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Brasil das Aves

O Butantan também tem passarinho

por Zé Edu Camargo em 31 de julho de 2015
Mocho-diabo - Foto: Zé Edu Camargo

Mocho-diabo – Foto: Zé Edu Camargo

Os brasileiros conhecem o Instituto Butantan pela rica história na produção de soro antiofídico e de vacinas. Os paulistanos sabem que a instituição mantém uma das melhores áreas de lazer da cidade, com museus, exposições e uma bela área livre.

E, mais recentemente, as crianças ligadas em tevê associam o Butantan à série infantil Buuu, do canal pago Gloob. A tudo isso, soma-se mais uma atividade: a observação de aves. O sucesso do último Avistar (evento que congrega observadores de todo o país) por lá é a prova de que o lugar tem vocação para receber os birdersMas outra iniciativa vem chamando a atenção e incluindo muita gente na atividade: o #vempassarinhar, uma visita guiada à mata do Instituto (que é fechada ao público no dia-a-dia) para observar as aves que ocorrem por ali. São 60 hectares com diversas espécies da Mata Atlântica. Sempre há surpresas em cada passarinhada por ali. Nas fotos que acompanham o post vocês podem ver algumas espécies que foram registradas ali, como o mocho-diabo (uma espécie de coruja) e o papagaio-verdadeiro.

O #vempassarinhar é a face visível de um outro trabalho muito importante que o Museu Biológico do Instituto Butantan desenvolve: o Observatório de Aves, que realiza pesquisas e monitoramento de avifauna, além da vigilância ambiental em saúde através das aves silvestres. Para saber como participar do #vempassarinhar, acompanhe a comunidade do Observatório de Aves no facebook. As visitas guiadas (grátis) ocorrem uma vez por mês, sempre em um sábado.

Pica-pau-de-cabeça-amarela - Foto: Zé Edu Camargo

Pica-pau-de-cabeça-amarela – Foto: Zé Edu Camargo

Pavó - Foto: Zé Edu Camargo

Pavó – Foto: Zé Edu Camargo

Papagaio-verdadeiro - Foto: Zé Edu Camargo

Papagaio-verdadeiro – Foto: Zé Edu Camargo

Visita guiada #vempassarinhar - Foto: Zé Edu Camargo

Visita guiada #vempassarinhar – Foto: Zé Edu Camargo

Observadores de aves têm encontro marcado em Manaus

por Zé Edu Camargo em 15 de julho de 2015
Chora-chuva-preto, ave comum nos arredores de Manaus - Foto: Zé Edu Camargo

Chora-chuva-preto, ave comum nos arredores de Manaus – Foto: Zé Edu Camargo

Neste fim de semana (de 17 a 19 de julho) ocorre na capital amazonense o Avistar Manaus, encontro de observadores de aves, no Bosque da Ciência do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia). Há palestras e oficinas para iniciantes, workshops mais aprofundados e atividades para as crianças. O encontro precede o Congresso Brasileiro de Ornitologia. Mais informações e agenda no site www.avistarbrasil.com.br.

Araracangas na Amazônia - Foto: Zé Edu Camargo

Araracangas na Amazônia – Foto: Zé Edu Camargo

Um tour de observação de aves pelo Peru

por Zé Edu Camargo em 8 de julho de 2015
Galo-da-serra-andino (Rupicola peruviana) - Foto: Adrian Eisen Rupp

Galo-da-serra-andino (Rupicola peruviana) – Foto: Adrian Eisen Rupp

Nossos vizinhos estão com tudo. O Peru vem se firmando no mapa mundial de birding graças a uma conjunção especial de fatores. Na geografia é um país diverso, da costa com pouquíssima chuva à selva amazônica, passando pelos Andes. Isso se reflete na grande variedade de aves (mais de 1800 espécies registradas). São muitas áreas de conservação (as reservas protegidas ocupam mais de 12% da área total do país). E o Peru tem se esforçado para atrair observadores, criando infraestrutura e promovendo a atividade no exterior. Os brasileiros já descobriram esses roteiros. O fotógrafo e guia de birdwatching Adrian Eisen Rupp tem organizado bem-sucedidas incursões pelo país. Aí embaixo um pequeno bate-bola com ele.
Quetzal-de-cabeça-dourada (Pharomachros auriceps) - Foto: Adrian Eisen Rupp

Quetzal-de-cabeça-dourada (Pharomachros auriceps) – Foto: Adrian Eisen Rupp

Blog: Quando se fala em Peru, todos associam com os Andes e o Pacífico. Quais outras regiões o país tem para a prática de observação de aves?

