Eu me senti um pouco enfastiada de tanta juventude. E saí andando. Afastei-me do burburinho da Piazza San Marco para descobrir lugares desertos, só de prédios residenciais baixinhos. Fui parar na San Vidal, uma graça de igreja, onde há uma exposição de violinos e concertos permanentes de Vivaldi. À noite, nosso ônibus era aquático: o vaporetto, que nos levou até a estação de trem, e só assim chegamos ao hotel. Veneza, para mim, continua sendo um sonho.
O que vi Uma gôndola e os canais eleitos pelo gondoleiro. Um vaporetto, e o Canal Grande através da janela e de mil turistas. A Basílica de San Marco.
O que não vi O Campo Santa Margueritta, onde se bebe spritz (à base de prosecco e Campari) por 2, e o bairro do Canareggio, menos turístico.
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