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Izan Petterle

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Fotografia, Pantanal e outras coisas a respeito do imponderável

por Izan Petterle em 12 de novembro de 2015

Regresso mais uma vez de uma expedição fotográfica, estava no Pantanal de Mato Grosso, vide post anterior “Cowboys e jacarés, uma expedição ao coração do Pantanal“. Escrevo da Chapada dos Guimarães, uma das minhas bases de viagem, muito perto do centro geodésico do América do Sul, ponto eqüidistante entre o Atlântico e o Pacífico.

Foto: A solidão é única e constante presença nesses lugares remotos

No dia 9 de novembro de 2008, terminou o workshop que Greg Gibson e eu ministramos a um talentoso grupo de participantes. Foi um treinamento intensivo e avançado de fotografia documental, tivemos oportunidades radicais de fotografar aspectos do cotidiano de algumas fazendas de criação de cavalos Pantaneiros.

Foto: Tempestades Pantaneiras

Viajamos em duas Land Rover, uma Discovery e  a Defender 110 do amigo e aluno Herculano Bernardes. Estávamos acompanhados das  alunas Andrea Ribas, Lucia Adverse, Roberta Cadore, Ursula Mesa, Duda Escobar e Ines Antich.

Foto: Fazenda São Carlos- Poconé-MT

Chegamos à região da rodovia Transpantaneira no começo das “águas”, o céu escuro dessa estação causava um drama sobre a paisagem, era a força das tempestades que transformava o cenário.

Foto: Fazenda São Carlos

A vida de quem fotografa nesse ambiente é sempre sob muita pressão: calor sufocante, noites mal dormidas por acordar de madrugada, mosquitos infernais e carrapatos por toda parte.

Foto: Fazenda São Carlos

Mas a maior dificuldade era a necessidade absoluta de produzir imagens instigantes e criativas, que pudessem escapar de uma linguagem figurativa e ingênua da representação da flora, fauna e seres humanos.

Foto: Fazenda São Carlos

Todos nós passamos por uma espécie de provação, nossos limites foram testados ao extremo, nossa capacidade de superação foi posta a prova.

Foto: Fazenda São Vicente- Poconé-MT

O  resultado de todo esse processo foi surpreendente.

Foto: Pitando ao amanhecer-Fazenda Carandá-Poconé-MT

Uma boa fotografia, penso eu, tem que ser misteriosa, enigmática e romântica, ela nunca se revela em um primeiro momento.

Foto: Paredões da Chapada dos Guimarães

Terminamos nossa viagem na Chapada dos Guimarães, onde passamos 3 dias inesquecíveis. Experiência única.

Foto: Fazenda Ronco do Bugio-Poconé-MT

Depois de atravessarmos, literalmente, uma imensa área de planícies e alagados ainda selvagens, nos dirigimos às grandes paisagens da Chapada, onde do alto dos paredões de arenito vermelho tem-se uma visão única da Baixada Cuiabana, berço do Pantanal.

Foto: Começo das águas-Poconé-MT

Foi uma lição para toda a vida, muitas das melhores imagens foram feitas pelas estudantes.

Foto: Haras Ronco do Bugio

Essa é a maior recompensa de todas: saber que pude dividir um pouco da minha experiência profissional e existencial com meus novos colegas nessa longa estrada da fotografia.

Foto: A ferro e fogo – Fazenda Carandá

Por favor, façam seus comentários aqui no blog, agradeço a todos. Visitem também o blog do Greg Gibson: www.greggibson.com/blog

Foto: Fazenda São Vicente – Poconé

Expedição fotográfica ao Pantanal profundo de Poconé

por Izan Petterle em 13 de agosto de 2015


Foto: A ferro e fogo, Fazenda Santo Antônio.


Foto: A todo galope, Fazenda Santo Antônio.

