DURAÇÃO: 2 dias e pouquinhoTodo mundo (eu inclusive) já estava cansado de tantos passeios e visitas a palácios, museus, igrejas e sítios históricos. O dia começava cedo, terminava tarde e ainda havia as viagens de ônibus nos intervalos. Perdi a conta de quantas igrejas visitei. Tanto que quase ignorei a Stephansdom, não fosse a insistência de uma amiga. Gostei tanto que resolvi encarar os 343 degraus até o topo da torre. E me animei. Não tinha como não visitar, mesmo que rapidamente, o Complexo Hofburg, o Teatro de Ópera, a Casa de Mozart. Ainda arrumei tempo para caminhar, sem compromisso, pelos calçadões do centro. Tentava compreender como em uma cidade desse porte o motorista de um bonde pára tranqüilamente o trânsito para tentar, primeiro, me entender e, em seguida, me ajudar. Impossível não me apaixonar para sempre. Não por ele, mas por Viena. Da próxima vez, quero ficar. De preferência em câmera lenta.
O que vi Jóias e diários da imperatriz Elisabeth, da Áustria, no Complexo Hofburg (hofburg-wien.at; 9,90). Um espetáculo de balé no Teatro de Ópera (wiener-staatsoper.at) e a Casa de Mozart (mozarthausvienna.at; 9).
O que não vi O Beijo, de Gustav Klimt, na Galeria Belvedere (belvedere.at; 12,5) e o mercado das pulgas da Kettenbrückengasse, que só funciona aos sábados.
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Por: Verônica Fraidenraich |
Foto: Anna Renata Angotti
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