Adrian: Existem muitas opções em praticamente todo o país, e além da famosa península de Paracas e a região andina, temos as Yungas a leste da Cordilheira dos Andes que cortam o país de norte a sul, e a Amazônia. Cada vez que falamos em qualquer um destes biomas vale lembrar que existem as áreas de endemismo, e assim vários destinos em um mesmo bioma, mas sempre tendo aves diferentes para observar.

Blog: Quais as diferenças entre a Amazônia peruana e a brasileira?

Adrian: Com exceção da Amazônia pré-andina, não há diferença. A avifauna encontrada na bacia do Rio Madre de Díos remete a avifauna encontrada ao longo da Bacia do Rio Madeira no Brasil, temos ainda o Rio Purus que nasce no Peru e adentra o estado do Acre no Brasil, e a avifauna da bacia do Rio Amazonas corresponde a região biogeográfica do oeste do estado do Amazonas no Brasil. O diferencial fica pela infraestrutura turística para conhecer estas regiões no Peru, que é muito superior as correspondentes no lado brasileiro.

Blog: Quais são os principais objetivos de uma viagem de birding à região?

Adrian: Os destinos preferidos são os que oferecem roteiros de observação que mesclam os Andes, as Yungas e a Amazônia, tanto do norte do Peru quanto no sul. Uma viagem destas permite a observação de muitas espécies em poucos dias de viagem, e em trajetos relativamente curtos.

Blog: E a infraestrutura do país, como está? O que um observador pode esperar?

Adrian: O Peru é um país privilegiado por ter Machu Picchu, o que motivou investimentos no setor turístico que vão desde uma ampla rede de hotéis e eco-lodges até a formação acadêmica dos profissionais do ramo. Todo esse profissionalismo envolvido com o turismo arqueológico influenciou na qualidade do serviço oferecido no turismo de natureza. A maioria dos lodges tem alimentadores para aves, as trilhas são limpas, o café da manhã é servido bem cedo, muitos lodges amazônicos possuem torres para observação de aves e, mesmo nas áreas mais remotas do país, você encontra uma ótima infraestrutura a preços acessíveis.

O guia está organizando grupos para viagens ao Peru em julho e outras datas do segundo semestre. Mais informações pelo email birding@adrianrupp.com ou pelo site www.adrianrupp.com.
Socó-boi-escuro (Tigrisoma fasciatum) - Foto: Adrian Eisen Rupp