Em agosto de 2009 fiz uma das aventuras mais legais e um dos melhores trabalhos da minha carreira profissional. Realizei uma expedição ao coração de uma bela e selvagem região do mundo, o Pantanal profundo de Poconé, no Mato Grosso. Fomos em um grupo de cinco fotógrafos: o norte-americano Greg Gibson, ganhador de dois prêmios Pulitzer, o australiano Marcus Bell, destaque da maior feira de fotografia do país, a Photo Image Brazil, e os sortudos estudantes Antônio Carlos Banavita, produtor de vídeo em Cuiabá, e o veterinário especializado em vida selvagem, morador de São Paulo, Samuel Betkowski.


Foto: Amanhecer com lua na Fazanda Santo Antônio.


Foto: Amanhecer na Fazenda São José.


Foto: Apartando a tropa, Fazenda São José.


Foto: Campos da Fazenda Santo Antônio.


Foto: Chegada na Fazenda Santo Antônio.


Foto: Cozinha da fazenda Santo Antônio.

Nosso objetivo era documentar o tradicional e autêntico estilo de vida das remotas fazendas localizadas no município de Poconé, berço do Pantanal e guardião de um dos tesouros naturais e culturais mais valiosos do planeta. Engana-se quem pensa que conhecer a rodovia Transpantaneira e suas atrações turísticas ao longo da estrada, conheceu o verdadeiro estilo de vida que aqui sobrevive há mais de 300 anos. A paisagem e a grande parte da flora e fauna pantaneira é resultado de um processo de convívio harmonioso entre o homem, a pecuária extensiva e a natureza, existente durante todos estes anos. As grandes e ricas pastagens naturais que fazem parte desse cenário é a mesma que alimenta os mamíferos que aqui existem em grande quantidade. O fim da atividade pecuária nessa região vai trazer um grande risco para a manutenção desse bioma. Grandes áreas de terra estão sendo compradas nessa região com o objetivo de formar extensas reservas ambientais. Acontece que, em muitos casos, a população tradicional é totalmente retirada do seu habitat. Escutei relatos de pessoas que viviam nessas áreas, onde sempre existiu muita fartura de alimentos, e que tiveram que se mudar, contra a sua vontade, para a periferia de Poconé, passando todo o tipo de privação material.


Foto: Curral da fazenda São José.


Foto: José Ricardo e a raça Pantaneira.


Foto: Manada pantaneira, Fazenda Santo Antônio.


Foto: Pitando ao nascer da lua cheia, na Fazenda São José.

O povo pantaneiro é a alma dessa região, sua ausência significa uma perda inestimável para a humanidade. Esse trabalho é uma homenagem a toda essa brava gente que insiste e resiste ao avanço da destruição do seu modo de viver. Nosso destino final foi a Fazenda Santo Antônio, de propriedade da família do Sr. Antônio Vicente Mamede Erruda, onde fomos recebidos com muito carinho e com uma hospitalidade comovente. Estivemos primeiro na Fazenda Campo Largo, onde fotografamos a travessia de uma boiada de 800 reses através do Rio Pixaim. Depois fomos para a Fazenda São José, propriedade do Sr. Gilson Arruda, onde realizamos um belo trabalho com os vaqueiros. No dia seguinte, graças ao apoio da Secretaria de Turismo de Poconé, na pessoa do secretário Sr. Guilherme Arruda, fizemos dois voos em um pequeno avião rumo à Fazenda Santo Antônio, local somente acessível por ar ou por água.


Foto: Raça Pantaneira.


Foto: Rodeio na Fazenda Santo Antônio.


Foto: Sr. Antônio Vicente Mamede Arruda.

Essa grande aventura foi possível graças aos cuidados e contatos feitos pelos irmãos pantaneiros Eliane e José Ricardo Dorileo Cardoso. Agradecemos também a todos os vaqueiros que nos proporcionaram um maravilhoso espetáculo na demonstração das suas exímias habilidades na lida dos extraordinários cavalos da raça pantaneira, com um rebanho bovino que vive em estado semi-selvagem.


Foto: Via Láctea sobre a Fazenda Santo Antônio.


Foto: Wanderley, capataz da Fazenda São José.

