Dias 1 e 2: Aix-en-Provence e arredores
Aix, com seus 150 mil moradores, é grande para os padrões provençais, mas nem parece. Seu centro histórico, um emaranhado de ruelas cheias de charme, é recheado de cafés elegantes com mesinhas na calçada, lojas e mercadinhos gourmet. Seguir os passos de Paul Cézanne, seu filho mais ilustre, é uma deliciosa maneira de explorá-la. O bar onde ele costumava encontrar os amigos, por exemplo, ainda está de pé. É o Café des Deux Garçons (53, Cours Mirabeau, 33-04/4226-0051). Mas sua alma está mais presente no Atelier Cézanne (9, Avenue Paul Cézanne, 33-04/4221-0653; 5,50), o seu último ateliê, do que em qualquer outro canto. Estão ali seus cavaletes, suas tintas, seus objetos pessoais tão retratados. Saindo de lá, 15 minutos de caminhada morro acima levam a um mirante que descortina uma bela vista da Montanha Sainte-Victoire, retratada pelo pintor com a obsessão de um apaixonado: há exatos 444 óleos e 43 aquarelas sobre ela. Se o orçamento permitir, prove as delícias do Le Clos de la Violette (10, Avenue de la Violette, 33-04/4223-3071, closdelaviolette.com; Cc: A, V), onde o chef Jean-Marc Banzo, dono de duas estrelas do Michelin, prepara pratos provençais. O menu degustação no almoço custa 50 euros e, no jantar, 130. Ou então rume para o moderninho Le Passage (10, Rue Villars, 33-04/4237-0900, le-passage.fr; Cc: A, M, V), também escola de gastronomia, salão de chá, livraria e loja de vinhos. Antes de ir embora, peça a André Savelli que o ajude a escolher os melhores queijos em sua fromagerie, a Savelli (9, Rue des Marseillais, 33-04/4223-1684; Cc: todos). Reserve o segundo dia para explorar os arredores. Continuando a seguir os passos de Cézanne, a estrada D-10 leva à Pedreira de Bibémus (33-04/4216-1161, aixenprovencetourism.com; 5,50), de onde se tem belas vistas de Sainte-Victoire e das rochas vermelhas eternizadas pelo pintor. A D-17, no sentido Le Tholonet, serpenteia por vilinhas salpicadas no meio do verde, sempre com a Sainte-Victoire como companhia. E o Boulevard de la Republique, do outro lado da cidade, leva a Jas de Bouffan (33-04/4216-1161; 5,50), uma mansão espetacular que foi da família Cézanne entre 1859 e 1899.
Dia 3: Avignon
Dia 4: Arles
Dia 5: De Lourmarin a Ménerbes
Dia 6: De Gordes a Cavaillon
Dia 7: Campos de lavanda
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