A Emirates voa de São Paulo a Dubai desde outubro de 2007 com um Boeing 777-200. Além de tornar acessível essa espécie de Vegas muçulmana aos brasileiros - por cerca de 2 000 dólares, na econômica -, é opção excelente para outros países do Oriente, como a China e o Líbano. A empresa, que é governamental, hoje tem 113 aeronaves que vão a 100 destinos em 62 países em todos os continentes.
Como na concorrência, a classe econômica não tem poltronas pelas quais quem fica ali 14 horas - o tempo da viagem a Dubai - irá morrer de amores. Mas há o diferencial de centenas de canais de entretenimento. E a seleção de filmes é on demand - é o passageiro que determina seu início e fim. Nas classes superiores, a Emirates almeja ser, digamos, uma Singapore. Lucia Ferreira dos Santos foi neste ano com o marido, José Otávio, a Dubai a fim de celebrar seus 15 anos de casamento. "Era a primeira vez que eu viajava na executiva", diz ela. "E, apesar da enorme expectativa, foi tudo perfeito." Lucia menciona como pontos altos os massageadores acoplados nas poltronas, o cardápio e os "comissários atenciosos". "Meu marido passou a viagem inteira tomando champanhe e foi sempre bem servido".
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