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Vida de fotógrafo

por Izan Petterle em 31 de maio de 2015

Festa de Santana

Muitas vezes me perguntam como foi ter realizado um sonho de vida. Ansiava ser fotógrafo na minha adolescência e alguns dos meus ídolos andavam sempre com a câmera à mão. Ansel Adams e Cartier Bresson foram os ícones de uma parcela da juventude que tinha como sonho trabalhar com essa atividade.

Tinha 18 anos quando fiz uma grande aventura pelos Andes, em grande parte inspirado pelo fascínio da descoberta por Hiram Bingham, explorador da National Geographic, da mítica cidade inca de Machu Picchu, lugar onde fui com meu primeiro equipamento fotográfico.

Essa história foi contatada no site Olhar Direto. Fui convidado pelo jornalista Marcos Coutinho, dono do site, para dar uma entrevista à editora Lidiane Barros e tive a oportunidade de relatar minha trajetória no mundo da fotografia.

É incrível ver que depois de tanto tempo parece que estou sempre no começo de minha carreira, mesmo depois de ter viajado longamente por essa “long and winding road”. Procuro sempre, na medida do impossível, renovar meus cansados olhos.

Abaixo seguem algumas fotos que fiz nos últimos anos em minhas andanças pela América Latina, lugar onde encontro minhas raízes culturais, espirituais e que trazem sentido à minha existência.

Ao redor de Valle Grande, Bolívia

Bella Vista, Bolívia

Samaipata, Bolívia

Valle Grande, Bolívia

Valle Grande, Bolívia

Vista de Cuiabá

Festa de Santana

Festa de Santana

Havana, Cuba

Isla de Regla, Cuba

Las Mercedes, Cuba

Mirante do Centro Geodésico

Rio Tocantins

Ruas de Valle Grande, Bolívia

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Fotos aéreas do Pantanal

por Izan Petterle em 2 de março de 2015

Depois de um longo período sem novidades em relação as minhas atividades fotográficas, apresento um trabalho de fotos aéreas feito em cima do município de Barão de Melgaço, Pantanal de Mato Grosso. Fazia muito tempo que eu planejava um sobrevoo a essa extraordinária região, lar das baías de Chacororé e Siá Mariana, local único, onde as montanhas originárias da Chapada dos Guimarães, encontram as planícies inundadas do Pantanal. Meu voo foi com o comandante Índio do Brasil, esse é o seu nome mesmo, ele é proprietário de um avião Regente, próprio para fotos aéreas, asa alta, com janelas que abrem e que foi comprado em um leilão da FAB. Índio é um dos melhores pilotos nessa especialidade, ele tem muita experiência de voo, sobrevoando garimpos, aldeias indígenas, muitas vezes sob as piores condições possíveis de clima.

Quando acertamos o voo, pelo telefone, era temporada das chuvas, mas ele me tranquilizou. “Pode ficar tranquilo, nas muitas vezes em que caí, ninguém nunca se machucou.” Dei risada e falei: “tudo bem, se o avião cair, sigo voando!” Durante mais de 3 semanas esperei pacientemente por condições metereológicas favoráveis. Num domingo, após uma noite e manhã tempestuosas, na parte da tarde, abriu um céu azul, ainda tinha nuvens pesadas no horizonte. Pressenti que seria um dia especial, então liguei imediatamente para o Índio e disse que desejava voar naquele dia ao entardecer, ele topou na hora. Saímos de um aeródromo, localizado na distrito industrial de Cuiabá, a Estância Santa Rita, rumo ao Pantanal.

O sol caía no horizonte na hora em que sobrevoávamos as lagoas ao lado do Rio Cuiabá. De um momento para outro, a atmosfera mudou, simplesmente se armou uma situação de luz e de acontecimentos naturais raros de se ver. A natureza resolveu revelar-se de uma maneira indescritível, a luz dourada iluminava uma paisagem de montanhas com muita água ao redor, arco-íris e nuvens de tempestade emolduravam o cenário ao fundo, tudo junto, na mesma hora e ao mesmo tempo. Hoje, meditando a respeito de tudo o que aconteceu, dou-me conta que essas imagens são o resultado de uma espera que começou há mais de 30 anos, na primeira vez que conheci Mato Grosso. É o trabalho de uma vida.