Socó-boi-escuro (Tigrisoma fasciatum) – Foto: Adrian Eisen Rupp

Sanhaçu-de-coleira-dourada (Iridosornis jelskii) - Foto: Adrian Eisen Rupp

Sanhaçu-de-coleira-dourada (Iridosornis jelskii) – Foto: Adrian Eisen Rupp

Sanhaçu-de-cabeça-preta (Buthraupis montana) - Foto: Adrian Eisen Rupp

Sanhaçu-de-cabeça-preta (Buthraupis montana) – Foto: Adrian Eisen Rupp

Livro desvenda mundo dos tucanos e araçaris

por adminngbrasil em 16 de junho de 2015

Capa do livro Tucanos e Araçaris Neotropicais - Reprodução

Tucanos estão entre as aves mais emblemáticas do neotrópico (a vasta região que vai do sul do México à América do Sul), junto com os beija-flores. O bico enorme em relação ao corpo e (quase sempre) as cores berrantes tornam a família inconfundível. No Brasil, ocorrem 20 espécies de tucanos e araçaris, algumas delas muito comuns (como os tucanuçus), outras mais tímidas e florestais (como o araçari-poca). Na América Central também há algumas espécies belíssimas, como o tucano-de-bico-arco-íris. E todos esses seres bicudos agora poderão ser encontrados no livro Tucanos e Araçaris Neotropicais, parceria do ilustrador Fredy Pallinger e da bióloga e pesquisadora Mariana Aprile. Às ilustrações hiper-realistas somam-se as descrições de hábitat e comportamento, num trabalho primoroso. O livro ainda está em pré-venda, e pode ser encomendado pelo email pallingerguide@yahoo.com.br.

Tucano-de-bico-verde - Foto: Zé Edu Camargo

Tucano-de-bico-verde – Foto: Zé Edu Camargo

Aves alienígenas do Ibirapuera

por Zé Edu Camargo em 9 de junho de 2015
Cardeal-do-nordeste - Foto Marco Silva

Cardeal-do-nordeste – Foto Marco Silva

Depois do monumental A Capital da Solidão, o escritor Roberto Pompeu de Toledo lança agora outro título imperdível para quem vive em (viveu em, ou gosta de) São Paulo : A Capital da Vertigem. Como o próprio subtítulo diz, a obra trata da história da cidade de 1900 a 1954. Passa pelo início da industrialização, mostra a influência dos imigrantes, descreve eventos marcantes, como a Semana de Arte de 22 e a Revolução de 1924. E acaba no ano do IV Centenário, quando é inaugurado oficialmente o Parque do Ibirapuera (embora a área já fosse reconhecida há tempos como um parque).

Bom, mas você deve estar se perguntando: o que esse livro tem a ver com um blog de observação de aves? Simples: o livro é uma ótima fonte de informações sobre como se formou um dos melhores pontos para o birdwatching na cidade. Ele mesmo, o (nem tão velho e) bom Ibirapuera. No livro ficamos sabendo, por exemplo, que na área do parque já funcionava há um bom tempo antes da inauguração um viveiro de mudas capitaneado pelo “entomologista de formação, mas botânico por paixão” Manequinho Lopes. Ele é que plantou os primeiros eucaliptos por ali, para ajudar na drenagem da área alagadiça. Alguns destes eucaliptos (espécie de árvore australiana introduzida no Brasil) ainda devem estar por lá. E por eles circulam aves que também não “deveriam” estar ali.
Capa do livro A Capital da Vertigem - reprodução

Capa do livro A Capital da Vertigem – reprodução

O Ibirapuera, assim como a maior parte da cidade, é originalmente uma área de Mata Atlântica. No entanto, assim como a cidade recebeu inúmeros imigrantes (de outros países e de outras regiões do país) ao longo do tempo, também o parque abriga espécies alienígenas, que não ocorriam ali originalmente. Algumas delas hoje são atrações para os observadores, como o cardeal-do-nordeste, ou galo-de-campina (Paroaria dominicana). Diz a lenda que ele foi trazido de seu hábitat natural (a caatinga), por um prefeito, encantado por suas cores, iguais à da bandeira paulista. Certas espécies do Ibira vieram de continentes distantes, trazidas em navios, como o onipresente – e europeu por origem – pardal (Passer domesticus) e o africano bico-de-lacre (Estrilda astrild). E também há as que aqui chegaram na esteira do desmatamento, que ampliou sua área de ocorrência original, como a lavadeira-mascarada (Fluvicola nengeta) e o corrupião (Icterus jamacaii). Por fim, algumas espécies provavelmente foram introduzidas sem querer, ao escapar do cativeiro. É o caso do papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva), hoje bem fácil de ver nas palmeiras do parque.

