De Londres, Dover, e dali, de balsa, até Calais, atravessando o Canal da Mancha. Chegamos a Paris no fim da tarde. O Rio Sena, as árvores secas e a cidade toda iluminada, coroada pela Torre Eiffel, foram as primeiras imagens que guardei de lá. Ventava e fazia frio quando chegamos ao topo da torre. "Famosa", "sexy" e "exótica" foram os adjetivos usados por Matt para definir a Champs-Élysées. Sem frear, mas quase triscando nos outros carros, Stu, o motorista, entrou na rotatória do Arco do Triunfo. Depois, passou apertado entre as duas colunas do Arco. Foi o único momento "com emoção" no ordenado trânsito europeu.
O que mais vimos? No roteiro de Matt constava a Notre-Dame e o Louvre. Uma olhada nos vitrais e nas abóbadas ogivais da catedral, fotos e já era hora de sair. Mona Lisa, arte italiana e a pirâmide de vidro e lá se foi o Louvre. Cumpridas as duas paradas, cada um iria para onde quisesse. Entregues a nós mesmos, formávamos duplas ou trios com quem já havíamos tido tempo de identifi car alguma afi nidade. Eu encontrei em Fran Padi e Bridgette Lefi fi , ambas sul-africanas, um ponto em comum: a simpatia pelo seriado Sex and the City. Conhecer a Pont des Arts, onde Carrie se reconcilia com Mr. Big no episódio final, transformou-se em nossa missão. E c'est fi ni Paris.
O que vi Luzes por toda parte, do alto da Torre Eiffel (tour-eiffel.fr; de 4 a 12). A Champs-Elysées (champselysees.org), da janela do ônibus. E, num piscar de olhos, a Notre-Dame (cathedraledeparis.com), o Arco do Triunfo (arc-de-triomphe.monuments-nationaux.fr; 1) e o Louvre (louvre.fr; 9).
O que não vi Avenidas, parques e prédios à velocidade de uma bicicleta alugada pelo sistema Vélib' (velib.paris.fr; 1). Nenhum dos parques maravilhosos. Nenhum bistrô.
Londres
Lucerna
Nice
Florença
Roma
Veneza
Ljubljana
Budapeste
Viena