O show foi repaginado. A protagonista da antiga versão figurava de biquíni e sofria de uma anomalia que a fazia transformar-se em bicho. Já a nova tem menos apelo sexual e é mais, digamos, científica. É um vírus contraído após a mordida de um macaco do Congo que faz a mulher, uma bióloga, adquirir formas bestiais. Tudo acontece em cerca de 10 minutos, num galpão abafado e escuro com 200 metros quadrados, decorado com temática africana e ótimo sistema de som que potencializa os sustos. Basta para botar o público em pânico. Todos caem. Até nossa repórter.
O sucesso é tanto que, no mês passado, 700 pessoas já faziam parte da comunidade da Monga no Orkut. Entre as questões mais debatidas estava "Quem, afinal, é a Monga?". A VT conversou com a personagem e pode adiantar: ela sofre de dupla personalidade e já foi campeã de judô.
ANOTE AÍ
Para ver a Monga, das 14h às 20h, é preciso medir mais de 1,20 metro de altura, não sofrer de problemas cardíacos nem estar grávida. O Playcenter (Rua José Gomes Falcão, 20, Barra Funda, playcenter.com.br; sáb/dom e feriados 11h/20h; Cc: D, H, M, V; Cd: todos).
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