Certas aves encontradas no Ibirapuera também são migrantes no sentido biológico da palavra: estão ali só de passagem em determinada época do ano. Ou porque estão se deslocando dentro da própria Mata Atlântica ou porque vão e vêm em viagens bem mais longas, às vezes até entre hemisférios. Sorte dos observadores, que de tempos em tempos podem encontrar verdadeiras joias raras circulando entre skatistas e bikers. Em 2015, por exemplo, o martinho (Chloroceryle aenea) foi avistado na área, assim como o azulinho (Cyanoloxia glaucocaerulea). Os lagos do parque também estão cheios de aves aquáticas, algumas delas exóticas, outras bem brasileiras (e não é impossível que apareçam algumas visitantes do extremo norte na primavera ou no outono). Portanto, se você é paulistano (de nascença ou de adoção, tanto faz), #ficadica: corre pro Ibira.

Lago do Ibirapuera - Foto Zé Edu

Lago do Ibirapuera – Foto Zé Edu

Mergulhão-caçador - Foto Zé Edu

Mergulhão-caçador – Foto Zé Edu

As aves do Paraná em livro – e que livro!

por Zé Edu Camargo em 27 de maio de 2015
Capa do livro  Aves do Paraná - Foto: Marcelo Krause

Capa do livro Aves do Paraná – Foto: Marcelo Krause

Quando se pensa na natureza do estado do Paraná a primeira imagem que vem à mente é de uma araucária. E depois, pelo fio da meada, o friozinho, a neblina… Mas as terras paranaenses têm muito mais a oferecer. Alguns dos trechos mais conservados da Mata Atlântica do país estão no estado, por exemplo, que também tem ótimos pontos com estrutura para os observadores de aves, como na região de Paranaguá e em Foz do Iguaçu. E essa diversidade está muito bem refletida no livro Aves do Paraná, dobradinha entre o fotógrafo de natureza Marcelo Krause e o pesquisador Fernando Straube. O livrão (no sentido físico e também no figurado) já pode ser encontrado no site da editora: www.underwater.com.br

Saíra-sete-cores - Foto: Marcelo Krause

Saíra-sete-cores – Foto: Marcelo Krause

Araçari-banana - Foto: Marcelo Krause

Araçari-banana – Foto: Marcelo Krause

Rendeira, também conhecido como barbudinho - Foto: Marcelo Krause

Rendeira, também conhecida como barbudinho – Foto: Marcelo Krause

Beija-flor-de-veste-preta - Foto: Marcelo Krause

Beija-flor-de-veste-preta – Foto: Marcelo Krause

Falcão-peregrino - Foto: Marcelo Krause

Falcão-peregrino – Foto: Marcelo Krause

Foto de ave marinha ameaçada vence o Concurso Avistar 2015

por Zé Edu Camargo em 18 de maio de 2015
Rabo-de-palha-de-bico-vermelho, vencedora do concurso - Foto: Luiz Kagyiama

Rabo-de-palha-de-bico-vermelho, vencedora do concurso – Foto: Luiz Kagyiama

O rabo-de-palha-de-bico-vermelho (Phaethon aethereus) é uma ave com populações declinantes nas ilhas oceânicas brasileiras. Seus ninhos são ameaçados por roedores e outros predadores. Um retrato da espécie em voo deu ao fotógrafo Luiz Kagiyama, de São Paulo, o primeiro prêmio no Concurso Fotográfico Avistar 2015.

O prêmio foi anunciado neste domingo (17) durante a décima edição do Avistar Brasil. O evento (que este ano, pela primeira vez, ocorreu no Instituto Butantan) foi um sucesso de público, com atividades para crianças, palestras, shows musicais e saídas de observação na mata do Butantan.

Uma exposição homenageou o fotógrafo Luiz Claudio Marigo, um pioneiro na fotografia de natureza no Brasil. E houve até uma divertida “saída de campo” para observar as aves em gravuras e pinturas da Coleção Brasiliana, no Itaú Cultural da Avenida Paulista. Um evento que dá a certeza de que a observação de aves é uma atividade que ganha popularidade a cada dia no país.

