Pelo rádio, a recepcionista do hotel confirmou com o piloto que havia condições de vôo. Ao lado dela, eu aguardava ansioso. Era o penúltimo de meus 22 dias no Rio de Janeiro. Incumbido de avaliar quase 100 hotéis e testar atrações, como o vôo duplo de asa-delta, deixei a aventura para o fim. Não foi por medo - ao menos gosto de pensar assim. Na Praia do Pepino, local do pouso das asas-delta, conheci pessoalmente o piloto que contratara por telefone, Ronaldo Freires (21/7816-5741). Antes de mais nada, pedi para ver sua carteira da Associação Brasileira de Vôo Livre - os pilotos Rui Marra (21/3322-2286 e 21/9982-5703) e Paulo Falcão (21/2422-6371 e 21/9966-3416) também têm as deles, e ninguém deve voar com pilotos que não têm. No trajeto rumo à Pedra Bonita, 700 metros acima, fiquei perguntando sobre a segurança do vôo e como funcionava a coisa toda. Senti firmeza nas respostas. Faltava sentir o mesmo quanto à asa-delta. A maioria dos acidentes acontece por falha no equipamento; portanto, é imprescindível observar o estado de conservação da asa-delta e compará-la com outras na rampa. O.k., estava pronto para o treinamento básico de como proceder na hora do salto. Fiquei observando os outros pularem enquanto o frio na minha barriga aumentava. Ao chegar minha vez, reuni toda a coragem que pude, corri até a rampa e fui. Não tinha mais chão sob meus pés. A sensação foi incrível. Durante dez minutos, sobrevoamos a Floresta da Tijuca, depois os prédios de São Conrado e finalmente a praia. Se eu gostei? Quando for, pergunte ao Ronaldo.
Maior ajuda
Maior invasão estrangeira
Maior mico
Maior maravilha escondida
Maiores cartas de vinho
Maiores comilanças
O maior número de refeições na maior cidade do país
Maior zebra
Maiores números
Maiores descobertas
Conheça:
Guia Quatro Rodas
| National Geographic Brasil
| Viagem e Turismo
Expediente
| Mapa do site
| Política de privacidade
| Anuncie
| Faleaqui
Copyright © 2008, Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados. All rights reserved.
Site melhor visualizado em 1024x768