 

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Sebastião Salgado nos 125 anos de NATIONAL GEOGRAPHIC

por Izan Petterle em 10 de outubro de 2013

Em recente viagem, em uma banca de revistas de aeroporto, comprei a edição dos 125 anos de NATIONAL GEOGRAPHIC, a mais prestigiosa publicação impressa dedicada à geografia do mundo em que vivemos. Para minha grata surpresa, encontro nas primeiras páginas Sebastião Salgado: a seção Visões traz três imagens do grandioso projeto Gênesis. Muitas vezes me perguntam o motivo desse renomado fotógrafo brasileiro até hoje nunca ter publicado em NG.

Essa edição especial O Poder da Fotografia parece nos dar a resposta: Sebastião tem lugar de destaque entre centenas de grandes imagens dos melhores fotógrafos do mundo. Brilha como um astro-rei da fotografia documental em preto e branco. Escutei pessoalmente de David Alan Harvey que Salgado é o ídolo de todos eles. “Tiãozinho é o que todos gostariam de ser”, disse.

Nessa jornada em busca das últimas belezas naturais do planeta, o mineiro deixa um testemunho que perdurará pela longa noite dos tempos, especialmente quando atinge a sofisticação de gravar em filme negativo 4×5 polegadas os arquivos que geraram toda essa documentação.

Salgado, um pensador de esquerda, sempre foi pautado por uma visão crítica dos acontecimentos sociais, políticos, econômicos e ambientais da nossa sociedade. Sua postura batalhadora, muitas vezes polêmica, em prol de construir uma nova realidade para os dias em que vivemos, traduz seu espírito de luta e coragem em transformar a fotografia em uma ferramenta de mudança social.

Gênesis é, para mim, a síntese de todo o pensamento de Sebastião. Ao lado de Outras Américas, Trabalhadores e Exôdus, livros seminais de sua obra, Gênesis abre um discurso cuja proposta é observarmos o planeta através de uma outra política de sustentabilidade.

Sebastião Salgado nos honra com sua sabedoria e clarividência fotográfica. Inspiro-me muito mais pelo exemplo de vida de grandes fotógrafos do que por suas fotos. Prefiro ser livre para interpretar o mundo de uma forma pessoal, única, sem querer copiar quaisquer dos mestres da fotografia.

Existe um espaço onde corpo e mente trabalham por si próprios – o ato de criação emana direto do inconsciente de cada um. As fotos abaixo, resultado de pautas para NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL, são um exemplo dessa perspectiva filosófica que uso em meu trabalho de fotografia documental.

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Workshop de fotografia na Semana Farroupilha de Alegrete

por Izan Petterle em 6 de setembro de 2013
Pampa gaúcho, Estação Rivadávia Correa, Alegrete-RS

Pampa gaúcho, Estação Rivadávia Correa, Alegrete-RS

 

Começa no próximo dia 14 de setembro, com término no dia 21, uma oportunidade rara de aprendizado fotográfico. Durante esse período irei ministrar um workshop de fotografia na cidade de Alegrete, RS. O objetivo é ensinar alunos os conceitos de técnica, estilo e conteúdo da fotografia documental de National Geographic Brasil. A pauta a ser realizada é a seguinte: Alegrete, a capital dos Farrapos.

Não se trata de um curso normal, regular. O que vou proporcionar para quem o fizer é uma verdadeira experiência em campo da NG. A programação não será fixa em Alegrete. Os participantes devem chegar dia 14 em nosso destino, exatamente no começo da Semana Farroupilha, que se encerra no dia 21. Nesses dias, a cidade recebe uma série de acampamentos crioulos em volta dos CTGs da cidade. Vamos visitá-los, bem como os bailes e algumas fazendas (até existe a possibilidade de dormirmos em uma delas).