Para ver as outras imagens vencedoras acesse http://avistarbrasil.com.br/premios.pdf

Araras-azuis-de-lear, segunda colocada no concurso - Foto: João Quental

Araras-azuis-de-lear, segunda colocada no concurso – Foto: João Quental

Avistar Kids, atividade para crianças durante o Avistar - Foto: Zé Edu

Avistar Kids, atividade para crianças durante o Avistar – Foto: Zé Edu

Observadores em ação durante o #vempassarinhar - Foto:b Zé Edu

Observadores em ação durante o #vempassarinhar – Foto: Zé Edu

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Aves do Cristalino: livro mostra espécies da Amazônia brasileira

por Zé Edu Camargo em 14 de maio de 2015
Capa do livro Aves do Cristalino - Reprodução

Capa do livro Aves do Cristalino – Reprodução

“Vibrei muito na hora, pois consegui a foto que queria. Depois agradeci ao piloteiro, e disse a ele que eu havia acabado de realizar um sonho de muitos anos”. A explicação sobre a foto de capa do livro Aves do Cristalino já diz muito sobre o trabalho de Edson Endrigo. O fotógrafo (com vários livros já publicados sobre a avifauna brasileira) é conhecido por ser minucioso e dedicado à sua paixão.

O pavãozinho-do-pará de asas abertas na capa, por exemplo, resume 15 anos de buscas pelas melhores fotos de aves da RPPN Cristalino (onde fica o Cristalino Jungle Lodge), localizada na Floresta Amazônica, no norte do Mato Grosso.

Ao todo, são 270 fotos de bichos amazônicos captados em um dos melhores hotspots para a observação de fauna no mundo. Os textos do livro são assinados pelo pesquisador Bradley Davis. Para comprar o livro, basta ir ao site da editora. Para saber outros destaques da programação do Avistar, visite o site do evento.

Brasil faz bonito em desafio mundial de observação de aves

por Zé Edu Camargo em 13 de maio de 2015
Marrecas-toicinho no litoral do Rio de Janeiro - Foto: Zé Edu Camargo

Marrecas-toicinho no litoral do Rio de Janeiro – Foto: Zé Edu Camargo

Os resultados do Brasil no primeiro Global Big Day foram excelentes. Observadores de aves todo o país se esforçaram para aumentar o número de espécies e locais de observação, em todos os 27 estados. Chegamos a 1099 espécies, segundo lugar no geral, atrás somente do Peru (que já faz há alguns anos um trabalho fenomenal para estimular o birdwatching como uma opção de turismo sustentável).

Nossos hermanos conseguiram 1177 espécies. Os brasileiros contribuíram com 877 listas para o site eBird, um número pequeno diante dos norte-americanos (28.513), mas mesmo assim expressivo em relação aos nossos vizinhos. No geral, 124 países participaram (http://ebird.org/ebird/region/world?yr=bigday2015&m=&rank=mrec), e quase 6 mil espécies foram registradas (mais da metade do número mundial de espécies conhecidas).

No ano que vem tem mais. E o Brasil tem tudo para de novo fazer um bom papel neste desafio que, muito mais do que uma competição, é uma iniciativa para estimular a observação de aves (com resultados práticos para a ornitologia) em todo o mundo.

Observadores de aves unidos no Global Big Day

por adminngbrasil em 7 de maio de 2015

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Por uma iniciativa do Laboratório de Ornitologia da Universidade Cornell (EUA), birders de todo o mundo vão fazer um esforço de um dia para mapear as espécies de aves do planeta. É o Global Big Day! A ideia é ir a campo no próximo sábado (9 de maio) e depois submeter a lista das aves observadas. Para isso todos devem usar o site www.ebird.org.

No Brasil há um grupo ajudando a organizar o evento – o objetivo por aqui é garantir a presença do maior número possível de cidades, em todos os biomas. Você pode conseguir mais informações no grupo do Facebook.

Os resultados desse esforço serão usados para pesquisas em todo o mundo. Como diz o lema do evento, toda ave conta. Vamos lá?

Observador de aves na Serra da Canastra, MG - Foto: Ana Taemi

Observador de aves na Serra da Canastra, MG – Foto: Rita Barreto