Tailândia sem muvuca, parte 1: o paraíso de Koh Bulone Leh

 

A Tailândia está por cima da carne seca novamente. Depois de alguns anos de recessão na indústria do turismo pós-tsunami, os viajantes voltaram com tudo e é notável a quantidade de novos hotéis, restaurantes e etc em todos os lugares pelos quais passei até agora. Encontrar um lugarzinho paradisíaco com praias vazias e intocadas, portanto, está cada vez mais difícil.

 

Escarafunchando no guia Lonely Planet e também conversando com pessoas que conhecemos pelo caminho, um nome nos fez desviar do roteiro original que havíamos traçado: o parque nacional marinho de Koh Tarutao, uma ilha totalmente virgem cercadas de muitas outras intocadas onde apenas duas são habitadas e têm uma certa infra, Koh Bulone Leh e Koh Lipe.

 

A segunda, Koh Lipe, está ficando conhecidinha. Mas de Koh Bulone pouquíssima gente ouviu falar. O lugar é simplesmente arrasador. A praia mais bonita (na foto) tem uma das águas mais cristalinas que já vi na minha vida, areia branca como talquinho e um bosque perfeito para pendurar uma rede (a sensação consumista da ilha) na sombrinha.

 

Os locais, muitos deles Chao Lehs, são amáveis, simpáticos e comunicativos. E todo mundo acaba entrando naquele clima de tranqüilidade em que todos se cumprimentam pelas ruas.

 

A praia mais bonita tem quatro resorts (resort aqui é sinônimo de um terreno com alguns bangalôs), com preços de quartos que começam em 14 euros por noite. E há algumas opções mais baratas no interior da ilha, a no máximo 15 minutos de caminhada da praia, próximo à vila Chao Leh, onde é possível provar a sua ótima comida (peixe e frutos do mar a rodo) e passear pelo bosque de seringueiras e ver como extraem seiva para fazer borracha de forma manual.

 

Chegamos pensando em ficar duas noites. Acabamos ficando cinco e partimos com o coração apertado.

 

Me faz um favor? Não espalha…

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