Os piquetes, as carreiras, a chama crioula, é tudo muito fascinante de registrar. As madrugadas, o nascer dos dias, são oportunidades fotográficas imperdíveis. O gaúcho acorda muito cedo e a ideia e acompanhá-los fazendo o fogo, botando os cavalos na mangueira, tomando chimarrão.

Em Manoel Viana, município vizinho, os desfiles não são no mesmo dia que em Alegrete. Temos grandes chances de fazer uma cobertura por lá também.

Em meu currículo estão quatro Prêmios Abril de Jornalismo e dois prêmios Best Edit, honraria concedida pelos editores americanos da National Geographic para o melhor ensaio fotográfico produzido entre todas as edições internacionais.

Vamos fazer algumas imagens bem emblemáticas da cidade. Durante a Revolução Farroupilha, Alegrete foi a terceira capital do Estado a ser decretada. Ainda hoje, é o maior município em extensão no Rio Grande do Sul, e os moradores locais tem aquela coisa de se sentirem na mais gaúcha das cidades. A viagem toda vai ser relacionada a isso.

Por mais que a gente tente fazer uma programação prévia, é como a vida de um fotógrafo:  muita coisa se descobre por lá, na hora, e temos que estar preparados para o imprevisto. Teremos que contar com uma boa dose de improviso. Nas horas de folga, já vamos fazer um trabalho de pré-edição, analisar à noite tudo aquilo produzido durante o dia.

Gosto muito de trabalhar com o subjetivo da realidade – a memória, o sonho, a poesia. A fotografia tem o poder de retratar esses aspectos. Eu acredito muito no poder dos cursos. Eles são uma experiência transformadora, em diversos aspectos.

Muita gente chega nas saídas de campo querendo explorar o conceitual, porque já acredita que sabe tudo da técnica. Quando chega lá, porém, aprende muito. É sempre revelador o exercício de comparação entre fotos tiradas no início do curso com as do final. Às vezes, temos uma ideia, um conceito, mas sem a técnica para colocar ele em prática. Não podemos contar com a sorte.

Quem procura esse tipo de curso tem uma bagagem cultural forte. São pessoas viajadas e interessadas no seu desenvolvimento como fotógrafo. E as turmas são sempre pequenas, o que garante atenção. Na verdade, não sou um professor, sou um tutor. Nos trabalhos de campo, fotografo pouco, só na medida para mostrar e ajudar – quase sempre para ter uma referência, na linha “criem a partir daqui”.

Conheçam a Semana Farroupilha em Alegrete. http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/blog/izan-petterle/2008/09/24/111915/

As pessoas interessadas devem entrar em contato o mais rápido possível. Só levarei quatro participantes; será um autêntico e avançado trabalho de fotografia documental em campo. Os participantes devem estar em Alegrete no dia 14. O preço do workshop (R$ 5.000 por pessoa) inclui o transporte em SUV 4×4 durante todo o curso – sem parte aérea, alimentação e hospedagem.

Equipamento mínimo necessário:
Uma câmera SLR digital full frame, de alta, uma lente zoom grande angular (recomendável ser f/2.8), uma lente 50mm, uma teleobjetiva zoom e um tripé; cartões com bastante capacidade de armazenagem e bateria extra para a câmera; laptop para aprendizado do processamento das imagens e do fluxo de trabalho e hd externo. É muito importante ter o seu próprio equipamento.

O que levar: Levar dois pares de bota para caminhada, de preferência à prova de água, casaco impermeável para frio e chuva, boné, cantil, óculos escuros, mochila, lanterna, canivete, roupa de banho e objetos de uso pessoal.
Contatos:
Facebook: Izan Petterle
email: izanpetterle@gmail.com
skype: izansan

Alegrete-RS, bolicho na rua Daltro Filho

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Alegrete-RS, estrada rural

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Alegrete-RS

Alegrete-RS

Alegrete-RS, paisagem inventada pela memória

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Inhanduy, sub-distrito de Alegrete-RS

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No meio de uma edição de fotos, Alegrete-RS

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