
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Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Livramento, Bananal, São Paulo
Hernan Reig
Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus do Livramento, em Bananal, São Paulo
Fazendas produtoras de café no século 19 impulsionam o turismo pelo interior fluminense e por duas cidades paulistas na Serra da Bocaina.
Saindo do Rio de Janeiro pela Via Dutra, atravesse toda a Baixada Fluminense até o trevo da RJ-127. Siga por mais 60 km em direção a Vassouras (2 dias), onde várias fazendas recebem turistas. Na Santa Eufrásia, os proprietários contam a história do Ciclo do Café vestidos a caráter.
Na outra margem do Rio Paraíba do Sul, Valença (2 dias) tem a Fazenda Vista Alegre, com um bistrô no antigo engenho. Próxima a Valença, Rio das Flores (1 dia) cativa com hospedagens como a Fazenda União, de 1836, que exibe móveis da época e lustres de cristal. Pela RJ-145, e depois RJ-143, chega-se a Conservatória (2 dias), onde, nas noites de sábado, seresteiros entoam antigas canções pelo Centro. Após o hiato musical, hora de voltar às fazendas de café. Em Barra do Piraí (2 dias), a 30 km de Conservatória, quase todas as hospedagens têm boa área de lazer.
Fim do Vale do Café, começo da Serra da Mantiqueira. Desça a RJ-145 e siga pela Via Dutra, evitando um pedágio na BR. Entre à direita no trevo de Penedo e encare a sinuosa subida de serra para Visconde de Mauá (5 dias). O clima romântico presente em suas três vilas atrai principalmente casais. Retornando ao pé da serra, faça uma imersão na cultura finlandesa saboreando a culinária típica, em Penedo (2 dias).
A 9 km dali, Itatiaia (3 dias) tem uma atração que vale por duas: o Parque Nacional de Itatiaia. Famílias se divertem nas cachoeiras na parte baixa do parque. Na parte alta, aventureiros escalam os desafiadores picos – o acesso até lá é feito por uma via precária de 17 km entre a BR-354 e a portaria do Parque.
Continue pela Via Dutra e atravesse a divisa com São Paulo. Em Queluz, vire na Rodovia dos Tropeiros (SP-068), que corta a Serra da Bocaina. Em São José do Barreiro (2 dias), só veículos 4x4 conseguem subir a estrada para o Parque Nacional da Serra da Bocaina – uma agência faz passeios na região.
Almoce no restaurante da Dona Licéia, no sítio da proprietária, em Arapeí, no meio do caminho para Bananal (1 dia), onde a pedida é hospedar-se em antigas fazendas cafeeiras já utilizadas como locação de novelas.
Programe-se:
Quando ir: Entre maio e setembro chove menos na Serra da Mantiqueira. As fazendas abrem o ano inteiro. Quase tudo fecha em Conservatória entre segunda e quinta-feira.
Restaurantes imperdíveis:
- Rosmarinus Officinalis, Visconde de Mauá
- Gosto com Gosto, Visconde de Mauá
- Dona Licéia, Bananal
Atrações imperdíveis:
- Fazendas do Ciclo do Café, Vassouras, Valença, Rio das Flores e Barra do Piraí
- Vale do Alcantilado, Visconde de Mauá
- Parque Nacional do Itatiaia, Itatiaia